terça-feira, 29 de setembro de 2009

Sábado, domingo e segunda-feira

Após um final de semana lindo e ensolarado, chove em São Paulo. Meu Deus do céu... chega de água, chega de frio, chega! Chuva só é bom para dormir. Só. Porque para levantar... E chuva é menos mal para quem tem carro. Para quem tem vida além de camelar entre ruas e transporte público. E meu guarda-chuva sumiu. Sumiu, não sei onde, não sei quando nem como. Sumiu.
Sábado fiz o teste para o Arouche By Night e tudo continua muito nebuloso. Voltei para casa de ônibus, pois o escuro do metrô me pareceu depressivo para um dia tão bonito, e resolvi descer no primeiro ponto da avenida e caminhar pela Paulista. Pretendia ir até o Ibirapuera, mas meus pés ainda guardavam resquícios da semana.
À noite, fui com um querido amigo ao teatro Raul Cortez, assistir, finalmente, a Zoológico de Vidro. Nossa! Que peça! Tratando sobre o assunto mais antigo - a família - saí de lá com a cabeça a mil. Cássia Kiss dá um show, chega a ser irritante de tão tagarela e eloquente que é sua personagem, e quantas vezes dá vontade de falar para essa mãe: "Cala a boca!", assim como seu filho Tom tantas vezes quis mas evitou falar?! Vale a pena. Inusitadamente, fomos informados de um intervalo de 15 minutos, então caso vá, esteja preparado para algumas duas horas e meia de peça. Saindo de lá... rodamos, rodamos... lugares com fila como sempre, e paramos na Piola. E não é que coincidentemente o elenco também se dirigiu para lá?! Depois de uma deliciosa pizza de camarão com rúcula e funghi e um profiterolis, cheguei em casa às 2 e meia da manhã. Simplesmente meu programa preferido: teatro e jantar. Tá vendo, é fácil de me agradar!
Acordei domingo e o sol estava mais radiante do que nunca! Fui almoçar e rever uma querida família que há mais de ano não visitava... lembranças e lágrimas à flor da pele... e fomos ao Morumbi assistir ao empate do São Paulo e do Curintia. Jogo roubado, gol mequetrefe dos "galinha sem história, galinha sem estádio, freguês do tricolor", mas o estádio estava cheio! Diferente da primeira vez que fui, quando eu era parte de uma torcida de numerosos 5 mil pagantes... Foi uma ótima oportunidade para assistir à passionalidade do ser humano que beira o irracional. Muitos gritam, todos xingam, outros choram, alguns chutam cadeiras e se auto-flagelam... engraçado. O instinto animal estava ali. Dentro e posto para fora de cada torcedor. Tiramos algumas fotos de mim enrolada na bandeira, cos jogadores em campo, a arquibancada lotada, que gostaria muito, mas muito mesmo que eu pudesse compartilhar com vocês. Mas, após o placar nada animador, caminhávamos à procura de nossa carona que nos esperava próximo ao Albert Einstein, quando de repente... um de nós fora gentilmente abordado por 3 caras, no exato momento em que seu celular no bolso tocava. Nós nem percebemos do que aquilo se tratava, e um pouco atrás observávamos sem entender o que se passava. Um do bando perguntou as horas e pediu um dinheiro em troca do aparelho. Mas ele tinha apenas 4 reais no bolso, que calmamente foram entregues nas mãos daquele porco. E o do bando retrucou: "Você tem família, né, meu amigo, vai passar o resto do domingão em casa e não vai querer levar uma facada, vai?" E pediu o celular. E também os fones. E saíram, caminhando entre a multidão. Atônitos... não tivemos a capacidade de gritar "ladrão!" e já era tarde demais quando 3 outros caras se propuseram a "pegar" os 3 porcos. Que país de merda! Que país de merda! O aparelho havia custado 10 reais na Claro e os contatos ainda eram poucos... mas e o sentimento de vulnerabilidade? De não poder fazer nada? E o sentimento de ser violado por um merda que precisa roubar um aparelho de celular? No Brasil, poderiam inventar o celular-bomba. No caso de roubo, acionaríamos um sistema que simplesmente explodisse a mão e tudo o mais do pobre ladrão. Ou então uma descarga elétrica que fritasse seus pobres miolos. Uma pessoa dessa merece ser espancada. Desculpa dar vazão agora aos meus instintos, mas merece. É nessas horas que sim, a lei do Código de Hamurabi é muito válida. Algo que tenho vontade de fazer com esses caras - o refugo da sociedade, o lixo, a escória - é uma conversinha. Em tom baixo, sereno. Simplesmente deixando claro o que ele é, o que ele significa para a sociedade: nada. E perguntar: "você não se sente mal, seu bosta?!", mas assim, em tom amigo, igual àquele com que abordou um de nós. E não me venha com papinho de que a culpa é do sistema. É falta de escrúpulos, de vergonha na cara, é a pobreza de espírito que é maior do que a escassez do bolso do cidadão. Raiva, muita raiva. Já não bastava o empate do jogo?!
E voltei para casa...
À 1:30h da manhã, recebi o mais inusitado convite de um amigo-ator: caminhar pela Paulista. A cidade estava em silêncio... e ficamos algumas horinhas conversando embaixo do maior vão livre da América Latina. São Paulo pode ser o que você quiser!
Sem compromisso para minha segunda, acordei pouco antes das 11. Fiz o almoço... peguei umas roupas na costureira... e fui até à Caixa Econômica Federal, no intuito de tirar meu PIS para a retirada em breve do meu DRT. E neste país de merda, os bancos estão em greve. Dei com a cara na porta.
Quando pretendia colocar minha roupa de ginástica para andar no Ibirapuera, chuva! Mas foi a chuva mais repentina que já presenciei. Às 3 e meia da tarde, parecia noite. Dá-lhe paciência. E fiquei vendo tv... finalmente consegui ler o jornal do dia... mandei alguns e-mails, respondi alguns e-mails... assisti pela primeira vez um capítulo inteiro de Viver a Vida, já suficiente para odiar Taís Araújo e perceber quanta gente ruim tem na televisão. Pelamor de Deus! Me bota lá, gente, me bota lá que eu faço melhor do que muitos dali!
Recebi o pré-convite para trabalhar em um torneio de tênis por 9 dias seguidos do final de outubro. Tive que aceitar, não é. Mas 9 dias, diretaço, é muita coisa. É 1/3 do antepenúltimo mês do ano, quando muita coisa pode acontecer. Mas para trocar o certo pelo duvidoso nessa época de vacas magras é preciso ter sangue frio. Sinto muito, mas eu ainda sou quente.
E só. Minha irmã sentiu pelo MSN que hoje eu não estava em um bom dia e me mandou ir dormir que o aburrimiento passa. Às vezes ter tempo de sobra para ler o jornal nem é tão bom assim...
"A paz, assim como a caridade, começa em casa.", é a frase do orkut. Para bom entendedor, meia palavra basta.
Minha semana será curta, já que terei de cuidar de uma futura recém-operada a partir de quinta-feira. Sem planos até lá. Ai, que tristeza.
Em homenagem à falta das fotos sãopaulinas, ao país de merda e ao meu dia idem, anexei esta foto. E depois a gente ainda tem que ser patriótico. Fala sério...

sábado, 26 de setembro de 2009

Última dia!

Os pés estão quase necrosados... mas o balanço foi positivo.
Hoje foi o terceiro e último dia de feira. Me arrumei tranquilamente... não chovia e fazia muito frio. Ô cidadezinha, viu!
Nunca havia trabalhado três dias assim seguidos. Ao contrário do que muitos pensam, não estou acostumada a isso, não. Não é brincadeira, meu amigo!
Hoje o movimento foi mais tranquilo e o stand estava mais vazio. Conversei bastante com os poucos restantes do "pessoal", demos risadas, contamos histórias, fofocamos, enfim. Ao ir embora, após umas boas taças de vinho, nos despedimos e já rolou até uma certa saudade. Fui elogiada pela postura e pelo trabalho e tive a sorte de conhecer pessoas muito bacanas. Até aquele mais fechado... que foi perguntar meu nome só hoje, se mostrou muito especial. Fui muito bem acolhida nesses três longos dias! Que bom!
O legal de eventos é isso, conhecer pessoas. Meu negativismo do primeiro dia foi apagado por dois bons dias que se seguiram... fui embora com alguns cartões a mais no bolso, 6 cervejas, uma flor, um caderno, uma caneta com laser e com um increase no networking e consequentemente na bagagem de vida. Quando me disseram que esperavam me ver na próxima ABRAFATI, sem querer desanimar, disse que se Deus quiser, infelizmente não estarei presente. Deus reserva coisas maiores para mim daqui dois anos! Pelo menos é o que no que eu tento acreditar...
Estou exausta... e ainda nem estudei a minha cena para o teste de amanhã... ainda sem planos concretos para o final de semana, vou dormir. Deve fazer agora uns 13 graus na capital...
Boa noite!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Segundo dia de feira

Hoje foi melhor!
Não choveu... cheguei 11h em ponto no Transamérica Expo Center com o cabelo intacto. O movimento foi maior e consequentemente o tempo passou mais rápido. O convívio no stand já virou uma certa amizade e posso até fofocar com a assessora de marketing que me contratou. Fui chamada para almoçar no buffet da exposição com alguns dos clientes, hoje e também amanhã, e estava uma delícia, ficando isso como parte de meu cachê trilíngue. Nos desdobramos para manter o nível de atendimento no stand, tivemos um curto-circuito e cheiro de queimado durante 40 minutos, demos algumas risadas, tomamos vinho na última hora de trabalho e conversamos bastante, em inglês, espanhol, português e italiano, e incrivelmente consigo entender 70% do que é dito. Também me chamaram para jantar em alguma provável incrível churrascaria, mas achei melhor recusar. E isso prova que conquistei a confiança e simpatia do pessoal. Por ser o primeiro ano da COIM na ABRAFATI, o movimento já supera as expectativas, e fico feliz em saber que fiz parte desse sucesso. E o frio voltou à capital. Para voltar para casa... peguei o ônibus errado e demorei 1h e meia para chegar. E os pés estão de molho na água quente com sal. Amanhã é o último dia!
Recebi de um amigo o convite de ir a uma festa na Museum. Tentei pensar na possibilidade de, mas... o corpo não aguentaria. Que sono!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

"E quem disse que ia ser fácil, hein, Ste?"

