domingo, 13 de setembro de 2009

Sabadão!

Sabadão ensolarado na capital!
Ontem recebi um amigo de infância em casa, que veio a São Paulo para uma dinâmica de trainee. Ai! Dá até arrepio de lembrar do meu desespero ano passado, quando estava prestes a receber meu diploma e o futuro ainda era uma interrogação (não que ainda não seja...). E assim como muitos universitários que estão arrancando os cabelos quando se aproxima a formatura, segui o fluxo e também me inscrevi em alguns processos, apenas por desencargo e jamais com o sonho de ser uma trainee. Uma chatice. E as dinâmicas? Quando se tem que aguentar pessoas que querem se mostrar mais eficazes do que realmente são e onde o segredo é vender bem o peixe, mesmo que seja lambari ou pacu? Preguiça. E os papos?! Que não mudam jamais?! Só se fala sobre o quê?! Processos de trainee! Galera, cadê a criatividade? Pô, vamos dar uma variada... dá para falar de música... balada... sobre a virada do tempo... sobre os tornados no Sul do Brasil... sobre sei lá, tudo menos processo de trainee. E existem os bitolados, aqueles que tem um currículo enorme, experiência aqui, estágio lá, projeto acolá e se inscreveram em 50 processos, mas são chatos. Carisma zero, não são nada interessantes, falam, falam, falam e extrapolam os 3 minutos de apresentação pessoal estipulados pelo pessoal do RH que mais parecem uma eternidade. Preguiça também. E os entre-olhares dos concorrentes? Eu me lembro de minha primeira dinâmica, em Campinas, para International Paper. Cheguei tranquila, despretenciosa, e já soltei um: "Nossa gente, que seriedade." Parecia fila para exame de sangue ou aquelas filas de clínicas de aborto que vemos nos filmes. Todo mundo com cara de que vai para o abate. Nessas horas o melhor remédio é: relaxar e ser você mesmo. E sinto muito... forçar não adianta, tentar ser simpático não cola. Ou você é ou não é. Vai do perfil de cada um. E não invente firulas, meu amigo, pois você ficará anos naquela mesma empresa, e você é isso aí. Ou a empresa te quer ou não te quer. Ponto. E a cada ano os processos se aprimoram, dificultando a vida dos pobres coitados dos futuros e dos já recém-formados, como se ela já não estivesse difícil... Agora a moda é inovar. Algumas empresas não se identificam e criam um mistério para os interessados. Uma agora pediu aos candidatos a criação de um blog. Outra um vídeo criativo que mostrasse a "marca" do estudante no mundo. Mas... boa sorte a todos os wanna be! Um dia a gente chega lá.
Hoje tive um teste para um trabalho de conclusão de curso de um pessoal da UniSul: um seriado baseado no blog de sucesso "Garotas que Dizem Ni". Mas ah, acho que não fui bem, não soube flertar com a câmera, não me concentrei antes da cena, enfim. Se passar, vai ser sorte. Ou perfil. Nessa vida agora tudo é perfil.
Cheguei e fui ao shopping comprar coisas básicas que jamais podem faltar no armário de uma mulher: meia calça preta, meia calça marrom e um sutien nadador. E também uma coisa que jamais falta no meu armário: meu velho e característico perfume. Uso o mesmo há anos! Algumas pessoas já tentaram copiar, mas é coisa de pele, gente, não adianta. O cheiro é meu, foi feito para mim. Sinto muito. É problema de perfil. E este, só eu tenho.
Aí passei a tarde e a noite com uma linda amiga também de infância que faz pós aqui na capital. Foram horas de chopp, brusquettta, risadas, confissões, lembranças e atualizações, finalizadas com um miserável petit gateau do Frans Café. Fiquei até rouca do tanto que falei. Para um sábado que estava sem grandes planos, foi um sabadão!
Falando em rouca... tô achando que estou com problemas vocais. Sempre tive uma voz potente. Não tinha dores de garganta nem rouquidão, só após Carnabeirão, Porto Seguro ou coisa assim. Mas nestes últimos tempos, acordo todos os dias com voz de traveco. Bebo muita água, mas não adianta. Estou com medo até da minha projeção no Teatro Municipal semana que vem. Não sei se é a cidade, a poluição, porque uso muito a garganta ou psicológico. Também estou sempre com nariz escorrendo. E isso me irrita pacas! Nunca havia comprado Benegripe ou vitamina C, que agora são constantes na minha gavetinha do criado mudo.
Eita cidadezinha, viu. Ferra bolso, ferra coração, ferra pulmão, ferra garganta...
Confesso que a presença de meus amigos esse final de semana me ajudou a superar um desânimo crônico. Recebi ontem o feed back de um agente de que minhas fotos não estão boas, que preciso de algo mais bacana, que não fui bem aproveitada pelo fotógrafo e que posso render muito mais. E que temos que tomar cuidado para "não queimarmos cartucho". Agora já nem confio mais no DVD Book. Não sei o que fazer. Depois da ligação tive vontade de chorar, mas meu amigo estava em casa e estávamos de saída para nosso rodízio de japa e acabei me distraindo. Talvez eu tenha que enfiar a mão no bolso e fazer tudo profissional. É bem provável que assim faça. Porque neste quisito, só o perfil não basta. Imagem é tudo, seja a minha, do material e de minha confiança, que não anda lá essas coisas...
É tudo muito complicado. E dá preguiça. E só falta eu também não passar neste teste... vai ser uma beleza para a auto-estima. Ah, vai...
E sem hora para acordar amanhã... me voy! Hasta la vista, baby!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

September 11th

Ainda me lembro como se fosse hoje. Era terça-feira e estava no primeiro colegial, assistindo à aula de Biologia, em tensão pré-prova, já que toda quarta-feira éramos avaliados no Liceu Albert Sabin. Foi quando nosso exaltado professor de História entrou na sala declarando que era o início da III Guerra Mundial. Os dados eram desconexos, primeiramente disseram que uma bomba atingira o Empire State, depois que mais de 10 mil pessoas haviam morrido no desastre. E não foi bem assim... A escola já se encontrava em um clima inquieto. E ao chegar em casa, não conseguia sair de frente da televisão. Não consegui me concentrar nos estudos - que eram sempre de véspera. A televisão era muito mais atrativa do que os pesados livros de química e biologia... Simplesmente não desgrudava o olho daquilo que mais parecia uma super produção hollywoodiana, desacreditada e confesso que com um frio na barriga de temor e animação. Animação pelo inusitado, pelo trágico e surreal espetáculo maravilhosamente arquitetado pela Al Qaeda, e que certamente atingiu patamares além do por eles esperado. Era o império americano dando mostras de sua vulnerabilidade. Era o início da Guerra contra o Terror e da busca implacável ao lendário Obama Bin Laden. Não, não. Osama. Era o início do fim da Era Bush. Era o início de uma nova psicose americana da já velha moldura "polícia e ladrão". E lá vamos nós aguentar, mais uma vez, a homenagem aos mortos, e assistir, embora incansavelmente, as cenas do dia mais pop que o homem conhece. Hoje é o já imortalizado nas páginas da história, 11 de setembro.

Redação para inscrição em programa de jornalismo do Grupo Abril (Ps: detalhe para a foto de profissional visionária)

Dizem que a vida é feita de escolhas. E na realidade, não só dizem como constatamos diariamente que sim, a vida é feita de escolhas! Pois bem. Hoje corro atrás das escolhas que me farão uma profissional completa e uma pessoa realizada. Cresci uma apaixonada pela comunicação: poesia, redação, livros, filmes, teatro, telejornais, revistas, televisão, palestras... Eu já enxergava o poder de sedução da palavra desde cedo... Na sétima e na oitava série, consecutivamente, ganhei o Concurso de Análise Crítica do Colégio Marista de Ribeirão Preto, resultado já esperado pelos professores e alunos que tantas vezes me viram erguer o braço para ler o que havia escrito ou apresentar seja lá o que fosse...
Findava-se o Ensino Médio e chegava a fatídica escolha do vestibular. Um simples "X" determinaria meu futuro, e um frio percorreu minha espinha com a velha dúvida do "E agora?". Optei pela orientação vocacional e lá se foram 10 sessões e um bom dinheiro para a psicóloga que me deu o resultado final: Relações Internacionais como primeira opção, Jornalismo como segunda, e Artes Cênicas em terceiro. Confesso que somente a primeira opção fora uma surpresa, já que não sabia até então exatamente do que se tratavam essas tais de Relações Internacionais... Finalmente, ao fazer o meu "X", pensei que pudesse seguir posteriormente a carreira de jornalista mesmo sem ter o diploma após me formar em Relações Internacionais, fazendo teatro como hobby. E assim aconteceu! Cinco anos se passaram na UNESP-Franca, peguei o meu suado diploma e me mudei para São Paulo para poder, então, dar vasão àquilo que sabia que havia nascido comigo: a força da comunicação. O jornalismo tem a múltipla função de informar o mundo sobre o mundo. E o pluralismo de linguagens, de públicos, de fatos e realidades faz desta profissão a combinação perfeita daquilo que sou: uma atriz recém-formada em Relações Internacionais, no auge de seus ainda 23 anos já bem vividos, com ganas de aprender mais e atuar com arte da palavra. Aprender é um dever e saber informar é uma dádiva. Assim, me candidato para o Curso Abril de Jornalismo 2010. E tenho que lhe dizer: ai como é bom saber que se está finalmente fazendo a escolha certa!

