Às vezes dizer que temos 25 anos parece pouco... "Tem muito o que aprender ainda...", diriam algumas céticas com alguns anos a mais na carteira de identidade. Mas meus 25 anos são inspiradores e se os próximos forem parecidos com estes, a vida já vai ter valido a pena...
Assim, me apresento: sou Stella Menegucci, com meus parcos e já 25 anos, sou de Ribeirão Preto mas moradora apaixonada de Sâo Paulo e sou atriz. Mas para me apresentar desta maneira, muita água passou por debaixo desta ponte...
Sendo a caçula de um quarteto fantástico e criada por uma mãe-pai no interior do estado, já que perdi meu querido progenitor aos ainda 7 anos, cresci muito independente e habilmente exigente comigo mesma. Era a melhor aluna da sala, "precoce", diziam alguns. Frequentadora da biblioteca da escola, pedia livros de presente de aniversário, com boas notas no boletim, sem dar a mínima preocupação para minha mãe. Desta maneira, com o passar dos anos sempre depositaram em mim a confiança de ser no futuro, uma brilhante profissional, bem-sucedida e certamente com um diploma invejável pendurado na parede. Mas a dúvida da profissão sempre rondou a cabecinha de quem vos fala. Jornalista? Advogada? Dermatologista jamais! Mas no fundo, no fundo... eu sabia o que queria ser. No meu diário de 1997, eu inocentemente clamava: "Quero ser uma chiquitita!", ano em que a novela dominava a minha programação televisiva. Mas aquilo era o mais absoluto sigilo! Loucura? Provavelmente. Querer ser atriz? Aos onze anos de idade? Morando na longínqua cidade de Ribeirão Preto? Enquanto driblávamos as dificuldades, nunca tive a coragem de pedir para que minha mãe "jogasse fora" 500 ou 600 reais naqueles "workshops picaretas" de interpretação para tv... Mas no meu mais profundo eu, sonhava em alguém me pegar pela mão e me colocar dentro de uma novela. Insanidade? Sim, a mais completa insanidade! Mas o Colégio Marista (escola a quem devo grande parte de minhas aspirações teatrais) me proporcionou experimentar a tentação dos palcos e me conferiu a facilidade com a oratória. O famoso "bichinho" me picou a partir do momento em que comecei a escrever o primeiro script de uma peça. Peças, sketchs, seminários, apresentações de dança, poesias... Não teve como! A doença "arte" tornou-se crônica. Mas... Os anos foram passando e a palavra "faculdade" tornava-se cada vez mais próxima. E a ambição de estabilidade financeira também. Fora o convite de um querido professor para a propaganda da minha escola, na época já o Liceu Albert Sabin, continuei a vida no interior. 2003. Chegam às minhas mãos manuais de inscrição das famigeradas provas do vestibular. Nesta altura do campeonato, o sonho estava mais do que enterrado e o diário daquela aspirante a chiquitita mais escondido do que barbeiro em casa de pau-a-pique. Mas sem saber qual "X" ali marcar, recorri à ajuda de uma orientadora vocacional. Dez sessões depois, temos como opção Relações Internacionais, seguida de Jornalismo e como terceira e última opção, Artes Cênicas. Mas, convenhamos, ser atriz? No Brasil? Eu? Stella? Do interior de São Paulo dizendo "porrrrta"? Quem pagaria minhas contas? Imagina, seria pobre para sempre, só podia ser alucinação... Assim, visando um "futuro brilhante", assinalei Relações Internacionais. Inscrita apenas nas três aceitáveis faculdades públicas que ofericiam o glamuroso curso, aos 17 anos ingressei na UNESP de Franca. Não sabia exatamente o que significava Relações Internacionais. Nem o que fazer com aquilo. E se eu queria aquilo. Mas era uma das mais conceituadas universidades do país e a oportunidade era única. Confesso que tive preguiça de estudar mais um ano para passar na tão sonhada USP, na tão almejada e ainda distante cidade de São Paulo. Fiquei com a instantânea opção. Assim, montava república em abril de 2004 naquela cidade de 280 mil habitantes. Foram cinco anos de greves, disputas de chapas estudantis, professores picaretas, muita leitura sobre OEA, União Européia, Direito Internacional, Economia Internacional, Estatística, Kosovo, diplomacia, quanta burocracia... Passei cinco anos aprisionada em um curso que não me satisfazia, numa cidade que muito menos... Eu poderia trabalhar no primeiro, segundo ou terceiro setores, já que