Foi o que disse uma de minhas roommates após meu desabafo sobre meu cansaço.
Ontem fiz n coisinhas, o que me fez correr o dia todo. Correr para fazer almoço, correr no supermercado, correr para chegar em casa a tempo de receber o encanador, correr para tomar banho, correr para achar em algum shopping um chip para meu celular (achei no Higienópolis!), correr para chegar a tempo na aula. E com isso só fiz caca nas minhas cenas... eu não tava bem, não. Comprei a Folha de S. Paulo que está lá, até agora intacta sobre a mesa. Há dois dias não tenho tempo de pegá-la para ler. E nisso as notícias já estão velhas e eu ainda nem sei o que aconteceu. Isso me irrita.
E a mesma coisa hoje... coloquei meu despertador com antecedência, mas percalços de morar em uma casa com mais 3 mulheres e apenas um banheiro me fizeram, adivinhem o quê? Correr! E estava aqui eu, vestida de um terninho caro emprestado de minha mãe, cabelos escovados, maquilagem ok, pronta para seguir até o ponto de ônibus na 9 de Julho, cerca de 10 minutos a pé. E quando coloco o pé na rua, o que acontece? Chove! E venta! Ando 10 minutos nessas condições, a bolsa de couro já molhada, o papel com as informaçõs de qual ônibus pegar até o Transamérica molhado, os cabelos um "fuá". Pedi para que três ônibus parassem e eles simplesmente ignoraram meu pedido. É nessas horas que a gente tem que engolir seco, senão joga tudo para o ar. Não posso me dar ao luxo de jogar tudo para o ar. Ainda. Mas hoje deu vontade. Ah, deu! Ao descer do ônibus, mais chuva. Meu Deus, que primavera é esta que se inicia? E lá foram 10 reais do meu cachê que ainda nem veio em táxi. Não havia condições de caminhar até o Centro de Convenções. E corri à toa. Ai, esta mania de querer ser pontual... Cheguei 35 minutos antes do que devia! Mas, enfim. Sou a única recepcionista do stand da COIM - Brasil, fabricante de resinas para tintas, com sede na Itália. Foram 10 longas horas em pé, parada, sem nenhuma companheira para coxixar de vez em quando ou compartilhar as agruras de um salto. Me perguntaram as coisas mais esdrúxulas acerca de tintas e resinas em outras línguas! Aí falei inglês e espanhol o dia todo - e não fui contratada para isso, sendo meu salário de monolíngue. Ao indagar a pessoa responsável, ela disse que eu poderia parar de falar outras línguas então. Mas gente! Como assim?! Vem uma pessoa me perguntando algo em inglês e vou dizer o quê?! "Mim non falar portogues"?! Vou fingir uma ignorância que não tenho?! Ah, isso me irritou profundamente. Para almoço, ou era Café do Ponto ou um buffet a 34 reais. E lá foram mais 14 reais do meu suado cachê em um lanche mixuruca de salame no pãozinho ciabata. Bom... troquei alguns contatos para eventos, recebi alguns cartões, e quando já não aguentava mais... deu a badalada das 21h. E lá vou eu, no frio, procurar ônibus para voltar... exausta... e faminta, sabendo hoje foi apenas o primeiro de três dias e tentando inevitavelmente não pensar: "Eu tenho um bom diploma para isso?!".
E ah, vocês não sabem... sabe quando será a gravação do casamento cigano da novela?! Amanhã! Legal, né, bacana... estarei de fora daquilo que seria a oportunidade mais legalzinha na tv até agora. Imaginem minha felicidade...
Sábado faço um segundo teste, desta vez para personagem específico do Arouche by Night. Ainda nem li a cena... mas, sinal de que gostaram do meu teste de vt.
Hoje foi aniversário de outra roommate e ao chegar em casa, me deparei com os finalmentes do seu jantar surpresa e com alguns de nossos queridos amigos... comi... bebi um pouco de vinho... tomei banho... escaldei meus pés - pela primera vez na vida - e agora estou aqui, lutando contra o sono e o desânimo para o dia seguinte.
Deus está guardando algo muito grande para mim, só pode ser isso!
Aqui não tem nada fácil, meu amigo. Nada.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Guarujá!

O despertador tocou cedo...
E às 8:15h eu estava no flat dos atores do SBT. A van saiu às 9h para o Guarujá. Fui na van dos atores, ouvindo atentamente aos comentários e às histórias de cada um, como da atriz que, contracenando com Paulo Autran no teatro, atrasou sua entrada porque escovava seus cabelos por pura vaidade. Eu também poderia palpitar no assunto, contanto sobre o guarda-chuva do Porca Miséria que não começou em cena na última quinta-feira ou quando meu brinco caiu durante meu monólogo irritadíssimo no E Agora, Mãe? e xinguei o maldito em cena, dizendo "Que droga de brinco!" e continuei minha fala. Mas, me coloquei no meu lugar. Eu era a única não do elenco ali dentro - fora as mães de dois atores mirns - e poderia ser massacrada ou simplesmente ignorada. Apenas ri e fiz perguntas a quem estava afim de respondê-las.
Pegamos aquela chuva caprichada na serra! E as dúvidas a respeito das gravações já pairavam no ar. "Mas eles sempre dão um jeito", disse uma das mocinhas da novela. Chegamos em Perequê. Friozinho... vento... conheci a "minha família": a noiva, dois irmãos, papai e mamãe... reencontrei todo o pessoal da produção que já conheço de outrora: o diretor, o contra-regra meu amiguinho, o assistente de direção..., que perguntaram o que eu estava fazendo ali, já que "Você não é da lanchonete?". Pois é, me mandaram para cá... E muita espera! Fizemos a prova de nossas roupas ciganas chiquérrimas... e a chuva não parava de cair. Mudança de planos: o casamento não seria mais na areia e sim dentro do restaurante. E nisso pediram que todos tirassem seus figurinos e fôssemos almoçar. Nossa família cigana foi a última - de uma população de figurantes locais, produção e elenco - a sentar-se à mesa. Mas tivemos um banquete na beira da praia, com camarão, lula, marisco e peixe empanados, arroz, pirão, fritas, salada... "teve bão". E nisso não éramos simples figurantes. Não! Se tratava de uma participação na novela. Sem fala, mas com um cachê diferenciado e papéis definidos. Depois do almoço... de mais um pouco de espera... colocamos nossos figurinos com tecidos e mais tecidos, muitas rendas, babados, coloridos e muito ouro, preenchemos a ficha de autorização do uso de imagem e alguns "fãs" locais pediram para tirar foto comigo, e lógico que tirei, com o maior sorriso no rosto. "Você é atriz?", perguntou uma local. "Ai, desculpa, mas é que não assisto a novela..." e eu respondi que se acalmasse, que aquilo se tratava apenas de uma participação. Me senti importante. Não era mais uma simples figurante. Eu era a irmã da noiva. Isso já é alguma coisa!
Quando já estava sentada na cadeira recebendo o corretivo nas olheiras, "Capricha no olho dela, bem preto" e ter recebido o elogio de que tenho um olho muito com para ser maquilado, lá pelas 15h, Menezes - o diretor -, passa avisando para parar tudo que o casamento havia sido cancelado. Todos incrédulos. É, eles não deram jeito... E era hora de desmontar acampamento. A chuva não parava e seria impossível gravar alguma coisa. E lá fomos nós... tirar novamente o figurino... e as atrizes tiraram suas maquilagens, desmancharam seus cabelos, e mais espera e muito vento para aguardar o ônibus que nos traria de volta para São Paulo. Cheguei em casa 21:30h com meu cachezinho sem ter feito nada! Eita lelê. Agora é aguardar o bom tempo e o chamado da agência novamente...
Mas foi interessante. Já foi bem mais interessante!
Amanhã não tenho hora para acordar... e a primeira coisa do dia a ser feita: celular novo. Imagino que já tenha perdido algumas ligações...
Boa semana! Beijo, me liga! Mas liga mesmo, viu!

sábado, 19 de setembro de 2009

Muito, muito mas muito brava!