Stella Menegucci Nogueira de Freitas é a caçula de uma linda família de quatro irmãos de Ribeirão Preto; alimenta diariamente um blog voltado ao início de sua carreira na Selva de Pedra; tem artigo publicado em jornal e uma autobiografia escrita aos 15 anos; tem experiência internacional no Canadá, Uruguai e Argentina; trabalhou como apresentadora e repórter de um programa de esportes; já atuou em 5 peças teatrais, 2 curta metragens e um longa e em eventos como mestre de cerimônias. Stella acredita que as previsões da psicóloga de seis anos atrás ainda são possíveis: a complexidade das relações internacionais juntamente com a habilidade e sensiblidade teatral resultarão em uma incrível carreira jornalística... Stella é uma apaixonada pela vida, convicta de que a palavra, falada ou escrita, é definitivamente o seu nicho.

Baixa produção

Nenhum artista quer desagradar seus fãs. E nenhum escritor quer desagradar seus leitores. Mas sinto que tenho feito os dois. O primeiro, porque está difícil me darem oportunidade para atuar e assim, congregar mais fãs a esse meu círculo já enorme de admiradores. O segundo, porque tenho deixado a desejar aos meus seguidores. Desculpa, gente. Desculpa. Não escrevo há alguns dias, eu sei, mas vou atualizar tudo o que se passou desde sexta. E também tudo o que não se passou...
Ficou curioso para saber sobre o programa piloto do Justos? Nossa, engraçado, eu também... Cheguei ao estúdio ao meio-dia, como combinado. E lá estava aquele monnnnte de figurante. "Oh, Jesus", pensei... Nisso encontrei um amigo de gravação e ficamos confabulando até que finalmente nos chamassem para entrar. Até então não sabia o que faria, já que meu cachê era diferente de toda a população figurante... quando fui esclarecida pelo cara da produção: o programa é o "1 contra 100" (no esquema de alternativas para testar os conhecimentos gerais, à la Show do Milhão), e estávamos lá para fazer um ensaio para o programa piloto! E eu seria essa "1", que ficaria cara a cara com Justos no intuito de eliminar a platéia dos 100, que também jogam. Nossa... medo, né! E por isso entendi quando a agência me ligou dizendo que precisavam de alguém "diferenciado" e que haviam pensado em mim. Aí, as pessoas vinham e me perguntavam se eu estava nervosa... e sim, eu estava, lógico, com medo de ser demitida pelo Justos e de me frustrar com meus conhecimentos gerais que de repente nem seriam tão gerais assim... Perguntavam se eu havia me inscrito no site para participar do programa... e outros absurdos do tipo... Mas até aí, eu estava animada, já que finalmente eu não seria mais uma figurante. Eu não era parte dos cem. Eu era "uma"! Bom, como tudo que vai bem termina mal, minha alegria durou pouco. Ficamos sabendo que o apresentador havia trazido seus próprios participantes! Yeah! Legal. Fui rebaixada para uma das cem... ah, não, né... mas, enfim, o cachê continuaria o mesmo e às 18h eu me mandaria, pois iria para Ribeirão a fim de chegar a tempo para cortar o bolo de aniversário da minha irmã, assim como o combinado com a agência. Aí... os cem, confinados, esperando, esperando, recebemos um kit lanche (uma tristeza por sinal!), esperando, esperando... fofocando, falando mal, passamos pela fila de maquilagem (disseram que a minha estava perfeita e dei meia-volta)... e quando se aproximava das seis horas... e nada de Justos, e nada de programa começar, fui liberada. No que subia as escadas com meu magro cachê no bolso, cruzo com "O Cara" e sua corja. E estou curiosa até agora, tanto quanto você! Nem sei o que se passou... mas certamente a galera ficou lá horas e horas para ganhar míseros 20 reais na platéia. No way!
Aí, eu, correndo, na esperança de pegar um ônibus que chegasse mais cedo do que minha carona que sairia às 21h, fui para casa, peguei minha mala e segui para a rodoviária. Metrô lotado! Imagine, você... sexta-feira... horário do rush, véspera de feriado prolongado. E só uma idiota como eu para achar que haveria alguma poltrona em algum Cometão ou Rápido Ribeirão... "Só às 21h", respondeu a moça do guichê. E nisso eu já estava p* da vida, naquela rodoviária que mais parecia alto mar com tormenta de pessoas... Então, com o rabinho entre as pernas... voltei para casa para esperar minha carona, que me buscou realmente às 21h. Cheguei em Ribeirão quase uma da manhã... o jantar de aniversário de 27 anos da minha irmã já tinha acabado... Requentei o delicioso camarão, bebi o resto de vinho que carinhosamente haviam deixado para mim, detonei dois pedaços de bolo e lá começava mais um delicioso feriado de obesidades, encontros, saídas, e lágrimas de mais um adeus.
Cheguei em São Paulo na segunda-feira, meia-noite e meia, depois de uma carona providencial com meu tio, 2kg mais gorda! E começaria então meu processo de desintoxicação pós-feridão! Hoje por exemplo... comi manga, morango, banana e maçã. Tô light.
E aí, são nesses lindos momentos que te ligam e chamam para um trabalho onde boa forma é essencial... ontem de manhã uma nova agência me ligou para um teste para propaganda de remédio para micose (eca!, mas ok, né...) onde eu estaria de jeans e sutien. Meu Deus, com que condição eu poderia me apresentar de sutien em um casting estando 2kg mais gorda do que já estava além de inchada de período pré-menstrual? É... tive que recusar...
Até que enfim meu DVD Book ficou pronto! Bonitinho! Bem editado depois de uma madrugada de terça-feira de trabalho e revisão que acabou às 9h da manhã de quarta-feira! Fui dormir às 10h da manhã, e totalmente zuada, não consegui descansar e já fui chamada para figuração na quarta-feira na propaganda da Oi, que começaria às 18:30h com prováveis 12 horas de duração. Ou seja, foram duas madrugadas seguidas sem dormir. Mas válidas. Muito válidas. Essa propaganda - da Oi Velox (a nova internet ultra rápida da Oi) - foi gravada no Memorial da América Latina, regada a muita comida, bebida, boa maquilagem, cadeiras... e um gordinho cachê que paga minha última parcela do seguro-fiança do apartamento. Fui dormir ontem às 4 da manhã, impossibilitada de ir à Mokai com o pessoal... E novamente, invejei os atores - o principal e o coadjuvante... ser figurante é muito frustrante. Muito.
E hoje, considerando ser ainda quinta-feira, foi um dia de amenidades... cadastros... e-mails... academia... supermercado...
Uma hora atrás fiz meu cadastro para um programa de novos talentos do Grupo Abril. Não desisti do jornalismo. Vou postar daqui a pouco a redação que escrevi na inscrição.
Ufa!
Acho que é isso. Atualizei o blog. Desculpem, leitores! Sei que já fui mais produtiva...
Sei também que já está tarde, mas ainda vou assistir Descolados, já que infelizmente, não tenho trabalho amanhã... a maré está baixa... muito baixa...
Boa sexta-feira!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

I´m a bitch (Meredith Brooks)

http://www.youtube.com/watch?v=ISG9tLTSj_Q
I hate the world today
You’re so good to me, I know
But I can change
Tried to tell you
But you look at me like maybe I’m an angel underneath
In a sentence sweet
Yesterday I cried
Most have been to see the softer side
I can understand how you’d be so confused
I don’t envie you
I’m a little bit of everything
All roled into one
I’m a bitch
I’m a lover
I’m a child
I’m a mother
I’m a sinner
I’m a sant
I do not feel ashamed
I’m your hell
I’m your dream
I’m nothin’ in between
You know, you wouldn’t want it any other way
So take me as I am
This may meen, you’ll have to be a stronger man
Jused to shooter, when I start to make you nervous
And I’m going to extreem’s
Tomorrow I will change and today won’t meen a thing
I’m a bitch
I’m a lover
I’m a child
I’m a mother
I’m a sinner
I’m a sant
I do not feel ashamed
I’m your hell
I’m your dream
I’m nothin’ in between
You know, you wouldn’t want it any other way
Just when you think
You got me
Figger out the seasons all ready changin’
I think it’s cool, you do what you do
And don’t try to sing this
I’m a bitch
I’m a lover
I’m a child
I’m a mother
I’m a sinner
I’m a sant
I do not feel ashamed
I’m your hell
I’m your dream
I’m nothin’ in between
You know, you wouldn’t want it any other way
I’m a bitch,
I’m tease
I'm a goddess on my knees
When you're hurt
When you suffer
I'm your angel undercover
I've been numb
I'm revived
Can't say I'm not alive
You know I wouldn't want it ANY other way...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Drops Of Jupiter (Train)

http://www.youtube.com/watch?v=4xXQFnIEf_Q&feature=fvst
Now that she´s back in the atmosphere
With drops of jupiter in her hair, hey, hey
She acts like summer and walks like rain
Reminds me that there´s time to change, hey, hey
Since the return from her stay on the moon
She listens like spring and she talks like june, hey, hey
Tell me did you sail across the sun
Did you make it to the milky way to see the lights all faded
And that heaven is overrated
Tell me, did you fall for a shooting star
One without a permanent scar
And did you miss me while you were looking at yourself out there
Now that she´s back from that soul vacation
Tracing her way through the constellation, hey, hey
She checks out mozart while she does tae-bo
Reminds me that there´s time to grow, hey, hey
Now that she´s back in the atmosphere
I´m afraid that she might think of me as plain ol jane
Told a story about a man who is too afraid to fly so he never did land
Tell me did the wind sweep you off your feet
Did you finally get the chance to dance along the light of day
And head back to the milky way
And tell me, did venus blow your mind
Was it everything you wanted to find
And did you miss me while you were looking for yourself out there
Can you imagine no love, pride, deep-fried chicken
Your best friend always sticking up for you even when I know you´re wrong
Can you imagine no first dance, freeze dried romance five-hour phone conversation
The best soy latte that you ever had . . . and me . . .