as Relações Internacionais eram tão abrangentes e me abririam portas onde quisesse. Mas nenhuma daquelas portas me interessava. Fugia toda sexta-feira para Ribeirão Preto, e chorava copiosamente sem ver a luz no fim do túnel, retornando à cidade que me parecia tão fúnebre apenas para o almoço de segunda-feira. Tentei uma desesperada transferência para Sâo Paulo, mas por erros unespianos, me privaram de fazer a segunda etapa da prova, para a qual havia passado em primeiro lugar. Meu destino era ali, não tinha jeito... Resolvi aceitar o fardo depois de um intercâmbio para o Canadá, quando tomei um gás final rumo à formatura. As Relações Internacionais começavam a fazer sentido. Mas o pessimismo e o sarcasmo tomavam conta da minha personalidade. Eu não me encaixava ali. Nem nas RI nem na cidade pequena... Levava os dias com a barriga. Contava as horas do relógio. O tempo era interminável. Minha hora de brilhar era na apresentação dos tantos seminários. Como eu amava! Cheguei a dar aula em escolas públicas para cumprir minhas horas de estágio e era como estar num palco e receber as palmas no final do espetáculo. Eu sentia pena de mim mesma... Os poucos e rasos estudos de mídia me brilhavam os olhos! E o cinema, a televisão e a música nunca deixaram de me acompanhar... Em 2008, último ano daquela que eu considerava a maior tortura de todas, voltei para Ribeirão Preto e tinha janelas na grade afetada pelo intercâmbio de 2006. Aula apenas duas ou três vezes na semana. Minha turma já havia ido embora de Franca e não tinha porque lá continuar. O único brilho que eu enxergava, meus amigos, não estava mais lá. Com isso, comecei a pensar no que fazer com minhas horas vagas. O "sonho" - qual sonho mesmo? - estava mais do que enclausurado, mas despretenciosamente, um dia, anotei um número de telefone num outdoor da cidade que dizia "Curso de Teatro TPC". Resolvi ligar. Resolvi marcar uma primeira aula experimental. Resolvi aparecer, como quem não queria nada, mas me achando a idiota mais completa. Teatro? "Que coisa mais banal...". Quatro horas depois, andava na rua pensando: "Hum, interessante.". Voltei na segunda aula. Um mês depois, me chamavam para um teste de uma peça do repertório da escola, "E Agora, Mãe?". Peguei o papel de mãe. Dois meses depois, me entregavam o pesado script da italianada de "Porca Miséria" e me perguntaram: "Você segura o papel de Miquelina Buongermino"? E como segurei! Depois seguiram mais duas peças, João e o Pé-de-Feijão e o musical "Verdunga - na Terra do Verde-Cinza". E eu comecei a enxergar a tão esperada luz! Era um mundo novo se abrindo e eu finalmente me encontrando. Em um ano, rodei o interior do estado de São Paulo, subi em palcos nunca antes imaginados, levei minha família uma, duas, três, oito vezes ao teatro, para ver uma nova peça e às vezes a mesma peça. Mostrei a amigas que aquilo não era brincadeira. Fui a lágrimas ao ver quase mil pessoas batendo palmas para um drama familiar ou as quatrocentas pessoas gargalhando na comédia política... Me chamaram para um primeiro teste de vt, fiz minha primeira propaganda profissional, na televisão local e foto na Revista VEJA... Mas no desespero pré-diploma, segui o fluxo com aqueles universitários assustados em enfrentar o mercado de trabalho e também me inscrevi em processos de trainee. Depois de provas on-line, inglês por telefone, dinâmicas hipócritas e entrevistas, resolvi abandonar aquela que poderia ser uma segunda prisão: uma vaga numa multinacional. Após perder o sono por várias noites e depois de uma conversa derradeira com minha mãe, enviei um e-mail à Cargill e à International Paper, agradecendo a oportunidade mas dizendo que tinha outros planos para 2009... Ah! Meu TCC? Não tive como fugir... "A Americanização do Brasil Durante a Segunda Guerra Mundial através de Hollywood". Dez com êxito! Canudo na mão, diploma na gaveta, etapa cumprida! E foi quando finalmente me libertei dos meus próprios medos e preconceitos e bati no peito, defendendo não apenas o que era sonho, mas o que sempre soube que era vocação. E me mudei para Sâo Paulo para ser, definitivamente, atriz! Abri mão de uma estabilidade financeira e psicológica para uma recém-formada e mergulhei de cabeça na fantasia da arte. De lá