Hoje fui ao cinema à tarde para assistir Tempos de Paz. Todo ator deveria assistir! Mas não estou no clima para falar de filme agora. Antes de começar a sessão, fui educadamente desligar meus celulares (o Sumsung e o antigo). E dei falta do Sumsung. E reparei que ele não havia tocado nenhuma vez ao longo do dia. Cheguei em casa, revirei a bolsa, e nada. Liguei e quem atende? "Fernando". "Fernando, este celular é seu?". E o hijo de puta ainda diz que sim. E desligou o celular. Aí liguei na Oi e o número está agora bloqueado. Que raiva! Muita raiva! E começo a pensar em como o ser humano é pobre. Em como existem espíritos de porco que precisam roubar um celular para ser feliz! Em como esse país é miserável! Em como esse cara deveria arder no mármore do inferno! E então comecei a relembrar meus passos... para descobrir onde nesta cidade vi meu lindo celular pela última vez. Foi em um bar na Camilo de Matos, Brooklin, onde estive ontem à noite com o pessoal do TPC após assistirmos Bonitinha mas Ordinária como fechamento do festival. E aí já dá para se ter uma noção do tipo de pessoas que frequenta o lugar... em alguma vez que levantei para ir ao banheiro, o salafrário deve ter feito uma manobra radical, sem que todo o resto da mesa percebesse, e roubou um celular chinês de uma bolsa que estava pendurada na cadeira. Com todos os meus preciosos contatos. E agora me recordo que um garçom passou ao meu lado e avisou: "Cuidado com a bolsa porque está cheio de ladrõezinhos por aí!". Ei beleza! E lá vou eu desembolsar uma boa grana para comprar um novo chip e um novo aparelho. É para chorar... e você acha que já não chorei, né?! Na situação em que me encontro, perder dinheiro é tudo o que não preciso. Bom... pelo menos o número se recupera...
Segunda-feira vou para o Guarujá, pois recebi o convite de "uma participação exclusiva na Véu de Noiva, mas é figuração", disse a moça da agência. Haverá um casamento cigano na praia... e fui selecionada para ser a irmã da noiva. E isso eu conto para vocês depois. Tô apostando que será um trabalho legal e não mais uma simples figuração na novela - que prometi que não mais faria. Só o tempo dirá.
E não poderei fazer o seriado Garotas que Dizem Ni... as gravações já estavam agendadas e perderei a oportunidade! Nesse mundo de escolhas... espero que tenha feito a mais sã.
E assim me despeço hoje. Extremamente brava. E com certeza uns 220 reais mais pobre. Maldito ladrão! Porca Miséria!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

E está tudo bem!

A maré subiu!
Hoje apresentamos o Porca Miséria. O teatro estava cheio, minha família novamente presente, vários antigos amigos do teatro, novos amigos de teatro, pessoas desconhecidas... Esperava algumas pessoas que não foram, mas a vida é assim. Aí, quando eu estiver na Globo, todo mundo vai aplaudir de pé. Mas quando é para se deslocarem até um teatro... hum, aí complica. É assim que funciona. Só se é "atriz" quando se está na novela.
Após um certo stress pré-palco acerca dos objetos cênicos, já que o cenário dessa peça é praticamente um museu e sempre somem com algum elemento no TPC, deu tudo certo. Erros, sim, alguns. Alguns segundos de silêncio devido a erro de texto, sim, também alguns. Mas na maioria das vezes a plateia nem percebe e mesmo assim, fazemos milagre ao apresentar uma peça fazendo todo mundo rir e se emocionar durante quase duas horas, com apenas três horas de ensaio. Nosso grupo é formidável... Consegui retomar a "largura" de Miquelina Buongermino, e lá estava eu, chikérrima com os bobs perfeitamente colocados por minha mãe. Incrível, mas minha mãe é a única pessoa a fazer meu cabelo de modo im-pe-cá-vel.
Eu adoro o Teatro Municipal daqui. A acústica é fantástica... é aconchegante... e foi minha segunda casa no festival do ano passado. Saudades da correria de três peças e seis apresentações em menos de uma semana... Sei que já falei, mas eu adoro o palco. Adoro o frio que percorre a espinha momentos antes do último sinal. Adoro os desafios que tem de ser resolvidos em questão de segundos, como por exemplo um guarda-chuva essencial que não começa em cena, ou então um telefone que não toca, ou um tiro que nunca acompanha o movimento da mão e da arma. O teatro é mágico e hoje me senti insegura por não ter uma câmera me protegendo. É ali, é aquele momento, você com seu companheiro de cena, você com o público, é você com você mesmo, e não existe chance de "kill". É o "aqui e agora". Existe arte maior?!
Lembram-se do teste que fiz sábado passado para o seriado Garotas que Dizem Ni? Pois é. Passei! Eu fui a Lana escolhida. Mas... como nada são flores... as datas de gravações batem com a Fórmula 1. Não sei o que fazer... e se há o que fazer. E aí fico naquela velha gangorra: o dinheiro ou a paixão? Os dois são trabalhos, mas um é dinheiro e o outro profissão. Droga... mas fico feliz que passei no teste. Se der certo, vai ser um seriado bem legal... Tem que dar certo, tem que dar certo!
Vou dormir, pois o dia não foi moleza. E amanhã tenho consultas marcadas a partir das 10h.
Suba, maré, suba! A minha vida é o único lugar que você pode inundar...

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Fórmula 1

Sim, deu certo trabalho da Fórmula 1! Assim, já previ que meu mês de outubro será o mês mais rico até agora, já que também tenho os 6 dias do Salão das 2 Rodas e uma outra recepção para evento do HSBC.
Hoje quase morri de ódio... me ofereceram ser mestre de cerimônias em uma apresentação de um novo programa de MBA, na Paulista, quinta-feira que vem, duração de no máximo 1h. E seria meu maior cachê até então! Mas aí... como alguém lá de cima gosta que eu viva fortes emoções... lembrei-me vagamente que já tenho evento fechado para quarta, quinta e sexta, quando, em 3 dias, ganharei menos da metade do que ganharia com 1h desse gratificante trabalho. O compromisso e o profissionalismo me fizeram recusar. Dose, hein?!
Também me ligaram da Totem sobre teste amanhã para foto da Gafisa. É... com o pequeno detalhe que tenho peça aqui em Ribeirão amanhã. Também agradeci. Mas bom, pelo menos, o telefone está tocando, né, Madrinha?!
Tive ensaio do Porca Miséria. E a preocupação com minha voz só aumentou. Dá-lhe gargarejo com conhaque, limão e sal!
Confesso que estou com medinho de amanhã... como estou desligada do teatro desde julho, esfriei na frente das câmeras. Mas vai ser gostoso demais! Passarei a tarde estudando, até que minha mãe chegue em casa para enrolar os famosos bobs nos cabelos de Miquelina Buongermino.
Minha família toda vai, pela terceira vez, conferir as falcatruas da italianada.
Espero que dê tudo certo!
Eu amo essa vida!
Tá vendo?! É só me darem oportunidade que o céu volta a ficar azul. Falando em céu azul, que calor nessa cidade... acho que já estou me acostumando ao climinha ameno da capital...

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Em alta!

Ah não! Aconteceu de novo! Perdi hora! Isso nunca acontece comigo, mas foi a segunda vez em um mês. Mas hoje a culpa não foi da balada... É que não programei direito o celular, que deveria ter tocado às 8:03h (detalhe para o 3). Estava eu aqui, quentinha na minha cama, já ouvindo as meninas conversarem e pensei: "Puxa, elas levantaram cedo..." e nada do meu despertador. Continuei dormindo... e quando achei realmente estranho a falação do lado de fora da porta do meu quarto, olhei no relógio e eram 9:45h. Voei da cama, desabafei rapidamente com as meninas, quase chorei já pensando na oportunidade que havia me escapado das mãos e liguei para a agência, pedindo desculpas e perguntando se poderia chegar mais tarde. Mas... eu deveria ir me acostumando... esse mundo não é nada pontual... me disseram que o cliente estaria por lá até às 11h. Em milagrosos 20 minutos, arrumei minha cama (sou maníaca, mesmo atrasada arrumo a cama!) e fiz minha maquilagem e dei um tapa na peruca. Nem tomei café, apenas joguei uma barrinha de cereal na bolsa e tive a brilhante ideia de pegar um táxi até Pinheiros. Aliás, gastar 20 reais é investimento para um evento que se Deus quiser me renderá 32 vezes mais. Cheguei às 11h e adivinhe só?! Esperei até meio-dia! No meio de tantas meninas - hoje assumo que não tão lindas assim... -, entrei na sala para seleção. Pediram que eu falasse sobre minha experiência em inglês. Depois falar o mesmo em espanhol. Esclareci que meu espanhol anda enferrujado, mas o inglês, just perfect! Sei que perdi pontos por ser um ou dois centímetros abaixo do que eles procuram, mas sei que ganhei por ser trilíngue, coisa rara entre meninas que trabalham com eventos. E agora é esperar a resposta, que será dada até quinta-feira. Torce aí!
Saindo de lá, adiei a visita à Daphne para semana que vem, aproveitei as proximidades e fui até o outlet da Adidas comprar uns tops de ginástica, lembrando que tenho 40% de desconto sobre qualquer peça, já que tenho minhas influências na marca no estado de São Paulo... almocei também por lá... e peguei um ônibus diretamente para o teste de Arouche By Night (www.arouchebynight.com.br), chegando exatamente às 14h no Largo Santa Cecília. E agora posso esclarecer algumas coisas sobre o seriado.... É um seriado gay, que mostrará a realidade da noite no Arouche, a ser exibido em canal aberto. Não sei exatamente em qual papel me encaixo, mas já despertei o horror de minha mãe, que clamou para que eu não interpretasse uma lésbica. Deixei bem claro por lá que sou mulher e que sou hétero. E lógico, esperei até às 18h para fazer meu monólogo. Eêêê legal. Mas encontrei amiguinhos de gravações anteriores, já troquei contatos, recebi elogios dos gays da parada, e, sempre válido. Engraçado que quando já estava para entrar na quente salinha do vt, recebi uma ligação de que fui pré-aprovada para um outro seriado - também gay - que provavelmente será vendido para HBO e veinculado em 2010. Mas nesse, a certeza de que eu faria uma lésbica. Na realidade, uma bissexual casada que trai o marido com Carol. Mas, isso é papo para dezembro... enquanto isso discussões são levantadas e botamos a cabeça para funcionar.
E de lá, fiquei direito para minha aulinha de tv. Fiz cenas bacanas hoje, gostei, mas... fui chamada de lado pelo Fernando e recebi broncas sobre o meu sotaque. Só sobre o meu sotaque. Mas p* que p*, achei que já tivesse resolvido esse engodo! Na realidade, sim, confesso que às vezes escapam uns porrrta, porrrteira, porrrtão... Melhorei, eu acho. Pelo menos achava... mas, not good enough. Droga! Fonoaudióloga?
E agora estou aqui... cansadérrima... mas feliz por ter tido um dia agitado. Fiquei de salto e maquilagem o dia todo... e as olheiras estão do tamanho do mundo.
Amanhã cedinho embarco para a Califórnia. Brasileira. E será um batidão de ensaio, peça, otorrino, oftalmo, angiologista, manicure e dentista. Eita lelê.
A-do-ro movimentação!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