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Que dia estranho!

Hoje tive um dia estranhíssimo.
Como ontem fui para a Mokai, cheguei às 6h e hoje não tinha compromisso, acordei às 13:15h. A deprimência já começou por aí. Estava calor... parecia aqueles sábados quando minha mãe tinha um almoço na casa de alguém e eu sobrava em casa, sem nada na geladeira, sem o que fazer, perdida na vida. Hoje foi assim. Fiz um almocinho bem simples, simples mesmo, do tipo salada, arroz, bife e jiló. Sim, adoro jiló! Coloquei roupa na máquina... e comecei a batalha no computador.
Arrumei alguns detalhes das fotos do novo book e as enviei todas para as agências onde já estou cadastrada. Enviei também para algumas onde ainda não estou e cometi uma gafe. Como mandei os mesmos e-mails com as mesmas fotos para umas 15 agências, em um esqueci de colocar os destinatários em cópia oculta. Ou seja... se alguma tiver problema em a atriz/modelo estar agenciada em muitas outras, perdi a oportunidade. Mas enfim, foi. E nisso foi o meu dia na frente do laptop. De pijama o dia todo na frente do laptop. Até que recebi uma ligação que deu uma balançada na semana de ócio: amanhã farei o programa piloto de Roberto Justos. Não sei exatamente o que farei... mas do meio-dia às 18h estarei trabalhando. O que me preocupa é o horário que chegarei em Ribeirão para o feriado. Minha irmã que mora em Floripa conseguiu vir para passar seu aniversário e feriado, e amanhã terá um delicioso camarão, bolo e vinho para comemorar, e provavelmente eu chegarei na cidade depois das 23h. Droga. Mas tá bom. Me anima que conhecerei Roberto Justos - O Cara - e já ganharei um cachê que pagará minha passagem de volta.
Nem fui para a academia... Fiz uma sopa limpa-geladeira que estava deliciosa: beterraba, cenoura, mandioquinha, lentilha, cebola, alho e um toque especial. Aliás... caldos e sopas... agora é comigo mesmo! Me aprimoro na cozinha a cada dia. Lembrando sempre que faço tudo o que há de mais simples e mais fácil. E Sofia sempre adora meus super refinados pratos...
Ontem não gostei da balada. Músicas chatas. Vários BBB´s perumbulando pelo ambiente se achando as últimas bolachas do pacote, algumas meninas atrás deles, outras em cima, algumas embaixo... "É o seu novo mundinho agora", disse minha irmã. Me senti meio fora, meio sozinha, meio desanimada. Meio doente, talvez, já que acabei mesmo ficando resfriada...
Preciso agora decidir uma música para colocar no meu DVD Book. Escolha difícil...
Vou assistir ao Descolados no YouTube em instantes e estou com preguiça de ir até a cozinha beber água já que tem dois americanos amigos de Sofia na sala, pois conseguiram passagens baratas para Vitória e acordarão às 4 da manhã para lá passarem o feriado.
Comecei a ouvir umas músicas de 5,6,7 anos atrás. Tipo a Drops Of Jupiter que postarei logo mais. E muitas saudades do que não foi... vontade de chorar sem ter porquê ou por quem, sabe?!...
Comecei a reparar em propagandas, coisa para a qual nunca havia dado atenção. E comecei a reconhecer várias pessoas que tenho conhecido. Também passei a tentar assistir pedaços de novelas, e descobri que não me dá mais prazer em assistir, já que vejo com olhos técnicos e extremamente - e cada vez mais - críticos. Engraçado, né?
Mas, fico por aqui. O dia estranho se alastra... no tempo que de repente fechou, choveu, esfriou, esquentou novamente... na minha impaciência e na sensação de que tenho muito a fazer e na verdade não tenho... na textura da minha pele - extremamente seca mesmo com tanto creme... na minha figura balofa do espelho - sim, comi muito essa semana e para piorar, estou no início de uma TPM. Tá explicado!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

À la Twitter...

Buscando a adaptação neste mundo do fast-food, onde agora o ser humano tem preguiça até de ler e se comunica por curtas mensagens, lá vai uma à la Twitter - do qual, aliás, ainda nem faço parte: O que são calorias? "Calorias são pequenos vermes, inescrupulosos, que vivem nos guarda-roupas e que, durante a noite, apertam as roupas das pessoas."
Né?!

Sol!

Meu Deus!
Que tempo abençoado faz na capital desde sábado...

Finalmente, o dvd book!

Depois de semanas de agonia... depois de uma tarde perdida lutando contra o irritante e incessante som do tráfego de uma avenida de São Paulo... gravei agora de madrugada os dois monólogos para o dvd book.
Agora é só esperar a edição e enviar para meu contato da Malhação e para o SBT. Assim que finalizado o curta Ai, que susto!, também agregaremos ao material. E em breve, gravo uma ou duas cenas contracenando com outro ator, para aí sim, ter um dvd book recheadinho! Mas pelo menos, para a urgência, meus dois monólogos servirão.
Enfim. Eu fiz a minha parte. Agora é com eles! É torcer e acender umas velas e matar umas galinhas para que meu espírito bata com os produtores de elenco e da direção!
Minha irmã que mora loooonge virá para Ribeirão no seu aniversário no feriado! E finalmente teremos o quarteto de irmãos mais lindo do mundo junto novamente!
Planos para a semana?! Meu único plano foi o de hoje. "Vê se arruma uns bicos", disse sempre esperançosa minha mãe. Amanhã, só Deus sabe...
Minha garganta dá sinal de uma possível outra rouquidão. Essa cidade acaba com meu organismo! E dá-lhe água!
E vamo que vamo que o programa não pode parar!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A turma no final de semana

Houve uma época em que habitávamos uma cidade quase inóspita do interior. Uma época onde medos e incertezas sobre o futuro eram afogados em copos de plástico de Antarctica quente. Quando passávamos horas refletindo sobre as mais incríveis bobagens do universo... quando reclamávamos do sucateamento da universidade pública e dela éramos vítimas. Quando todo mundo ainda temia ser gente grande... Pois bem. Apenas um ano e meio se passou... os medos e incertezas se amenizaram e agora dividem as conversas com as já experiências profissionais. A alegria e euforia são refrescadas com taças de vinho: vinho branco, vinho rosé, vinho tinto... Quando ainda continuamos passando horas refletindo e dando risada das mais incríveis bobagens do universo. Agora, somos todos vítimas das garras do mercado de trabalho e não temos mais os muros da faculdade como proteção, mas temos a amizade e as lembranças que nenhum intercâmbio ou nenhuma promoção jamais apagarão. Como mudamos... e como tudo e todos continuam iguais! A nostalgia insiste, mas logo é substituida pela doce saudade de um tempo que já foi e que eu não gostaria que voltasse atrás. Cada amiguinho da Terceira Turma de Relações Internacionais da UNESP-Franca tem suas peculiaridades... suas meninices... seus dons... seu charme. Cheguei a pensar que a turma se dissiparia após a fatídica formatura, já que a vida adulta roubaria o tempo e a escala. Mas sempre que queremos, a união quase à força reune os membros internacionalistas que deixaram suas marcas na Franca do Imperador, sejam estas marcas de luta, de competência, de peleguice, de amizade ou/e de boemia. E agora cada um segue sua trajetória, nas, ao redor ou fora das Relações Internacionais, mas eternamente embebidos daquela histórica "Terceira Turma! De RI! Tudo de bom, é isso aí!"... Era o que cantávamos serelepes nos campeonatos anuais de futebol, sempre seguidos do Bar do Seu Zé ou de alguma baladinha onde tudo era possível pela bagatela de 5 reais...

Sexta-feira! Atrasada!