pra cá, quanta coisa! Cursos de teatro, tv, cinema, partipação em longa, curtas, as tantas ciladas, meu tão cobiçado DRT, o primeiro teste, o primeiro teste com fala, a primeira grande propaganda... O resto é história. Hoje sorrio com a mais pura verdade e se choro, na maioria das vezes, é de alegria. O dia-a-dia é duro, sim. Esta é uma carreira para quem disputa maratona e não uma corrida de cem metros. Mas, me faz feliz, me faz realizada, me faz querer crescer e sonhar. E ver o orgulho no sorriso de minha mãe a cada trabalho conquistado, não tem preço... Já diria Guimarães Rosa que a felicidade não está na saída nem na chegada, ela se dispõe para a gente é no meio da travessia. E esta travessia que mais parece uma montanha-russa me faz gritar de alegria e sentir o frio na barriga do adeus à frustração. Ser feliz é fazer o que a gente gosta, onde a gente quer e com quem a gente ama. E hoje bato no peito e vejo como passado as velhas amarras do medo. O sonho é sim, possível. Basta assumir. E acreditar.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Dezembro
E começamos o último mês de 2011! Hoje, pela primeira vez dos próximos pelo menos trinta dias, recebi os primeiros desejos de "boas festas". Também reparei na portentosa árvore e nos tantos papais noéis que enfeitam um centro comercial aqui do Itaim... Acendi mais uma noite consecutiva a minha árvore localizada no canto da sala, ao lado da tv... As tantas luzes e laços desta época do ano me trazem boas lembranças, felizes esperanças e medo do que acaba e frio na barriga para o que começa. Eu não queria que 2011 terminasse. Ainda. Eu não peguei a telefonia ou o banco que disse que pegaria... Eu não fui chamada para nenhum teste em emissora... Eu não ganhei dinheiro como acreditei ganhar... Apesar disso, fiz inúmeros trabalhos que jamais planejei, conheci pessoas como jamais pensei, reencontrei quem não pensei tão cedo nem cumprimentar, falei o que achei que para sempre fosse enterrar, ouvi e senti o surreal que pareço ainda não acreditar. Enfim... 2011 ainda não acabou e nem foi exatamente como eu esperava. Mas já valeu muito a pena. Que ano! Bom mês de dezembro!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Vermelho, vermelhaço, vermelhusco, vermelhante e vermelhão
Nesta mundo sem fio, estar com as antenas sempre ligadas pode fazer toda a diferença. O que se ouve por aí pode ser perigoso, o que se lê pode enganar, o que se vê pode te fazer chorar, mas estar atento aos pequenos detalhes da vida... Ah, é mais que um dom, é uma necessidade! Assim, desde 2009 capto informações aqui, vou digerindo-as ali, ponho em prática onde devo e colho o que plantei, na hora certa, depois da chuva e da seca que só Deus me dá. Porque o fluxo de informações é imensurável! Enquanto escrevo uma frase agora, bilhões de outras pessoas escrevem palavras, outras frases, alguns poemas e até livros. Mas o importante é o que se filtrar dessa enxurrada de fotos, fatos e relatos. E tudo isso para explicar um pequeno grande detalhe do meu teste para o Partido dos Trabalhadores na quarta-feira passada, teste realizado, aprovado e hoje, depois de levantar sofrivelmente às quatro e meia da manhã, gravado! Há pouco tempo atrás, ouvindo as conversas dos bancos de casting - onde apesar de muita abobrinha, tem-se muita experiência ali a ser dividida, muitas histórias a serem contadas e muitas dicas a serem seguidas -, escutei de alguém que muito trabalhava que escolher a roupa do teste de acordo com a cor do cliente contratante, pode ser um diferencial. Dica idiota, a princípio; óbvia até! Tão óbvia que na hora me senti igualmente idiota por nunca tê-la usado. Sendo assim, na quarta-feira não tive dúvidas sobre o que vestir para meu teste: calça jeans e uma regata vermelha! Enquanto dava as quatro versões para o texto, me perguntaram do lado de lá da câmera: "E essa blusa, Stella, foi intencional?". Rá! Mas, ideologias à parte e com a dúvida se a cor realmente ajudou ou não, hoje gravei para o partido e em breve vocês me verão falando em rede nacional novamente. Fica a dica: use o filtro! Boa noite!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Cinema em plena segunda-feira

sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Gravação!