3 marolinhas

Logo após eu escrever minha última deprê postagem, recebi três notícias para minha terça-feira.
Primeiro, uma agência de eventos (WTF Eventos) para a qual eu havia acabado de mandar material me ligou, chamando para seleção amanhã às 10h para a Fórmula 1 do meio de outubro. Se entusiasmaram que sou trilíngue. Ponto para mim! Seria uma ótima! Além de ser um evento bacanérrimo, não preciso nem falar, o cachê, uh la la... Vamos torcer!
Segundo, que uma agência grande de atores e modelos, a Daphne Models, me chamou para uma "visita" amanhã, às 11h. Irei.
Terceiro... que tenho um teste de vt à tarde, para um seriado chamado Arouche By Night. Confesso que não tenho idéia do que se trata nem de quem produz, mas vou lá dar uma conferida. Não custa tentar!
Pronto! A terça-feira que estava em baixa acabou de receber três marolinhas. Menos mal.
As fotos do catálogo da Claudia Blanco saíram no site da loja (www.claudiablanco.com.br). Tudo bem que a outra modelo foi eleita a principal, mas... para primeiro catálago tá bom, né!?
Não gostei de ver o Federer perder o US Open. Jogo incrível, você viu?!
Hora de dormir!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Deprê

Nossa Senhora...
Sabe o que é ir dormir domingo sem saber o que fazer no dia seguinte? Sem saber o que fazer na também na terça-feira que se segue?
Ontem, pela primeira vez, fui ao Reserva Cultural assistir ao Uma Prova de Amor. Nossa... chorei que nem uma criança, filme lindo, vale a pena conferir! E fui lá para liberar as lágrimas mesmo, já que no trailer já senti um nó na garganta... depois, vi televisão até esgotar todos os canais... e o sono não vinha. Fui deitar pois já se aproximava das 3 horas da manhã. Rolei na cama, pensando, tentando não pensar, contando carneirinhos, multiplicando os carneiros, efetuando log do rebanho, enfim. Não sei que horas consegui dormir pesado. Mas demorou.
Acordei com a faxineira, que finalmente veio deixar a casa das 4 mulheres o brinco que merecemos. Sem planos, voltei a dormir. Acordei. Fui tirar o dinheiro. Vi que minha conta está negativo... e sem inspiração fiz um macarrão. Segunda-feira não é dia de macarrão, eu sei...
E estava até agora tentando achar testes, mandar fotos, procurando oportunidades, pesquisando um novo fotógrafo, embalada na trilha sonora de Adele. Deprê ou não?!
Falei para minha irmã de minhas atuais e condições e ela propôs: "Vem pra casa então ué!". Mas tenho aula amanhã... senão já teria voado para lá.
Mas quarta cedinho já pego a estrada, tendo ensaio já marcado para às 19h. Pelo menos tem o Porca Miséria para me salvar dessa porca miséria.
Ai ai ai...

domingo, 13 de setembro de 2009

Sabadão!

Sabadão ensolarado na capital!
Ontem recebi um amigo de infância em casa, que veio a São Paulo para uma dinâmica de trainee. Ai! Dá até arrepio de lembrar do meu desespero ano passado, quando estava prestes a receber meu diploma e o futuro ainda era uma interrogação (não que ainda não seja...). E assim como muitos universitários que estão arrancando os cabelos quando se aproxima a formatura, segui o fluxo e também me inscrevi em alguns processos, apenas por desencargo e jamais com o sonho de ser uma trainee. Uma chatice. E as dinâmicas? Quando se tem que aguentar pessoas que querem se mostrar mais eficazes do que realmente são e onde o segredo é vender bem o peixe, mesmo que seja lambari ou pacu? Preguiça. E os papos?! Que não mudam jamais?! Só se fala sobre o quê?! Processos de trainee! Galera, cadê a criatividade? Pô, vamos dar uma variada... dá para falar de música... balada... sobre a virada do tempo... sobre os tornados no Sul do Brasil... sobre sei lá, tudo menos processo de trainee. E existem os bitolados, aqueles que tem um currículo enorme, experiência aqui, estágio lá, projeto acolá e se inscreveram em 50 processos, mas são chatos. Carisma zero, não são nada interessantes, falam, falam, falam e extrapolam os 3 minutos de apresentação pessoal estipulados pelo pessoal do RH que mais parecem uma eternidade. Preguiça também. E os entre-olhares dos concorrentes? Eu me lembro de minha primeira dinâmica, em Campinas, para International Paper. Cheguei tranquila, despretenciosa, e já soltei um: "Nossa gente, que seriedade." Parecia fila para exame de sangue ou aquelas filas de clínicas de aborto que vemos nos filmes. Todo mundo com cara de que vai para o abate. Nessas horas o melhor remédio é: relaxar e ser você mesmo. E sinto muito... forçar não adianta, tentar ser simpático não cola. Ou você é ou não é. Vai do perfil de cada um. E não invente firulas, meu amigo, pois você ficará anos naquela mesma empresa, e você é isso aí. Ou a empresa te quer ou não te quer. Ponto. E a cada ano os processos se aprimoram, dificultando a vida dos pobres coitados dos futuros e dos já recém-formados, como se ela já não estivesse difícil... Agora a moda é inovar. Algumas empresas não se identificam e criam um mistério para os interessados. Uma agora pediu aos candidatos a criação de um blog. Outra um vídeo criativo que mostrasse a "marca" do estudante no mundo. Mas... boa sorte a todos os wanna be! Um dia a gente chega lá.
Hoje tive um teste para um trabalho de conclusão de curso de um pessoal da UniSul: um seriado baseado no blog de sucesso "Garotas que Dizem Ni". Mas ah, acho que não fui bem, não soube flertar com a câmera, não me concentrei antes da cena, enfim. Se passar, vai ser sorte. Ou perfil. Nessa vida agora tudo é perfil.
Cheguei e fui ao shopping comprar coisas básicas que jamais podem faltar no armário de uma mulher: meia calça preta, meia calça marrom e um sutien nadador. E também uma coisa que jamais falta no meu armário: meu velho e característico perfume. Uso o mesmo há anos! Algumas pessoas já tentaram copiar, mas é coisa de pele, gente, não adianta. O cheiro é meu, foi feito para mim. Sinto muito. É problema de perfil. E este, só eu tenho.
Aí passei a tarde e a noite com uma linda amiga também de infância que faz pós aqui na capital. Foram horas de chopp, brusquettta, risadas, confissões, lembranças e atualizações, finalizadas com um miserável petit gateau do Frans Café. Fiquei até rouca do tanto que falei. Para um sábado que estava sem grandes planos, foi um sabadão!
Falando em rouca... tô achando que estou com problemas vocais. Sempre tive uma voz potente. Não tinha dores de garganta nem rouquidão, só após Carnabeirão, Porto Seguro ou coisa assim. Mas nestes últimos tempos, acordo todos os dias com voz de traveco. Bebo muita água, mas não adianta. Estou com medo até da minha projeção no Teatro Municipal semana que vem. Não sei se é a cidade, a poluição, porque uso muito a garganta ou psicológico. Também estou sempre com nariz escorrendo. E isso me irrita pacas! Nunca havia comprado Benegripe ou vitamina C, que agora são constantes na minha gavetinha do criado mudo.
Eita cidadezinha, viu. Ferra bolso, ferra coração, ferra pulmão, ferra garganta...
Confesso que a presença de meus amigos esse final de semana me ajudou a superar um desânimo crônico. Recebi ontem o feed back de um agente de que minhas fotos não estão boas, que preciso de algo mais bacana, que não fui bem aproveitada pelo fotógrafo e que posso render muito mais. E que temos que tomar cuidado para "não queimarmos cartucho". Agora já nem confio mais no DVD Book. Não sei o que fazer. Depois da ligação tive vontade de chorar, mas meu amigo estava em casa e estávamos de saída para nosso rodízio de japa e acabei me distraindo. Talvez eu tenha que enfiar a mão no bolso e fazer tudo profissional. É bem provável que assim faça. Porque neste quisito, só o perfil não basta. Imagem é tudo, seja a minha, do material e de minha confiança, que não anda lá essas coisas...
É tudo muito complicado. E dá preguiça. E só falta eu também não passar neste teste... vai ser uma beleza para a auto-estima. Ah, vai...
E sem hora para acordar amanhã... me voy! Hasta la vista, baby!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