Eita! Fui dar uma de descolada e sair na quinta-feira sabendo que haveria de acordar cedo na sexta... e o que aconteceu?! Perdi hora! Lógico! Fui deitar às 5:15h. E não sei se o despertador tocou... se não tocou... mas as 6:30h viraram lenda e acordei desesperada às 8:30h, já arrependida da boemia e pedindo desculpas para a agência. Por sorte eu não havia tirado a maquilagem da noite anterior... e com apenas uns retoques e muita moral com o pessoal, ainda deu tempo de chegar no Shopping Interlar Interlagos a fim de cumprir mais um dia árduo de trabalho. E que dia! Ultrapassamos as 12h de filmagem, o que nos fez ter uma extensão de nosso cachê... mas eu estava no bico do corvo no final do dia, quando minha simpatia e paciência haviam se esgotado e uns chatos a elas acostumados me pediam: "Ânimo, menina!". E é aquela velha história da frustração de ser uma mera figurante... de observar a atriz que fazia a apresentação da propaganda e saber que eu também seria capaz daquilo. De ouvir comentários do tipo: "Nossa, ela é boa, né, decorou o texto na hora!". Meu, numa boa, decorar texto na hora é o de menos! Easy! Mas aí a gente se coloca no nosso lugar... e engole muita abobrinha. Mas muita abobrinha mesmo! Aprender a lidar com diferentes e desconhecidas pessoas é uma dádiva, e me desenvolvo a cada dia. Ouvimos comentários invejosos... recebemos comentários invejosos... escutamos reclamações e opiniões sem argumentos... mas, tudo pela harmonia do ambiente de trabalho! As figurinistas me pegaram para Cristo e escolheram simplesmente as roupas mais bregas do armário. Não sei se foi algo pessoal... ou estético... mas enquanto todas estavam fashion e arrumadinhas, com acessórios incríveis, me colocaram um vestidinho preto com botões e rendinhas xadrez com um sapato 2 números menor do que o meu, e posteriormente um terninho vermelho ridículo. Enfim. Cheguei em casa depois de uma abençoada carona desejando nada mais, nada menos do que minha cama. Recebi convite de baladas... mensagens interessantes... mas minha cama foi o evento mais atraente da noite. Acho que ela nunca esteve tão gostosa!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Esperar é complicado!

Pois então...
Ontem poderia ter trabalhado no período da tarde... Ontem poderia ter ido para a balada... hoje poderia ter trabalhado... e amanhã a mesma coisa... mas, como fiquei esperando o pessoal do video clip sertanejo... e como achei que pudesse gravar o dvd book... acabei que não fiz nada disso. Recusei um trabalho para sexta e outro para essa quarta/quinta/sexta, até que tive a incrível idéia de ligar para a produtora e perguntar se o clip ainda estava de pé. "Ah então... foi adiado para semana que vem..." E vocês iam me avisar quando?! E para o dvd book não rolou vaga na agenda. Aí voltei atrás na proposta da Trade Models de fazer vídeo institucional do Shopping Interlagos amanhã e pelo menos não perco a semana! Complicado, viu...
E hoje, após minha amiga desistir do nosso jantar - já que estava confusa por ter pedido demissão do banco onde trabalha -, não aguentei e aceitei o convite de um japa na casa de um amigo e depois vamos para a Pink Elephant. Mas avisei que não poderei voltar muito tarde, já que 6:30h da manhã meu despertador tocará.
Eita...
Mas tá tudo bem, obrigada por perguntar!

Informação e conhecimento

Sábias palavras ontem de Fernando Leal: "O que a gente ouve, a gente esquece...
O que a gente vê, a gente lembra...
O que a gente faz, a gente aprende."
Eu ando me sentindo meio burra nesses últimos tempos... Até a leitura de O Xangô de Baker Street se arrasta há mais de mês... não ando tendo insights como costumava ter... não escrevo mais os artigos que consegui um dia publicar... falta tempo ou falta vontade para ler e ouvir as notícias?!
Informações a gente recebe todo dia...
Mas conhecimento a gente carrega para a vida toda.
E neste mundo de tsunamis constantes de informações, e onde o ter e fazer são mais importantes do que ser e pensar, qual o preço do conhecimento e da reflexão?! Eles ainda valem alguma coisa?!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mini-trabalhos e muito trabalho...

Para uma semana que começou sem compromisso algum, até que estou indo bem até essa quarta-feira!
Ontem acordei meio-dia. Mas antes de você me julgar, explico que fui dormir às 4 e meia da manhã enquanto me entretia com as fotos daquele que eu chamo de meu segundo book... Aí, cheguei do curso de tv depois da meia-noite, e ótimo porque sempre encontro uma alma caridosa que me traz até em casa, e tive a surpresa de receber as fotos do catálogo da Claudia Blanco! Adorei! Ficou um trabalho bem bacana... parabéns para a modelo e para o fotógrafo! Aí conversei com Sofia, que fora beijada inesperadamente pelo professor de capoeira, e nisso fui dormir 2 e meia da manhã, com o despertador programado para tocar às 5h da manhã. E por quê?! Lembram-se do caso do trabalho da Mixer que perdi pois não encontrava o lugar numa triste sexta-feira?! E que eu estava com medo de nunca mais ser por eles chamada para trabalho algum? Pois bem. Fui chamada para uma figuração em propaganda interna do Pão de Açúcar (o mesmo que da outra vez...), só que hoje estava marcado para às 6h da manhã na Brigadeiro Luiz Antônio (graças a Deus a 5 minutos da minha casa) e por precaução, recebi 3 telefones para contato e 3 ligações para confirmar que eu iria e chegaria no horário. Não furaria dessa vez! Mas olha... chatíssimo... aí, espera... espera... fomos para Alphaville... tomamos café no próprio supermercado, achei um cabelo no meu quiche... e aí, mais espera... é maquilado com uma maquilagem com cheiro de velha... rola um medo de uma alergia... e recebemos a instrução de que não poderíamos sentar... espera em pé... grava... espera de novo em pé... espera dessa vez sentados em blocos improvisados... e finalmente às 2 e meia da tarde já estava em casa, com um cachê que preencheu minha carteira que estava vazia desde sábado. O bom foi que conheci um cara engraçadíssimo que foi minha distração do dia. Ai, figuração, ninguém merece!
Também ontem recebi o convite para participar de um video-clip de uma dupla sertaneja, onde haveria uma roda de viola e um casal apaixonado. E eu, a mulher apaixonada! Se topo? Topo, lógico! Se tudo der certo, a gravação será na sexta. Qual dupla sertaneja? Nem me pergunte... nem sei... Minha irmã disse: "Nossa, figuração é dose e clip sertanejo então, é fundo do poço... você deveria começar a pensar em teste do sofá..." E são esses tipos de coisa que a gente tem que aprender a fazer, a escutar, a engolir e criar forças para crescer, sempre tirando o máximo proveito até dos menores trabalhos.
Também fui chamada para ser recepcionista em uma feira no Center Norte hoje, amanhã e sexta, mas como aceitei o clip... e acho mais bacana já que se aproxima mais do tipo de trabalho que busco... e o cachê de um dia de clip seria o mesmo que 3 dias de feira, agradeci e recusei. Assim como tive que recusar uma outra figuração em publicidade de uma produtora que nunca havia me procurado. Já até avisei no e-mail que tenho DRT agora e que podemos começar a pensar em trabalhos apara além de figuração...
Fiz minha aulinha de circo... fiz um sopa delícia... acho que já posso até casar, viu... e agora estou aqui, debaixo do meu edredom, com uma legging por baixo do pijama e com um certo arrependimento mas alívio de ter recusado Mokai hoje. Finalmente me recuperei da minha voz... mas estou exausta... sem dormir direito... com frio... e na iminência de gravar meu dvd book amanhã. Será? Achei melhor me poupar da balada... que ficou para amanhã... ou sexta... ou sábado... ou domingo...
Amanhã já combinei um jantar com uma amiga para botarmos os papos já acumulados em dia. Um japa, talvez...
Me preparo agora para assistir Descolados... e dormir o sono dos anjos. Ando meio desanimada esses dias, provavelmente aflita com a gravação de um bom dvd e frustrada com um estrangeiro maluco que não vem ao caso... e uma Mokai hoje animaria bem os ânimos mas acabaria com o corpo... mas uma caminha quentinha com certeza será benéfica!
Já tenho planos para o final de semana...
Sweet dreams!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Backstage: Nem sempre o glamour da frente das câmeras!


Segunda de madrugada...