September 11th

Ainda me lembro como se fosse hoje. Era terça-feira e estava no primeiro colegial, assistindo à aula de Biologia, em tensão pré-prova, já que toda quarta-feira éramos avaliados no Liceu Albert Sabin. Foi quando nosso exaltado professor de História entrou na sala declarando que era o início da III Guerra Mundial. Os dados eram desconexos, primeiramente disseram que uma bomba atingira o Empire State, depois que mais de 10 mil pessoas haviam morrido no desastre. E não foi bem assim... A escola já se encontrava em um clima inquieto. E ao chegar em casa, não conseguia sair de frente da televisão. Não consegui me concentrar nos estudos - que eram sempre de véspera. A televisão era muito mais atrativa do que os pesados livros de química e biologia... Simplesmente não desgrudava o olho daquilo que mais parecia uma super produção hollywoodiana, desacreditada e confesso que com um frio na barriga de temor e animação. Animação pelo inusitado, pelo trágico e surreal espetáculo maravilhosamente arquitetado pela Al Qaeda, e que certamente atingiu patamares além do por eles esperado. Era o império americano dando mostras de sua vulnerabilidade. Era o início da Guerra contra o Terror e da busca implacável ao lendário Obama Bin Laden. Não, não. Osama. Era o início do fim da Era Bush. Era o início de uma nova psicose americana da já velha moldura "polícia e ladrão". E lá vamos nós aguentar, mais uma vez, a homenagem aos mortos, e assistir, embora incansavelmente, as cenas do dia mais pop que o homem conhece. Hoje é o já imortalizado nas páginas da história, 11 de setembro.

Redação para inscrição em programa de jornalismo do Grupo Abril (Ps: detalhe para a foto de profissional visionária)

Dizem que a vida é feita de escolhas. E na realidade, não só dizem como constatamos diariamente que sim, a vida é feita de escolhas! Pois bem. Hoje corro atrás das escolhas que me farão uma profissional completa e uma pessoa realizada. Cresci uma apaixonada pela comunicação: poesia, redação, livros, filmes, teatro, telejornais, revistas, televisão, palestras... Eu já enxergava o poder de sedução da palavra desde cedo... Na sétima e na oitava série, consecutivamente, ganhei o Concurso de Análise Crítica do Colégio Marista de Ribeirão Preto, resultado já esperado pelos professores e alunos que tantas vezes me viram erguer o braço para ler o que havia escrito ou apresentar seja lá o que fosse...
Findava-se o Ensino Médio e chegava a fatídica escolha do vestibular. Um simples "X" determinaria meu futuro, e um frio percorreu minha espinha com a velha dúvida do "E agora?". Optei pela orientação vocacional e lá se foram 10 sessões e um bom dinheiro para a psicóloga que me deu o resultado final: Relações Internacionais como primeira opção, Jornalismo como segunda, e Artes Cênicas em terceiro. Confesso que somente a primeira opção fora uma surpresa, já que não sabia até então exatamente do que se tratavam essas tais de Relações Internacionais... Finalmente, ao fazer o meu "X", pensei que pudesse seguir posteriormente a carreira de jornalista mesmo sem ter o diploma após me formar em Relações Internacionais, fazendo teatro como hobby. E assim aconteceu! Cinco anos se passaram na UNESP-Franca, peguei o meu suado diploma e me mudei para São Paulo para poder, então, dar vasão àquilo que sabia que havia nascido comigo: a força da comunicação. O jornalismo tem a múltipla função de informar o mundo sobre o mundo. E o pluralismo de linguagens, de públicos, de fatos e realidades faz desta profissão a combinação perfeita daquilo que sou: uma atriz recém-formada em Relações Internacionais, no auge de seus ainda 23 anos já bem vividos, com ganas de aprender mais e atuar com arte da palavra. Aprender é um dever e saber informar é uma dádiva. Assim, me candidato para o Curso Abril de Jornalismo 2010. E tenho que lhe dizer: ai como é bom saber que se está finalmente fazendo a escolha certa!

Stella Menegucci Nogueira de Freitas é a caçula de uma linda família de quatro irmãos de Ribeirão Preto; alimenta diariamente um blog voltado ao início de sua carreira na Selva de Pedra; tem artigo publicado em jornal e uma autobiografia escrita aos 15 anos; tem experiência internacional no Canadá, Uruguai e Argentina; trabalhou como apresentadora e repórter de um programa de esportes; já atuou em 5 peças teatrais, 2 curta metragens e um longa e em eventos como mestre de cerimônias. Stella acredita que as previsões da psicóloga de seis anos atrás ainda são possíveis: a complexidade das relações internacionais juntamente com a habilidade e sensiblidade teatral resultarão em uma incrível carreira jornalística... Stella é uma apaixonada pela vida, convicta de que a palavra, falada ou escrita, é definitivamente o seu nicho.

Baixa produção

Nenhum artista quer desagradar seus fãs. E nenhum escritor quer desagradar seus leitores. Mas sinto que tenho feito os dois. O primeiro, porque está difícil me darem oportunidade para atuar e assim, congregar mais fãs a esse meu círculo já enorme de admiradores. O segundo, porque tenho deixado a desejar aos meus seguidores. Desculpa, gente. Desculpa. Não escrevo há alguns dias, eu sei, mas vou atualizar tudo o que se passou desde sexta. E também tudo o que não se passou...
Ficou curioso para saber sobre o programa piloto do Justos? Nossa, engraçado, eu também... Cheguei ao estúdio ao meio-dia, como combinado. E lá estava aquele monnnnte de figurante. "Oh, Jesus", pensei... Nisso encontrei um amigo de gravação e ficamos confabulando até que finalmente nos chamassem para entrar. Até então não sabia o que faria, já que meu cachê era diferente de toda a população figurante... quando fui esclarecida pelo cara da produção: o programa é o "1 contra 100" (no esquema de alternativas para testar os conhecimentos gerais, à la Show do Milhão), e estávamos lá para fazer um ensaio para o programa piloto! E eu seria essa "1", que ficaria cara a cara com Justos no intuito de eliminar a platéia dos 100, que também jogam. Nossa... medo, né! E por isso entendi quando a agência me ligou dizendo que precisavam de alguém "diferenciado" e que haviam pensado em mim. Aí, as pessoas vinham e me perguntavam se eu estava nervosa... e sim, eu estava, lógico, com medo de ser demitida pelo Justos e de me frustrar com meus conhecimentos gerais que de repente nem seriam tão gerais assim... Perguntavam se eu havia me inscrito no site para participar do programa... e outros absurdos do tipo... Mas até aí, eu estava animada, já que finalmente eu não seria mais uma figurante. Eu não era parte dos cem. Eu era "uma"! Bom, como tudo que vai bem termina mal, minha alegria durou pouco. Ficamos sabendo que o apresentador havia trazido seus próprios participantes! Yeah! Legal. Fui rebaixada para uma das cem... ah, não, né... mas, enfim, o cachê continuaria o mesmo e às 18h eu me mandaria, pois iria para Ribeirão a fim de chegar a tempo para cortar o bolo de aniversário da minha irmã, assim como o combinado com a agência. Aí... os cem, confinados, esperando, esperando, recebemos um kit lanche (uma tristeza por sinal!), esperando, esperando... fofocando, falando mal, passamos pela fila de maquilagem (disseram que a minha estava perfeita e dei meia-volta)... e quando se aproximava das seis horas... e nada de Justos, e nada de programa começar, fui liberada. No que subia as escadas com meu magro cachê no bolso, cruzo com "O Cara" e sua corja. E estou curiosa até agora, tanto quanto você! Nem sei o que se passou... mas certamente a galera ficou lá horas e horas para ganhar míseros 20 reais na platéia. No way!
Aí, eu, correndo, na esperança de pegar um ônibus que chegasse mais cedo do que minha carona que sairia às 21h, fui para casa, peguei minha mala e segui para a rodoviária. Metrô lotado! Imagine, você... sexta-feira... horário do rush, véspera de feriado prolongado. E só uma idiota como eu para achar que haveria alguma poltrona em algum Cometão ou Rápido Ribeirão... "Só às 21h", respondeu a moça do guichê. E nisso eu já estava p* da vida, naquela rodoviária que mais parecia alto mar com tormenta de pessoas... Então, com o rabinho entre as pernas... voltei para casa para esperar minha carona, que me buscou realmente às 21h. Cheguei em Ribeirão quase uma da manhã... o jantar de aniversário de 27 anos da minha irmã já tinha acabado... Requentei o delicioso camarão, bebi o resto de vinho que carinhosamente haviam deixado para mim, detonei dois pedaços de bolo e lá começava mais um delicioso feriado de obesidades, encontros, saídas, e lágrimas de mais um adeus.
Cheguei em São Paulo na segunda-feira, meia-noite e meia, depois de uma carona providencial com meu tio, 2kg mais gorda! E começaria então meu processo de desintoxicação pós-feridão! Hoje por exemplo... comi manga, morango, banana e maçã. Tô light.
E aí, são nesses lindos momentos que te ligam e chamam para um trabalho onde boa forma é essencial... ontem de manhã uma nova agência me ligou para um teste para propaganda de remédio para micose (eca!, mas ok, né...) onde eu estaria de jeans e sutien. Meu Deus, com que condição eu poderia me apresentar de sutien em um casting estando 2kg mais gorda do que já estava além de inchada de período pré-menstrual? É... tive que recusar...
Até que enfim meu DVD Book ficou pronto! Bonitinho! Bem editado depois de uma madrugada de terça-feira de trabalho e revisão que acabou às 9h da manhã de quarta-feira! Fui dormir às 10h da manhã, e totalmente zuada, não consegui descansar e já fui chamada para figuração na quarta-feira na propaganda da Oi, que começaria às 18:30h com prováveis 12 horas de duração. Ou seja, foram duas madrugadas seguidas sem dormir. Mas válidas. Muito válidas. Essa propaganda - da Oi Velox (a nova internet ultra rápida da Oi) - foi gravada no Memorial da América Latina, regada a muita comida, bebida, boa maquilagem, cadeiras... e um gordinho cachê que paga minha última parcela do seguro-fiança do apartamento. Fui dormir ontem às 4 da manhã, impossibilitada de ir à Mokai com o pessoal... E novamente, invejei os atores - o principal e o coadjuvante... ser figurante é muito frustrante. Muito.
E hoje, considerando ser ainda quinta-feira, foi um dia de amenidades... cadastros... e-mails... academia... supermercado...
Uma hora atrás fiz meu cadastro para um programa de novos talentos do Grupo Abril. Não desisti do jornalismo. Vou postar daqui a pouco a redação que escrevi na inscrição.
Ufa!
Acho que é isso. Atualizei o blog. Desculpem, leitores! Sei que já fui mais produtiva...
Sei também que já está tarde, mas ainda vou assistir Descolados, já que infelizmente, não tenho trabalho amanhã... a maré está baixa... muito baixa...
Boa sexta-feira!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

I´m a bitch (Meredith Brooks)

http://www.youtube.com/watch?v=ISG9tLTSj_Q
I hate the world today
You’re so good to me, I know
But I can change
Tried to tell you
But you look at me like maybe I’m an angel underneath
In a sentence sweet
Yesterday I cried
Most have been to see the softer side
I can understand how you’d be so confused
I don’t envie you
I’m a little bit of everything
All roled into one
I’m a bitch
I’m a lover
I’m a child
I’m a mother
I’m a sinner
I’m a sant
I do not feel ashamed
I’m your hell
I’m your dream
I’m nothin’ in between
You know, you wouldn’t want it any other way
So take me as I am
This may meen, you’ll have to be a stronger man
Jused to shooter, when I start to make you nervous
And I’m going to extreem’s
Tomorrow I will change and today won’t meen a thing
I’m a bitch
I’m a lover
I’m a child
I’m a mother
I’m a sinner
I’m a sant
I do not feel ashamed
I’m your hell
I’m your dream
I’m nothin’ in between
You know, you wouldn’t want it any other way
Just when you think
You got me
Figger out the seasons all ready changin’
I think it’s cool, you do what you do
And don’t try to sing this
I’m a bitch
I’m a lover
I’m a child
I’m a mother
I’m a sinner
I’m a sant
I do not feel ashamed
I’m your hell
I’m your dream
I’m nothin’ in between
You know, you wouldn’t want it any other way
I’m a bitch,
I’m tease
I'm a goddess on my knees
When you're hurt
When you suffer
I'm your angel undercover
I've been numb
I'm revived
Can't say I'm not alive
You know I wouldn't want it ANY other way...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Drops Of Jupiter (Train)

http://www.youtube.com/watch?v=4xXQFnIEf_Q&feature=fvst
Now that she´s back in the atmosphere
With drops of jupiter in her hair, hey, hey
She acts like summer and walks like rain
Reminds me that there´s time to change, hey, hey
Since the return from her stay on the moon
She listens like spring and she talks like june, hey, hey
Tell me did you sail across the sun
Did you make it to the milky way to see the lights all faded
And that heaven is overrated
Tell me, did you fall for a shooting star
One without a permanent scar
And did you miss me while you were looking at yourself out there
Now that she´s back from that soul vacation
Tracing her way through the constellation, hey, hey
She checks out mozart while she does tae-bo
Reminds me that there´s time to grow, hey, hey
Now that she´s back in the atmosphere
I´m afraid that she might think of me as plain ol jane
Told a story about a man who is too afraid to fly so he never did land
Tell me did the wind sweep you off your feet
Did you finally get the chance to dance along the light of day
And head back to the milky way
And tell me, did venus blow your mind
Was it everything you wanted to find
And did you miss me while you were looking for yourself out there
Can you imagine no love, pride, deep-fried chicken
Your best friend always sticking up for you even when I know you´re wrong
Can you imagine no first dance, freeze dried romance five-hour phone conversation
The best soy latte that you ever had . . . and me . . .

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Que dia estranho!

Hoje tive um dia estranhíssimo.
Como ontem fui para a Mokai, cheguei às 6h e hoje não tinha compromisso, acordei às 13:15h. A deprimência já começou por aí. Estava calor... parecia aqueles sábados quando minha mãe tinha um almoço na casa de alguém e eu sobrava em casa, sem nada na geladeira, sem o que fazer, perdida na vida. Hoje foi assim. Fiz um almocinho bem simples, simples mesmo, do tipo salada, arroz, bife e jiló. Sim, adoro jiló! Coloquei roupa na máquina... e comecei a batalha no computador.
Arrumei alguns detalhes das fotos do novo book e as enviei todas para as agências onde já estou cadastrada. Enviei também para algumas onde ainda não estou e cometi uma gafe. Como mandei os mesmos e-mails com as mesmas fotos para umas 15 agências, em um esqueci de colocar os destinatários em cópia oculta. Ou seja... se alguma tiver problema em a atriz/modelo estar agenciada em muitas outras, perdi a oportunidade. Mas enfim, foi. E nisso foi o meu dia na frente do laptop. De pijama o dia todo na frente do laptop. Até que recebi uma ligação que deu uma balançada na semana de ócio: amanhã farei o programa piloto de Roberto Justos. Não sei exatamente o que farei... mas do meio-dia às 18h estarei trabalhando. O que me preocupa é o horário que chegarei em Ribeirão para o feriado. Minha irmã que mora em Floripa conseguiu vir para passar seu aniversário e feriado, e amanhã terá um delicioso camarão, bolo e vinho para comemorar, e provavelmente eu chegarei na cidade depois das 23h. Droga. Mas tá bom. Me anima que conhecerei Roberto Justos - O Cara - e já ganharei um cachê que pagará minha passagem de volta.
Nem fui para a academia... Fiz uma sopa limpa-geladeira que estava deliciosa: beterraba, cenoura, mandioquinha, lentilha, cebola, alho e um toque especial. Aliás... caldos e sopas... agora é comigo mesmo! Me aprimoro na cozinha a cada dia. Lembrando sempre que faço tudo o que há de mais simples e mais fácil. E Sofia sempre adora meus super refinados pratos...
Ontem não gostei da balada. Músicas chatas. Vários BBB´s perumbulando pelo ambiente se achando as últimas bolachas do pacote, algumas meninas atrás deles, outras em cima, algumas embaixo... "É o seu novo mundinho agora", disse minha irmã. Me senti meio fora, meio sozinha, meio desanimada. Meio doente, talvez, já que acabei mesmo ficando resfriada...
Preciso agora decidir uma música para colocar no meu DVD Book. Escolha difícil...
Vou assistir ao Descolados no YouTube em instantes e estou com preguiça de ir até a cozinha beber água já que tem dois americanos amigos de Sofia na sala, pois conseguiram passagens baratas para Vitória e acordarão às 4 da manhã para lá passarem o feriado.
Comecei a ouvir umas músicas de 5,6,7 anos atrás. Tipo a Drops Of Jupiter que postarei logo mais. E muitas saudades do que não foi... vontade de chorar sem ter porquê ou por quem, sabe?!...
Comecei a reparar em propagandas, coisa para a qual nunca havia dado atenção. E comecei a reconhecer várias pessoas que tenho conhecido. Também passei a tentar assistir pedaços de novelas, e descobri que não me dá mais prazer em assistir, já que vejo com olhos técnicos e extremamente - e cada vez mais - críticos. Engraçado, né?
Mas, fico por aqui. O dia estranho se alastra... no tempo que de repente fechou, choveu, esfriou, esquentou novamente... na minha impaciência e na sensação de que tenho muito a fazer e na verdade não tenho... na textura da minha pele - extremamente seca mesmo com tanto creme... na minha figura balofa do espelho - sim, comi muito essa semana e para piorar, estou no início de uma TPM. Tá explicado!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

À la Twitter...

Buscando a adaptação neste mundo do fast-food, onde agora o ser humano tem preguiça até de ler e se comunica por curtas mensagens, lá vai uma à la Twitter - do qual, aliás, ainda nem faço parte: O que são calorias? "Calorias são pequenos vermes, inescrupulosos, que vivem nos guarda-roupas e que, durante a noite, apertam as roupas das pessoas."
Né?!

Sol!

Meu Deus!
Que tempo abençoado faz na capital desde sábado...

Finalmente, o dvd book!