E como sempre, o tempo é curto...
Após perder 7h da minha segunda-feira entre arrumar mala, chamar taxi para a rodoviária, comprar a Folha de São Paulo na banca, estrada, Graal, estrada, chegar na rodoviária, metrô e chegar em casa, o dia já estava findando. Mas eu, mais do que prontamente, me arrumei para não perder a aula de circo. Hoje fizemos algumas acrocabias no tecido e trapézio - ou melhor, eu tentei fazer, né, gente, principiante total -, e aprendi que o nome do pó branco que se passa nas mãos para não escorregar é breu.
Voltei para casa... conversei com as meninas... colocamos os bafões do final de semana em dia, comi, tomei banho, arrumei meu armário que estava simplesmente uma zorra! Esse armário, aliás, me deixa louca todos os dias. Como não existe gaveteiro, as roupas estão nesse momento, empilhadinhas. Mas aí, daqui 3 dias, abre meu armário para você ver... elas estarão empilhadas, deitadas, jogadas, amassadas, escondidas, perdidas... um caos! Preciso de um gaveteiro. De uma cama. E de um espelho. E de um tapete também. Aí sim o quarto estará completo! E lá se vai mais gasto...
Meu final de semana foi uma delícia... apesar do frio que também resolveu arrombar as portas de Ribeirão Preto. Sábado fiz minha unha (já que o pessoal em SP não é muito bom de serviço...), e fui assistir, despretenciosamente, Se beber, não case!. O trailer não havia me atraído muito, achei que se trataria de um besteirol americano, mas fui no embalo da minha irmã que estava louca para ver. Aí, comprei aquela pipoquinha especial e pegamos a sessão das 19h. O filme se trata de despedida de solteiro de Doug em Las Vegas, acompanhado de dois amigos (o galã e um destista quadradão) e do bizarro cunhado. Cada personagem é muito distinto do outro, o que faz do quarteto um quarteto mais que fantástico e com uma química engraçadíssima! Tratando da saga do grupo em uma madrugada sem memórias na cidade das luzes devido à ingestão da droga do "Boa noite, Cinderela", o filme brinca com clichês masculinos, naquele velho e conhecido gênero de beber todas e destruir! No filme, destruir em Las Vegas, na vida real, bom, em qualquer lugar, balada, Porto Seguro, bar, festinha de amigos, formatura, casamento... Os caras já estão na casa dos trinta, mas teimam em agir como se tivessem saído da high school. E vamos combinar que tem muito disso por aí, né, moçada... Aliás, só tem. Tem muito homem barbado aí achando que está na puberdade... Eu dei risada o filme todo, e me surpreendi com esse sucesso inesperado de bilheteria que foi nos Estados Unidos. Gente, vai assistir! Vale a pena! E como esses americanos são filhos da p*, né! Sabem vender o peixe como ninguém... saí do filme também querendo quebrar tudo em Las Vegas! Um bom merchandising da Cidade do Pecado, um bom merchandising para o american way of everything!
Ainda no shopping, recebi a ligação com o convite de uma participação-figuração em um longa. Seria no dia seguinte - domingo - e eu seria uma recepcionista de hospital, com possibilidade de uma pequena fala. É... doeu, mas tive que agradecer e recusar, já que o dia já estava reservado...
Bom, mais tarde, Only Black and White! A festa estava linda... as músicas fantásticas... (como sempre, eu e minhas músicas)... até Jesus Luz (namorado da rainha do Pop) estava presente! Um pouco mais vazia do que o esperado... um frio do cão... e as companhias, bem, não muito animadas como eu. Quando minha irmã, a penúltima do bando a permanecer na festa, reclamou de dor no pé e resolveu sentar no sofá... era hora de ir para casa!
Domingão... chuva... almoço em casa... casa da vó... e dia de ensaio do Porca Miséria! Uh la la! Confesso que não estava em minha melhor forma para teatro, mas, foi que foi. Minha cabeça deu um nó, já que fiz uma trajetória com minha personagem Miquelina Buongermino que não deu muito certo ao gosto do diretor... ano passado fiz essa personagem louca, italianona, com movimentos largos... mas aí, ao começar o INDAC... cinema... e a tv... e a ter percepção de uma naturalidade de cena, diminuí Miquelina. Diminuí, aprofundei e amarguei a personagem! Fato que me fez levar umas broncas e ter de voltar às características iniciais. E dia 17 de setembro estaremos às 20h no Teatro Municipal no 5o Festival de teatro TPC!
Exausta... acabava meu final de semana... e fui cedo para a cama, que me chamava quentinha... e que me abrigou com mais 3 cachorros brancos e cheirosos pela manhã.
Aí, era a hora de vir embora...
Acabei de ver as 297 fotos da semana passada! Gostei de algumas muitas, sim, ufa! Acho que dá para trabalhar com esse material por um bom tempo!
E assim começa a semana. O relógio já bate na casa das 2 e meia da manhã... e o tempo é sempre curto!

sábado, 22 de agosto de 2009

(continuando...)

na novela do SBT. Mas entenda-se o não muito tarde como chegar em casa 6 da manhã, após comer meio lanche e um pão de queijo recheado na Galeria dos Pães. Conheci um ator (que na verdade já conhecia da televisão) amigo de amiga e que já se tornou amigo também. Ando tendo sorte nas companhias... Quando entrei e casa e fui beber uma água antes de ir deitar, dou de cara com Sofia, já acordada para sua aula que começava às 7h. Isso nos faz - boemios - nos sentir mal, né. Às 8h, tocou o infame despertador. Ai ai ai. 9:30h estava na Barra Funda, à espera do ônibus que seguiria para a emissora. Bom, já no caminho comecei a sentir os pesares de ter aceitado, mais uma vez, aquele tipo de trabalho. Além da noite não dormida, o frio aumentava a cada minuto, o vento balançava tudo cada vez mais forte, as horas de espera... o vestido curto para a cena "na praia" enquanto a temperatura anunciava uns 13 graus que caiam com a sensação térmica promovida pelo constante e interminável vento.... o descaso com os figurantes, jogados em qualquer canto da fria cidade cenográfica... a chuva. Ai a chuva! Jurei para mim mesma que não mais aceito me sujeitar a esse tipo de trabalho para se ganhar tão pouco. Eu tenho um DRT e acredito que isso pode dizer alguma coisa, que pelo menos posso fazer trabalhos mais dignos do que essa figuração. Não que o trabalho não seja digno, porque é e muito, mas o tratamento que se recebe, isso passa longe da dignidade. Desta vez não achei lado positivo algum do meu dia. Acho que já tive as boas oportunidades que a figuração em Véu de Noiva poderiam me oferecer: contatos e certo aprendizado de como funciona um set de filmagem de novela. Talvez seja hora de parar e agora, trabalhar com elas.
Cheguei em casa mais de nove da noite, exausta, com frio, nariz escorrendo, tomei um banho quente delicioso... e quando me preparava para colocar meu pijama quentinho... o celular toca... e era esse novo amigo ator, me chamando para a Pink. Ui. Pensei no meu cansaço... na minha voz... aí pensei na falta de programação para sexta-feira... em como a vida é curta e fui. Desta vez, Cesar Cielo, com trilhões de modelinhos dando em cima, estava no camarote. Foi divertidíssimo. "Você está se desviando", disse minha irmã. Calma, calma. Estou só aproveitando minha juventude e esse momento de novidades, com o pezinho no chão. "Tem que ter cuidado com o fígado!", exagerou minha mãe.
Aí acordei hoje, fiz um macarrão e segui para a rodoviária. Voltei para Ribeirão por ser aniversário do meu irmão (comemorado com 3 belas pizzas agora à noite), por ter ganhado convite da Only Black and White para amanhã, e ter ensaio do Porca Miséria no domingo, já que apresentaremos no Teatro Municipal dia 17 de setembro.
O frio e a chuva também chegaram a Ribeirão, me preocupando sobre a roupa e o frio para a festa de amanhã.
Enfim... foi isso. Justifiquei minha ausência?
Ótimo final de semana para você! Vou agora assistir ao último capítulo de Descolados, que também ficou de lado por causa da boemia esta semana...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Por onde eu ando?!

Depois de uma enchente de perguntas dos meus milhares de leitores e seguidores do tipo: "Por onde você anda?", eu estou aqui para responder e mais uma vez me desculpar: a vida boemia comeu minhas noites dessa semana.
Tá, eu sei, isso não é o mais saudável, mas estou aproveitando uma maré de coisas novas e pessoas interessantes. E como a gente vive apenas uma vez...
Segunda-feira tive a seleção para duas feiras: Adventure e Salão 2 Rodas. Sendo o mesmo cliente, passei apenas para o Salão, de 7 a 12 de outubro. Sei que a roupa será um macacão (comprido e soltinho, disseram) e tênis, com um bom cachê e alimentação inclusa. Serão dias que comerão meu feriado, mas... que feriado? Nessa vida que escolhi feriado será uma palavra cada vez mais escassa e eu sei disso.
Fiz novamente minha sobrancelha, que agora está pronta! Tchanã! Jajá coloco foto do antes e depois. Incrível e elogiadíssima diferença!
E as aulas de circo estão se tornando minha nova paixão... jajá farei acrobacias no solo e na cama elástica. Até um pseudo-flick eu comecei a tentar fazer, obviamente com a ajuda do professor. Elogiaram minha postura.
Terça fiz a sessão de fotos e ainda estou aguardando o resultado. Tive uma prévia de 6 delas que não me deixaram muito feliz, mas, como no total são mais de 200, pelo menos 5 boas devem ter, né. Eu espero. Infelizmente, a voz ainda estava rouca e portanto foi impossível de gravar o DVD book. Isso está me deixando ansiosa. A cada dia que passa a urgência se torna ainda maior... transferimos para a próxima semana.
Aí, tive meu curso de tv, sempre muito bom... e a noite foi longe. Sem delongas.
Quarta, bom, acordei às 11h, tranquila, fui à academia, fiz meu almoço, comprei o jornal, li 1/4 do jornal, vi tv e quando já estava de pijama, recebo o convite para ir para Pink Elephant. Bom, não dava para recusar! Me arrumei, correndo, lógico, e fomos. Antes passamos na Forneria São Paulo, chikérrima, e seguimos para a Pink. Mas a balada estava miada... bem miada.... Aí, dois copos de vodka com energético depois, resolvemos ir para a Mokai. Lá sim! Mas não podia ficar até muito tarde, já que no dia seguinte, quinta-feira, aceitei mais uma figuração... (continuo depois, minha carona está aqui embaixo!)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