Depois de semanas de agonia... depois de uma tarde perdida lutando contra o irritante e incessante som do tráfego de uma avenida de São Paulo... gravei agora de madrugada os dois monólogos para o dvd book.
Agora é só esperar a edição e enviar para meu contato da Malhação e para o SBT. Assim que finalizado o curta Ai, que susto!, também agregaremos ao material. E em breve, gravo uma ou duas cenas contracenando com outro ator, para aí sim, ter um dvd book recheadinho! Mas pelo menos, para a urgência, meus dois monólogos servirão.
Enfim. Eu fiz a minha parte. Agora é com eles! É torcer e acender umas velas e matar umas galinhas para que meu espírito bata com os produtores de elenco e da direção!
Minha irmã que mora loooonge virá para Ribeirão no seu aniversário no feriado! E finalmente teremos o quarteto de irmãos mais lindo do mundo junto novamente!
Planos para a semana?! Meu único plano foi o de hoje. "Vê se arruma uns bicos", disse sempre esperançosa minha mãe. Amanhã, só Deus sabe...
Minha garganta dá sinal de uma possível outra rouquidão. Essa cidade acaba com meu organismo! E dá-lhe água!
E vamo que vamo que o programa não pode parar!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A turma no final de semana

Houve uma época em que habitávamos uma cidade quase inóspita do interior. Uma época onde medos e incertezas sobre o futuro eram afogados em copos de plástico de Antarctica quente. Quando passávamos horas refletindo sobre as mais incríveis bobagens do universo... quando reclamávamos do sucateamento da universidade pública e dela éramos vítimas. Quando todo mundo ainda temia ser gente grande... Pois bem. Apenas um ano e meio se passou... os medos e incertezas se amenizaram e agora dividem as conversas com as já experiências profissionais. A alegria e euforia são refrescadas com taças de vinho: vinho branco, vinho rosé, vinho tinto... Quando ainda continuamos passando horas refletindo e dando risada das mais incríveis bobagens do universo. Agora, somos todos vítimas das garras do mercado de trabalho e não temos mais os muros da faculdade como proteção, mas temos a amizade e as lembranças que nenhum intercâmbio ou nenhuma promoção jamais apagarão. Como mudamos... e como tudo e todos continuam iguais! A nostalgia insiste, mas logo é substituida pela doce saudade de um tempo que já foi e que eu não gostaria que voltasse atrás. Cada amiguinho da Terceira Turma de Relações Internacionais da UNESP-Franca tem suas peculiaridades... suas meninices... seus dons... seu charme. Cheguei a pensar que a turma se dissiparia após a fatídica formatura, já que a vida adulta roubaria o tempo e a escala. Mas sempre que queremos, a união quase à força reune os membros internacionalistas que deixaram suas marcas na Franca do Imperador, sejam estas marcas de luta, de competência, de peleguice, de amizade ou/e de boemia. E agora cada um segue sua trajetória, nas, ao redor ou fora das Relações Internacionais, mas eternamente embebidos daquela histórica "Terceira Turma! De RI! Tudo de bom, é isso aí!"... Era o que cantávamos serelepes nos campeonatos anuais de futebol, sempre seguidos do Bar do Seu Zé ou de alguma baladinha onde tudo era possível pela bagatela de 5 reais...

Sexta-feira! Atrasada!

Eita! Fui dar uma de descolada e sair na quinta-feira sabendo que haveria de acordar cedo na sexta... e o que aconteceu?! Perdi hora! Lógico! Fui deitar às 5:15h. E não sei se o despertador tocou... se não tocou... mas as 6:30h viraram lenda e acordei desesperada às 8:30h, já arrependida da boemia e pedindo desculpas para a agência. Por sorte eu não havia tirado a maquilagem da noite anterior... e com apenas uns retoques e muita moral com o pessoal, ainda deu tempo de chegar no Shopping Interlar Interlagos a fim de cumprir mais um dia árduo de trabalho. E que dia! Ultrapassamos as 12h de filmagem, o que nos fez ter uma extensão de nosso cachê... mas eu estava no bico do corvo no final do dia, quando minha simpatia e paciência haviam se esgotado e uns chatos a elas acostumados me pediam: "Ânimo, menina!". E é aquela velha história da frustração de ser uma mera figurante... de observar a atriz que fazia a apresentação da propaganda e saber que eu também seria capaz daquilo. De ouvir comentários do tipo: "Nossa, ela é boa, né, decorou o texto na hora!". Meu, numa boa, decorar texto na hora é o de menos! Easy! Mas aí a gente se coloca no nosso lugar... e engole muita abobrinha. Mas muita abobrinha mesmo! Aprender a lidar com diferentes e desconhecidas pessoas é uma dádiva, e me desenvolvo a cada dia. Ouvimos comentários invejosos... recebemos comentários invejosos... escutamos reclamações e opiniões sem argumentos... mas, tudo pela harmonia do ambiente de trabalho! As figurinistas me pegaram para Cristo e escolheram simplesmente as roupas mais bregas do armário. Não sei se foi algo pessoal... ou estético... mas enquanto todas estavam fashion e arrumadinhas, com acessórios incríveis, me colocaram um vestidinho preto com botões e rendinhas xadrez com um sapato 2 números menor do que o meu, e posteriormente um terninho vermelho ridículo. Enfim. Cheguei em casa depois de uma abençoada carona desejando nada mais, nada menos do que minha cama. Recebi convite de baladas... mensagens interessantes... mas minha cama foi o evento mais atraente da noite. Acho que ela nunca esteve tão gostosa!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Esperar é complicado!

Pois então...
Ontem poderia ter trabalhado no período da tarde... Ontem poderia ter ido para a balada... hoje poderia ter trabalhado... e amanhã a mesma coisa... mas, como fiquei esperando o pessoal do video clip sertanejo... e como achei que pudesse gravar o dvd book... acabei que não fiz nada disso. Recusei um trabalho para sexta e outro para essa quarta/quinta/sexta, até que tive a incrível idéia de ligar para a produtora e perguntar se o clip ainda estava de pé. "Ah então... foi adiado para semana que vem..." E vocês iam me avisar quando?! E para o dvd book não rolou vaga na agenda. Aí voltei atrás na proposta da Trade Models de fazer vídeo institucional do Shopping Interlagos amanhã e pelo menos não perco a semana! Complicado, viu...
E hoje, após minha amiga desistir do nosso jantar - já que estava confusa por ter pedido demissão do banco onde trabalha -, não aguentei e aceitei o convite de um japa na casa de um amigo e depois vamos para a Pink Elephant. Mas avisei que não poderei voltar muito tarde, já que 6:30h da manhã meu despertador tocará.
Eita...
Mas tá tudo bem, obrigada por perguntar!

Informação e conhecimento

Sábias palavras ontem de Fernando Leal: "O que a gente ouve, a gente esquece...
O que a gente vê, a gente lembra...
O que a gente faz, a gente aprende."
Eu ando me sentindo meio burra nesses últimos tempos... Até a leitura de O Xangô de Baker Street se arrasta há mais de mês... não ando tendo insights como costumava ter... não escrevo mais os artigos que consegui um dia publicar... falta tempo ou falta vontade para ler e ouvir as notícias?!
Informações a gente recebe todo dia...
Mas conhecimento a gente carrega para a vida toda.
E neste mundo de tsunamis constantes de informações, e onde o ter e fazer são mais importantes do que ser e pensar, qual o preço do conhecimento e da reflexão?! Eles ainda valem alguma coisa?!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Mini-trabalhos e muito trabalho...

Para uma semana que começou sem compromisso algum, até que estou indo bem até essa quarta-feira!
Ontem acordei meio-dia. Mas antes de você me julgar, explico que fui dormir às 4 e meia da manhã enquanto me entretia com as fotos daquele que eu chamo de meu segundo book... Aí, cheguei do curso de tv depois da meia-noite, e ótimo porque sempre encontro uma alma caridosa que me traz até em casa, e tive a surpresa de receber as fotos do catálogo da Claudia Blanco! Adorei! Ficou um trabalho bem bacana... parabéns para a modelo e para o fotógrafo! Aí conversei com Sofia, que fora beijada inesperadamente pelo professor de capoeira, e nisso fui dormir 2 e meia da manhã, com o despertador programado para tocar às 5h da manhã. E por quê?! Lembram-se do caso do trabalho da Mixer que perdi pois não encontrava o lugar numa triste sexta-feira?! E que eu estava com medo de nunca mais ser por eles chamada para trabalho algum? Pois bem. Fui chamada para uma figuração em propaganda interna do Pão de Açúcar (o mesmo que da outra vez...), só que hoje estava marcado para às 6h da manhã na Brigadeiro Luiz Antônio (graças a Deus a 5 minutos da minha casa) e por precaução, recebi 3 telefones para contato e 3 ligações para confirmar que eu iria e chegaria no horário. Não furaria dessa vez! Mas olha... chatíssimo... aí, espera... espera... fomos para Alphaville... tomamos café no próprio supermercado, achei um cabelo no meu quiche... e aí, mais espera... é maquilado com uma maquilagem com cheiro de velha... rola um medo de uma alergia... e recebemos a instrução de que não poderíamos sentar... espera em pé... grava... espera de novo em pé... espera dessa vez sentados em blocos improvisados... e finalmente às 2 e meia da tarde já estava em casa, com um cachê que preencheu minha carteira que estava vazia desde sábado. O bom foi que conheci um cara engraçadíssimo que foi minha distração do dia. Ai, figuração, ninguém merece!
Também ontem recebi o convite para participar de um video-clip de uma dupla sertaneja, onde haveria uma roda de viola e um casal apaixonado. E eu, a mulher apaixonada! Se topo? Topo, lógico! Se tudo der certo, a gravação será na sexta. Qual dupla sertaneja? Nem me pergunte... nem sei... Minha irmã disse: "Nossa, figuração é dose e clip sertanejo então, é fundo do poço... você deveria começar a pensar em teste do sofá..." E são esses tipos de coisa que a gente tem que aprender a fazer, a escutar, a engolir e criar forças para crescer, sempre tirando o máximo proveito até dos menores trabalhos.
Também fui chamada para ser recepcionista em uma feira no Center Norte hoje, amanhã e sexta, mas como aceitei o clip... e acho mais bacana já que se aproxima mais do tipo de trabalho que busco... e o cachê de um dia de clip seria o mesmo que 3 dias de feira, agradeci e recusei. Assim como tive que recusar uma outra figuração em publicidade de uma produtora que nunca havia me procurado. Já até avisei no e-mail que tenho DRT agora e que podemos começar a pensar em trabalhos apara além de figuração...
Fiz minha aulinha de circo... fiz um sopa delícia... acho que já posso até casar, viu... e agora estou aqui, debaixo do meu edredom, com uma legging por baixo do pijama e com um certo arrependimento mas alívio de ter recusado Mokai hoje. Finalmente me recuperei da minha voz... mas estou exausta... sem dormir direito... com frio... e na iminência de gravar meu dvd book amanhã. Será? Achei melhor me poupar da balada... que ficou para amanhã... ou sexta... ou sábado... ou domingo...
Amanhã já combinei um jantar com uma amiga para botarmos os papos já acumulados em dia. Um japa, talvez...
Me preparo agora para assistir Descolados... e dormir o sono dos anjos. Ando meio desanimada esses dias, provavelmente aflita com a gravação de um bom dvd e frustrada com um estrangeiro maluco que não vem ao caso... e uma Mokai hoje animaria bem os ânimos mas acabaria com o corpo... mas uma caminha quentinha com certeza será benéfica!
Já tenho planos para o final de semana...
Sweet dreams!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Backstage: Nem sempre o glamour da frente das câmeras!