All these things that I´ve done (The Killers)

http://www.youtube.com/watch?v=dXkWW_q_OTM&feature=fvst
When there's no where else to run
Is there room for one more son
One more son
If you can hold on
If you can hold on, hold on
I wanna stand up, I wanna let go
You know, you know - no you don't, you don't
I wanna shine on in the hearts of men
I wanna mean it from the back of my broken hand
Another head aches, another heart breaks
I am so much older than I can take
And my affection, well it comes and goes
I need direction to perfection, no no no no
Help me out
Yeah, you know you got to help me out
Yeah, oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out, yeah
And when there's nowhere else to run
Is there room for one more son
These changes ain't changing me
The gold-hearted boy I used to be
Yeah, you know you got to help me out
Yeah, oh don't you put me on the back burner
You know you got to help me out
You're gonna bring yourself down
I got soul, but I'm not a soldier
I got soul, but I'm not a soldier
Over and in, last call for sin
While everyone's lost, the battle is won
With all these things that I've done
All these things that I've done (Time, truth, and heart)
If you can hold on
If you can hold on...

domingo, 16 de agosto de 2009

Desleixo

Olha o desleixo!
Não dou às caras há alguns dias, eu sei, mas já conto tudo o que se passou. Ou quase tudo...
Quinta fui fazer o teste na Estação Felycidade. Após muita conversa e explicações sobre o funcionamento de trabalho, iniciaram-se as apresentações, cada qual com seus diferentes talentos: dança, canto, musical, interpretação, clown... Mesmo com a voz já meio rouca, pedi desculpas por qualquer deslize vocal, já que lutava contra um resfriado desde domingo passado. Eu escrevi minha própria cena, baseada no perfil que eles haviam me passado: uma adaptação do jogo de vaidade da Rainha da Branca de Neve ao ouvir a fatídica resposta do espelho mágico. Com uma pitada de humor e uma atualizada em alguns fatos da história, fiz as pessoas rirem, sei que mantive a atenção do "público" presente e ganhei um "Ótimo, Stella, muito bom!" de um dos sócios da companhia. Saí de lá com uma ótima sensação de dever bem cumprido e comprovei quanta gente boa tem por aí... Acho que estou dentro, só espero não cair do cavalo. Agora espero um retorno deles essa semana. Vamos esperar.
Aí, fui cumprir as burocracias do DRT! Levei todos os documentos necessários no Ministério do Trabalho e já estou com meu protocolo em mãos! Tchanã! Mais 58 dias e meu DRT será uma realidade! Até então havia sido um dia muito bom... e aproveitando as redondezas do metrô Anhangabaú, observei do outro lado da avenida uma loja de sapatos. Hum... Não custava nada dar uma olhada, já que eu procurava botas em São Paulo desde o começo do inverno. A trilha sonora da loja já indicava que estava com sorte, tocando Diva da Beyoncé, que combinava especialmente com aquele meu momento de quase euforia. Mas e não é que encontrei? Não uma, nem duas, mas três botas, lindas e com preço especial! Hesitei... pensei no consumismo... no baixo orçamento... mas revi todas as lojas que já havia percorrido procurando botas baratas, pensei em todos os looks que seriam possíveis com cada uma delas... e já fiz os planos de não comprar mais nenhuma outra no próximo inverno.
Voltei para casa, almocei, fui para a academia, tive o prazer de lá ver o grande Wagner Moura, experimentei uma aula de yoga - que definitivamente, não combina comigo - e fui para casa, já planejando a noite de comemoração...
Afinal de contas, era um dia que merecia uma celebração e acabamos na Pink Elephant, naquele esquema que vocês já conhecem... Minha carona - do aniversariante do dia - era simplesmente um carro forte todo adapatado com sofás de couro, barzinho e um som a-ni-mal! Passamos antes no restaurante badalado de Fausto Silva, o Shaya na Rua Amaury, que pelo horário não estava nada badalado, tomamos um drink e comemos um petit gateaux, e seguimos nosso rumo às duas da manhã. Noite ótima, ótima noite, que me fez chegar em casa às 8 da manhã com uma embalagem de um Quarteirão do Mc Donald´s. Depois de tirar rapidamente os sapatos e devorar o lanche, olhei para minha cama que me olhou de volta, mas sem perder o pique, peguei minha mala, respirei fundo e segui para a rodoviária, subindo no ônibus das 9 da manhã rumo à Ribeirão Preto. Dor no pé, sede, cansaço, muito sono, cheguei na Califórnia. E aí, almocei com minha irmã; japonês ruim com as meninas; conversa com meu "padrasto-médico particular"; cinema e de novo japonês bom dessa vez com minha mãe; visitei as tias; brinquei com as cachorras; fiz unha; depilação; cortei o cabelo; comprei um batom rosinha, uma blusa e meias; tentei não comer muito; fui a um bar country com uma querida amiga, mas nem rolou muito... enfim.
Agora começa o domingo. Preguiça imensa de pegar ônibus amanhã sabendo que sexta-feira volto para cá, já que é aniversário do meu irmão, tem Only Black and White no sábado e ensaio do Porca Miséria no domingo! Quando vão inventar o tele-transporte, hein?!
Estou rouca e mentalmente tento me livrar dessa rouquidão até terça para a gravação do dvd book. Será possível?
As novidades são muitas mas ao mesmo tempo muito poucas. Mas está tudo bem. Pelo menos por enquanto! E a gente vai levando...

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Burocracia

Vou me corrigir...
Ainda estou a 60 dias do meu número de registro do DRT. Sim, porque tudo é uma burocracia danada! Hoje assisti à uma palestrinha obrigatória no SATED sobre nossa legislação e sobre a valorização do artista e o valor de cada um, e amanhã vou até a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado de São Paulo dar entrada na documentação, já aprovada pelo Sindicato. E nisso já vai meu dia todo... Assim, nestes dois meses de espera, terei um número de protocolo que já vale muita coisa, mas meu número, número mesmo... bom, paciência.
Fiz minha segunda aula de circo, hoje na cama elástica. Fantástico. Eu caio, perco o equilíbrio, me irrito, tento de novo, consigo ou acho que consigo... é uma aula de superação!
Assisti ao 5o episódio de Descolados no Youtube e já com vontade do 6o, 7o, 8o...
Gostaria de ter saído hoje mas tive que me contentar com uma cervejinha em casa mesmo, já que amanhã acordo às 7h e vou fazer milagre no teste da Estação Felycidade, sendo que desde domingo brigo com um resfriado que teimou agora à noite enquanto ensaiava para meu teste em tirar minha voz. Já tomei um chá agora pouco e falando nisso, vou tomar a segunda vitamina C do dia. Resfriado, jamás! Tentei resistir mas havia uma caixa de Bis branco na sala... e bom, como o próprio nome diz, eu pedi bis algumas vezes... e lá se foram 5 chocolatezinhos... ê beleza!
Boa noite... durma com os anjinhos...

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Sutilmente (Skank)

http://www.youtube.com/watch?v=geDHzXg56UU
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe
E quando eu estiver triste

Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce
Mas quando eu estiver morto

Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim

Dentro de tudo que cabe em ti...

6 meses em São Paulo

A gente nem pode elogiar o clima que ele resolve se voltar contra nós... e assim, os termômetros marcam 12 graus nesta madrugada. São 2 e 15 da manhã, acho que ainda estou sem sono mesmo deitada aqui quentinha embaixo dos meus dois edredons. Não tenho muito o que dizer nem contar... Acabei de assistir a dois capítulos de Descolados da MTV, que estou adorando por sinal. Na mesma linguagem e paisagem que Alice da HBO, dá para se identificar com muita coisa ali. Virei fã!
Hoje tive meu segundo dia de aula no curso avançado de tv. A turma é grande, bem diferente daqueles que estiviram comigo ao longo de julho. Fernando Leal me perguntou se está valendo a pena. Orra! E como!
Amanhã irei ao SATED à tarde assistir à palestra obrigatória para se pegar o DRT.
Estava dando uma olhada no blog, nas minhas primeiras postagens, e ao fazer as contas, vi que hoje faço 6 meses de São Paulo! E quanta coisa aconteceu, hein! Quanta coisa mudou, como eu mudei mesmo em tão curto tempo... quantas pessoas conheci... Cheguei inocente na cidade grande, acreditando em contos de fadas, caindo em contos do vigário, querendo subir ao pico mais alto em apenas 24h e achando o máximo fazer parte do dia-a-dia da maior cidade do país. Me achava parca, pequena, pobre, inexperiente... e todos me achavam uma louca desvairada corajosa por chegar aqui sem nada nem ninguém conhecer. Já tive medo de ficar sem teto e antes ficava impressionada com as coisas malucas que só por aqui acontecem, hesitava pegar ônibus, e me perdia nos sentidos da Av. Paulista. E quem diria que agora a atravesso no mínimo umas 4 vezes por dia...
Ainda me lembro da trilha sonora que embalava minhas idas ao Studio Fátima Toledo para minha aulas em janeiro... do tanto que eu reclamava do calor do qual agora neste inverno sinto tanta falta. Cheguei sonhando com o DRT e agora ele está a algumas horas de mim. Cheguei endeusando a televisão e estou acabando de matar suas cabeças e vejo o quão possível ela é. É possível. Tudo aqui é possível.
Mas o tempo passou rápido... e já quantas histórias para contar... Ainda sou mirim, ainda tenho pouca experiência, sou peixe pequeno ainda, eu sei. Mas um grande já disse que tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Mas neste caso, não só a alma, mas a paciência, o sonho, a batalha, o estudo, o dinheiro, a paciência, a paciência...
Eu me sentia em um filme, embalado pela minha própria trilha sonora, lembra?! Mas agora sou parte de uma novela infinita... e tô brigando para ser a protagonista.
Feliz 6 meses, São Paulo! A gente ainda vai ter muito o que comemorar...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Meu final de semana foi delicioso... tranquilo... ensolarado! Que clima gostoso que reinou nessa cidade nos últimos 4 dias! O paulistano ficou até mais alegre e mais bonito ao sentir o sol depois de tanto tempo sendo devorado pelo mofo... No sábado as ruas estavam cheias! Cheias de gente com seus vestidos, bermudas, sandálias, chinelos... De manhã fui à academia e depois fui comer um japonês bem gostoso na R. da Consolação que durou até às 17h! No caminho de casa, pegamos um trânsito incrível na Oscar Freire - movimentádissima! - e observamos as pessoas, as celebridades e os papparazzis (que provavelmente já devem ter vendido para Caras e Contigo! suas fotos, como as de Dri Galisteu lindérrima com suas sacolas). Aí também quisemos fazer parte do movimento e paramos para comer no O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo. Hum! Delícia! Não sei se é mesmo o melhor do mundo, mas que é muito bom isso é. Aí, não me bastando, fui encontrar um trio de irmãos que muito amo para irmos ao cinema e comer alguma coisa. Ajudei-os a escolher presente para o pai, assistimos A Era do Gelo 3D, e lightmente, fomos ao Burdog. E assim acabou meu sábado, quando cheguei em casa às 2:30h da manhã após ter recusado um convite para ir à Pink Elephant no esquema VIP que só a gente conhece...
Domingo! Dormi até acordar... fiz um caldo delicioso que limpou tudo o que havia na geladeira, almocei com Sofia, e fomos ao supermercado repor a casa que já estava sem comida alguma. Aí, resolvi dar uma volta no Shopping Pátio Paulista, ver se aproveitava os últimos dias de liquidação para comprar algumas roupas legais para minhas próximas fotos, e lógico que na promoção não achei nada. Mas fora dela... Aí voltei para casa... de vestido... sem casaco nem jaqueta... agradecendo os 24 graus daquela noite... me decepcionei com o Information Society desafinando super em Repetition no Faustão... assisti ao Fantástico depois de séculos... Irritando Fernanda Young... rodei todos os canais que tive direito... e fui dormir, rezando e desejando um Feliz Dia dos Pais para meu pai.
Neste país onde roubar faz parte do cotidiano, parei agora de usar a wireless do vizinho. Não porque tenha decidido parar, mas porque agora não é mais preciso. Finalmente nosso roteador foi instalado e agora posso ir para cima e para baixo com meu laptop, fazer download de novas músicas e não mais me irritar com a internet alheia que vivia insistindo em não conectar.
Às vésperas de findar o mês combinado, Sofia decidiu ficar conosco por todo o semestre! Não há do que reclamar! Nem nós, nem ela. Hoje a levei ao salão comigo para fazer as unhas das mãos e dos pés, já que na Europa este serviço é caríssimo. Ela se mostra muito disposta a conhecer nosso dia-a-dia, nossa cozinha, a nos conhecer, já está entretida em um grupo de capoeira, toca seu berimbau, já conheceu a depilação brasileira, e o amor de um brasileiro...
Hoje fui fazer as unhas e depilar especialmente para as fotos que seriam tiradas na quarta-feira. Mas a sessão de fotos e a gravação do DVD Book foram transferidas para terça-feira que vem, devido às atribulações de agenda. Recebi convite para trabalhar terça, quarta e quinta em uma feira, mas infelizmente, tive que recusar, já que tenho compromissos para os três dias. Uma pena. Mas tá vendo como tudo está ficando mais agitado? Eu estou com um bom pressentimento sobre a próxima fase... Com fotos novas, sobrancelha nova, DRT novo em folha e novos e velhos contatos, dá para movimentar a vida!
Também hoje finalmente deu tempo de fazer aula de circo! Que delícia! E incrivelmente ainda tenho resquícios dos meus anos de ginástica olímpica! Também joguei vôlei e voltei para casa, com o corpo cansado e prometendo uma certa dor muscular para amanhã...
Mas agora o friozinho volta a dar às caras novamente... e eu me encontro debaixo do meu edredom, sem grandes planos para amanhã além do curso que se tornou minha paixão.
Sofia me contou agora pouco que um amigo seu da Áustria que está no Brasil há apenas duas semanas já está fazendo as malas para partir. Não gostou do país, odiou a cidade, não sentiu conexão com a brasilidade que beira a marginalidade. Mas, tá bom, né! Cada qual com seu país, cada qual com suas desistências, cada qual com suas escolhas... O Brasil não é a melhor terra do mundo, mas é a minha... e sendo tudo o que eu tenho, fico nesta luta de sugar e ser sugada, buscando sempre o meu lugar ao sol.

How soon is now? (The Smiths)

http://www.youtube.com/watch?v=_U5HpeA_WSo&feature=channel
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way
I am human and I need to be loved
Just like everybody else does
There'sa club if you'd like to go
You could meet somebody
Who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean?
See I've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way
I am human and I need to be loved
Just like everybody else does...

sábado, 8 de agosto de 2009

Telefones...

E esqueci de comentar... mas agora sou praticamente uma paulistana com celular 11. Ufa! Que parto também, hein. Quem vê pensa que é tão difícil adquirir um chip 11... E também estreei em compras da chinesada. Ao procurar bons, bonitos e baratos aparelhos de celular, de ser mal atendida na Claro e de não achar nenhum aparelho bonito na Oi, resolvi investir em uma lojinha do Boulevard Monti Mare da Av. Paulista e comprei um Sumsung de dois chips. Leu bem?! Sumsung. E ó, bonitinho, ele! Tô apanhando para aprender a mexer e ainda me confundo com seu português de Portugal... Na verdade não comprei, ganhei da minha madrinha que se comoveu com minha real e fatídica choração de miséria... Ela disse: "Espero que você seja feliz com ele!" e eu respondi: "Espero que eu receba as mais altas ligações nele." Obrigada, Madrinha! 2 chips em um só aparelho fazem toda a diferença nesta minha fase de adaptação/fixação onde estou cá e lá... apesar de que o lá começará a ficar cada vez mais esporádico...

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Resolvi ficar!