Segunda de madrugada...

E como sempre, o tempo é curto...
Após perder 7h da minha segunda-feira entre arrumar mala, chamar taxi para a rodoviária, comprar a Folha de São Paulo na banca, estrada, Graal, estrada, chegar na rodoviária, metrô e chegar em casa, o dia já estava findando. Mas eu, mais do que prontamente, me arrumei para não perder a aula de circo. Hoje fizemos algumas acrocabias no tecido e trapézio - ou melhor, eu tentei fazer, né, gente, principiante total -, e aprendi que o nome do pó branco que se passa nas mãos para não escorregar é breu.
Voltei para casa... conversei com as meninas... colocamos os bafões do final de semana em dia, comi, tomei banho, arrumei meu armário que estava simplesmente uma zorra! Esse armário, aliás, me deixa louca todos os dias. Como não existe gaveteiro, as roupas estão nesse momento, empilhadinhas. Mas aí, daqui 3 dias, abre meu armário para você ver... elas estarão empilhadas, deitadas, jogadas, amassadas, escondidas, perdidas... um caos! Preciso de um gaveteiro. De uma cama. E de um espelho. E de um tapete também. Aí sim o quarto estará completo! E lá se vai mais gasto...
Meu final de semana foi uma delícia... apesar do frio que também resolveu arrombar as portas de Ribeirão Preto. Sábado fiz minha unha (já que o pessoal em SP não é muito bom de serviço...), e fui assistir, despretenciosamente, Se beber, não case!. O trailer não havia me atraído muito, achei que se trataria de um besteirol americano, mas fui no embalo da minha irmã que estava louca para ver. Aí, comprei aquela pipoquinha especial e pegamos a sessão das 19h. O filme se trata de despedida de solteiro de Doug em Las Vegas, acompanhado de dois amigos (o galã e um destista quadradão) e do bizarro cunhado. Cada personagem é muito distinto do outro, o que faz do quarteto um quarteto mais que fantástico e com uma química engraçadíssima! Tratando da saga do grupo em uma madrugada sem memórias na cidade das luzes devido à ingestão da droga do "Boa noite, Cinderela", o filme brinca com clichês masculinos, naquele velho e conhecido gênero de beber todas e destruir! No filme, destruir em Las Vegas, na vida real, bom, em qualquer lugar, balada, Porto Seguro, bar, festinha de amigos, formatura, casamento... Os caras já estão na casa dos trinta, mas teimam em agir como se tivessem saído da high school. E vamos combinar que tem muito disso por aí, né, moçada... Aliás, só tem. Tem muito homem barbado aí achando que está na puberdade... Eu dei risada o filme todo, e me surpreendi com esse sucesso inesperado de bilheteria que foi nos Estados Unidos. Gente, vai assistir! Vale a pena! E como esses americanos são filhos da p*, né! Sabem vender o peixe como ninguém... saí do filme também querendo quebrar tudo em Las Vegas! Um bom merchandising da Cidade do Pecado, um bom merchandising para o american way of everything!
Ainda no shopping, recebi a ligação com o convite de uma participação-figuração em um longa. Seria no dia seguinte - domingo - e eu seria uma recepcionista de hospital, com possibilidade de uma pequena fala. É... doeu, mas tive que agradecer e recusar, já que o dia já estava reservado...
Bom, mais tarde, Only Black and White! A festa estava linda... as músicas fantásticas... (como sempre, eu e minhas músicas)... até Jesus Luz (namorado da rainha do Pop) estava presente! Um pouco mais vazia do que o esperado... um frio do cão... e as companhias, bem, não muito animadas como eu. Quando minha irmã, a penúltima do bando a permanecer na festa, reclamou de dor no pé e resolveu sentar no sofá... era hora de ir para casa!
Domingão... chuva... almoço em casa... casa da vó... e dia de ensaio do Porca Miséria! Uh la la! Confesso que não estava em minha melhor forma para teatro, mas, foi que foi. Minha cabeça deu um nó, já que fiz uma trajetória com minha personagem Miquelina Buongermino que não deu muito certo ao gosto do diretor... ano passado fiz essa personagem louca, italianona, com movimentos largos... mas aí, ao começar o INDAC... cinema... e a tv... e a ter percepção de uma naturalidade de cena, diminuí Miquelina. Diminuí, aprofundei e amarguei a personagem! Fato que me fez levar umas broncas e ter de voltar às características iniciais. E dia 17 de setembro estaremos às 20h no Teatro Municipal no 5o Festival de teatro TPC!
Exausta... acabava meu final de semana... e fui cedo para a cama, que me chamava quentinha... e que me abrigou com mais 3 cachorros brancos e cheirosos pela manhã.
Aí, era a hora de vir embora...
Acabei de ver as 297 fotos da semana passada! Gostei de algumas muitas, sim, ufa! Acho que dá para trabalhar com esse material por um bom tempo!
E assim começa a semana. O relógio já bate na casa das 2 e meia da manhã... e o tempo é sempre curto!

sábado, 22 de agosto de 2009

(continuando...)

na novela do SBT. Mas entenda-se o não muito tarde como chegar em casa 6 da manhã, após comer meio lanche e um pão de queijo recheado na Galeria dos Pães. Conheci um ator (que na verdade já conhecia da televisão) amigo de amiga e que já se tornou amigo também. Ando tendo sorte nas companhias... Quando entrei e casa e fui beber uma água antes de ir deitar, dou de cara com Sofia, já acordada para sua aula que começava às 7h. Isso nos faz - boemios - nos sentir mal, né. Às 8h, tocou o infame despertador. Ai ai ai. 9:30h estava na Barra Funda, à espera do ônibus que seguiria para a emissora. Bom, já no caminho comecei a sentir os pesares de ter aceitado, mais uma vez, aquele tipo de trabalho. Além da noite não dormida, o frio aumentava a cada minuto, o vento balançava tudo cada vez mais forte, as horas de espera... o vestido curto para a cena "na praia" enquanto a temperatura anunciava uns 13 graus que caiam com a sensação térmica promovida pelo constante e interminável vento.... o descaso com os figurantes, jogados em qualquer canto da fria cidade cenográfica... a chuva. Ai a chuva! Jurei para mim mesma que não mais aceito me sujeitar a esse tipo de trabalho para se ganhar tão pouco. Eu tenho um DRT e acredito que isso pode dizer alguma coisa, que pelo menos posso fazer trabalhos mais dignos do que essa figuração. Não que o trabalho não seja digno, porque é e muito, mas o tratamento que se recebe, isso passa longe da dignidade. Desta vez não achei lado positivo algum do meu dia. Acho que já tive as boas oportunidades que a figuração em Véu de Noiva poderiam me oferecer: contatos e certo aprendizado de como funciona um set de filmagem de novela. Talvez seja hora de parar e agora, trabalhar com elas.
Cheguei em casa mais de nove da noite, exausta, com frio, nariz escorrendo, tomei um banho quente delicioso... e quando me preparava para colocar meu pijama quentinho... o celular toca... e era esse novo amigo ator, me chamando para a Pink. Ui. Pensei no meu cansaço... na minha voz... aí pensei na falta de programação para sexta-feira... em como a vida é curta e fui. Desta vez, Cesar Cielo, com trilhões de modelinhos dando em cima, estava no camarote. Foi divertidíssimo. "Você está se desviando", disse minha irmã. Calma, calma. Estou só aproveitando minha juventude e esse momento de novidades, com o pezinho no chão. "Tem que ter cuidado com o fígado!", exagerou minha mãe.
Aí acordei hoje, fiz um macarrão e segui para a rodoviária. Voltei para Ribeirão por ser aniversário do meu irmão (comemorado com 3 belas pizzas agora à noite), por ter ganhado convite da Only Black and White para amanhã, e ter ensaio do Porca Miséria no domingo, já que apresentaremos no Teatro Municipal dia 17 de setembro.
O frio e a chuva também chegaram a Ribeirão, me preocupando sobre a roupa e o frio para a festa de amanhã.
Enfim... foi isso. Justifiquei minha ausência?
Ótimo final de semana para você! Vou agora assistir ao último capítulo de Descolados, que também ficou de lado por causa da boemia esta semana...