Mesmo com todo mundo tendo retornado às suas cidades natais para ficarem com seus respectivos papais, achei melhor me quedar na capital. Para economizar com a carona, para comer menos, para escrever e pensar mais, para parar um pouco. Mas já começo a sentir os pesares... já que minha noite de sexta-feira foi frustrante e ainda não tenho planos empolgantes para meu sábado. Mas jajá eu chego neste ponto. Vamos por partes! Primeiro falarei da minha balada de quarta. Que balada! Jesus-Maria-José! Minha carona me pegou em casa, pulamos a parte da fila da entrada, tive meu cartão zerado e nos dirigimos ao nosso simples camarote. Bom, para começar que era o camarote de Rico Mansur. Bem normal. Minha amiga, ainda receosa por nos conhecermos apenas há algumas horas, perguntou logo que entramos: "Ai Stella, você é animada, né? Fiquei com um medo de você bodiar...". Amiga, don´t worry, be happy. Assim que entrei, um senhor (eu ia dizer velho, no sentido pejorativo da palavra, mas vá lá) certamente da alta sociedade, olhou para mim, me pegou pela mão e disse "Venha para o meu camarote!" Tentei ser simpática, inventando desculpas para não ir. E ele insistia. Quando saí de perto e subi no nosso, bem ao lado do dele, ainda tive que aguentar alguns olhares e depois vê-lo sendo agarrado por uma mocinha (interesse?!). Eu, hein! Alguns passos e damos de cara com Giannechini, que conhece essa minha nova amiga. Ao longo da noite, BBB´s aqui, cantoras ali, modelos lá, e eu, e minha amiga - uma graça por sinal e mega animada -, e as bebidas, e as músicas, e tudo. Encontrei conhecidos lá dentro, o que passou a ser rotina na minha vida em São Paulo, porque sim, eu também estou conhecendo as pessoas. Enfim, não gastei um real. Nem um real! Dançamos até o fim, quando apenas 10 pessoas restavam na pista e o camarote já se encontrava vazio. É, acho que era hora de partir... noite divertíssima. E como é fácil se perder nesse mundo de baladas... quem não tiver pé no chão, dança. E mais uma vez constatei que as melhores baladas são as que menos esperamos. Eu confesso que quase desanimei de ir quando recebi o convite, por n fatores: cansaço, pelo fato de ter acabado de tê-la conhecido, preguiça, por zuar meu meio da semana e tal. Mas como valeu a pena! Aliás, eu fico impressionada em como estou aberta para as coisas nesses últimos tempos. Houve aqueles em que eu era uma concha, mas agora, abro braços e mente para o que der e vier. Sempre com cautela, obviamente, mas sem medo de dizer "não" para o improvável. O improvável está se mostrando cada vez mais espetacular!
Quinta-feira. Ai. Acordei... fiz um almoço delícia, pois estava precisando de sal e de gosto, fui para a academia... e a agenda mais uma vez, para minha felicidade, agitada. Consegui conciliar de encontrar a turma da faculdade em um bar perto de casa, para comemorarmos a recente entrada de um amigo no mestrado da USP e na UNICAMP, matar um pouco da saudade, e ver como todos nós estamos muito diferentes do que éramos um ano e meio atrás. Saí correndo do bar e fui para a pré-estreia do curta (de finalização de curso) de um amigo no HSBC Belas Artes. Incrivelmente, a turma do teatro estava quase completa para prestigiarmos o futuro cineasta. Admito ter ficado espantada com tanta gente, tanto burburinho, famosos e não famosos, e tanta gente que eu também conhecia, já que esse mundinho é bem pequeno mesmo! Foram necessárias duas sessões e a explicação é simples: a presença da O2 no filme e no background do garoto. Sem delongas. O curta "Apenas uma Noite", bem curto de apenas 15 minutos, muito me agradou. Assistiria fácil a uma hora e meia da boa produção desses jovens recéns-formados pela USP. Merecem todo o sucesso! Depois de comes e bebes, subimos para uma festinha no andar de cima e por lá ficamos até às quase 3 da manhã.
Sexta-feira. Hoje. Ontem havia recusado o segundo convite para uma outra balada VIP pois precisaria estar inteira para minha reunião com Paulo Pompéia, o diretor do SATED-SP. E gente! Deu tudo certo! Semana que vem terei meu DRT provisório em mãos. Paulo me disse que tenho ainda pouco tempo na carreira mas que me concederia meu registro e que, em um ano, comprovando os trabalhos que se Deus quiser certamente eu farei, pego o definitivo. E agora, meu amigo, a coisa vai virar profissional! A reunião que na verdade foi um diálogo de sete minutos, terminou quando eu disse que levava um abraço de Noir Evangelista e Lucia Capuani, meu diretor e uma professora do TPC de Ribeirão Preto. Simpático, ele agradeceu e mandou que eu levasse o recado de que a escola precisa se regulamentar, já que o interior, sendo já um pólo e Ribeirão Preto um centro de excelência em ascenção, ainda não dispõe de escolas que concedam o DRT para os alunos. Transmitirei o anúncio.
Feliz e contente... voltei para casa. Aí então, conversando com um amigo sobre a segunda temporada da série da MTV, Descolados, enviei meu material para o casting da produtora Mixer. Imediatamente, me ligaram oferecendo uma figuração na propaganda do Pão de Açúcar hoje à noite. Pensei, "bom, não tenho nada para fazer... pode ser uma boa...". Dei uma passada de 45 minutos na academia, voltei, me arrumei, procurei o endereço no meu salvador Google Maps, e saí (correndo, lógico!) de casa com uma hora e meia de antecedência pois odeio me atrasar, mesmo nessa cidade maluca. Ok. Com medo de não chegar na hora, desci onde o Google me havia mandado descer. E tranquilo, de lá era só perguntar para pessoas na rua que em 7 minutos eu estaria onde deveria estar. Acontece que... ninguém sabia onde era a tal avenida Major Silvio Magalhães Padilha. Ninguém. Nem taxista... nem 156, nem segurança, nem o guia do ponto de táxi. Desesperada, pois já eram 20h, meia hora passada do horário combinado, coincidentemente encontrei uma amiga na rua mas ela também não sabia me ajudar. Aí, me mandaram pegar um outro ônibus, descer na Berrini, atravessar uma ponte da Marginal e andar até essa rua. Respirei e bati no peito que talvez esse trabalho não deveria acontecer. Sem nenhum contato da produtora para avisar, voltei para casa. Frustrada, me sentindo culpada por não ter olhado melhor o mapa, por ter perdido uma oportunidade de trabalho, e talvez futuras outras, já que acho difícil a Mixer dar uma segunda chance para a figurante que deu o bolo no primeiro trabalho com eles, e por ter jogado R$4,60 de ônibus no lixo assim como 5 horas da minha noite de sexta. Cheguei em casa torcendo para estar sozinha e chorar de ódio mas fui recepcionada por Sofia na sala:"How are you?". E eu respondi: "Super brava"... Resolvi mandar um e-mail para a Mixer, explicando o problema, o mal-entendido, minha mirinzice já que nunca antes na minha vida eu havia perdido trabalho ou dado bolo em alguém, e pedindo desculpas. Nisso me ligaram, uma hora e meia depois do horário combinado, querendo saber se eu ia ou não. Expliquei mais uma vez e senti a voz decepcionada e irritada do moço que me dizia: "Tudo bem... vou tentar procurar alguém que te substitua". Sei que não estava tudo bem, mas, bom, fiz minha parte. E torço para que eles entendam e me chamem sim para um segundo, terceiro, quarto... trabalho. Essa amiga que havia encontrado me mandou mensagem e me ligou mais tarde, querendo saber se tudo tinha dado certo, e ao ouvir minha voz desanimada, escreveu em um breve e-mail: "Mas isso é só 1 trabalho. Voce rala tanto, que com certeza vão surgir coisas muito boas!". Assim espero, Ju.
Enfim. Foi isso. Assisti a um pouco de tv, vou voltar para assistir mais, espero ter inspiração nesse final de semana para escrever as cenas do dvd book.
Quinta-feira que vem tenho teste na Estação Felycidade (não estou tão dentro quanto pensava!), onde preciso apresentar qualquer cena de 3min.
Já tenho duas feiras de 4 dias cada marcadas para começo de setembro e começo de outubro, além da outra no fim de setembro. E é isso ae.
Não vou contar dos planos teóricos para amanhã e domingo, mas conto os que vierem a acontecer. Mas pelo menos um japa no almoço de amanhã com um amigão está de pé!
Bom final de semana... enquanto eu sozinha aqui, minhas amigas de Ribeirão todas se reunirão para comemorarem o aniversário de duas delas... Vida de escolhas. É hora de pôr na balança. E portanto resolvi ficar!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Meio da semana...

Estou em um bom meio de semana!
Hoje fui fazer a figuração no SBT. Mesmo lugar mas com pessoas diferentes. Na ida para a cidade cenográfica, todos na van estavam em silêncio, tímidos ou chochilando. Após uma tarde inteira, a intimidade reinou e ninguém mais voltou calado.
Revi o pessoal, marquei minha presença, conversei com o dono da agência, e conheci pessoas novas. Aliás, estou saindo com uma delas agora, para irmos VIP´s para a Mokai, a balada mais badalada de São Paulo. Valeu a pena, mesmo sendo bem frustrante saber que eu poderia fazer igual ou até melhor do que muita gente lá dentro.
Mas tudo bem!
Agora, deixa eu terminar de me arrumar que minha nova amiga vai passar aqui em casa e espero que a noite prometa! Não é sempre que se tem passe livre para A balada e para O camarote da balada...
A gente vai se falando!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Objects of my affection (Peter, Bjorn and John)

http://www.youtube.com/watch?v=ZxVRhcLXftg
I remember when, when I first moved here
a long time ago,
Cause I heard some song I used to hear back then
a long time ago.
And I remember when even further back in another town
Cause I saw something written I used to say back then
How to comprehend.
And the question is was I more alive then than I am now?
I happily have to disagree
I laugh more often now
I cry more often now
I am more me.
But of course somedays I just lie around
And hardly exist
And can't tell apart what I'm eating
From my hand or my wrist.
Cause flesh is flesh, flesh is flesh is flesh
the difference is thin
But life has a certain ability of breathing new life into me
So I breathe it in.
And the question is was I more alive then than I am now?
I happily have to disagree
I laugh more often now
I cry more often now
I am more me!
And the other day this new friend of mine
Said something to me,
"Just because something starts differently
Doesn't mean it's worth less."
And I soaked it in, how I soaked it in
How I soaked it in
And just asked to prove how right he was
Then you came.
So I'm gonna give, yes I'm gonna give
I'm gonna give you a try
Yes I'm gonna give, yes I'm gonna give
I'm gonna give you a try
And the question is was I more alive then than I am now?
I happily have to disagree
I laugh more often now
I cry more often now
I am more me...