A quinta-feira foi de teste... Horas de espera no teste... Horas repetindo o mesmo texto... Eu e mais um milhão de pessoas, adolescentes, adultos, homens, mulheres, idosos... Mas a sexta-feira foi de gravação! E diria que, de todas elas, a mais rápida. Às dez e meia estava na produtora em Pinheiros para um vídeo interno do Cartão Rendimento VTM. Não precisei madrugar, não perdi o sono, dormi como devia dormir e cheguei como tinha que estar. Por surpresa tive como maquiladora a ótima maquiladora do meu book, um texto tranquilo para decorar e quinze minutos na frente da câmera. À uma da tarde já estava liberada e feliz por ter tido os minutos mais rentáveis da minha vida. Voltei para casa, fiz meu almoço, fui correr, sem grandes planos para a sexta-feira. Foram bons dias! E que venha o final de semana!
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Novela mexicana
Às vezes tento achar os motivos pelos quais resolvi fazer o que faço. E um deles, já dizia minha autobiografia datada em 2001, é que eu buscava um dinamismo numa vida fora do comum, sem rotina, sem mesmice, cheia de cores e luzes, com muito drama, ação, suspense, doces e ardentes romances, gêneros que a vida até os 15 anos não proporcionou nas medidas que eu queria. Pois bem, dez anos depois, o cenário é outro, o roteiro virou do avesso, a sonoplastia ficou a cargo do melhor e mais absoluto maestro, o figurino evoluiu, os personagens principais continuam, algumas participações especiais - pouquíssimas surreais -, muitos foram substituídos, alguns condenados ao ostracismo, outros apenas in memorium. Mas a protagonista... Continua a mesma e que não é mais a mesma. E aqui vos falo, de uma vida que sacode, mistura, congela, derrete, condensa e sublima, agora em medidas que eu não mais me proponho a medir. E por isso faço o que faço, falo o que penso, sinto o que gosto, tento não pensar no que não quero. Um script digno de novela mexicana! E quem é que vai ter coragem de dirigir? Mas eu garanto: seria sucesso no Ibope...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
O pó!
Vos escrevo sob o mais absoluto cansaço... Às cinco e meia despertava meu querido celular e às 7:15h já estava eu dentro do ônibus da Viação Pássaro Marrom rumo à S. J. dos Campos. Uma hora e meia de viagem e lá revi todo o pessoal tão especial de um ano atrás... Três personagens, cinco looks, mil takes, duas fotos! Acabamos quando já passava de 21h e ganhei de presente um táxi que me trouxe diretamente de lá até meu lar doce lar em São Paulo e um dos sapatos que estará no banner da loja! Feliz, cheguei quando já passava das 23h. Ufa! Às vezes a gente busca a perfeição e não se permite errar, mas ator também tropeça nas palavras, sua, cansa, e por isso faz, refaz e refaz. Somos a arte da repetição. E não há mal algum nisso, viu, Dona Stella? Vi. E amanhã o dia segue com dois testes e um texto que ainda não decorei... Neste momento, estou o pó da rabiola, doidinha para com o ar me dissipar. Chegou a hora! Boa sexta-feira!
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Os dias
Enquanto os rebeldes sem causa lutam por alguma que nem eles sabem, enquanto ministros se seguram para não dispencarem, enquanto tornado destrói e a chuva afoga as mágoas por aí afora, continuo na minha vida, que de rebeldia tem nada mas as causas seriam muitas, que de política tem tudo, que mágoas foram afogadas e onde um tornado me vira do avesso, sem querer querendo... As novidades profissionais foram parcas nos últimos dias e por isso poupei vocês, queridos leitores, de todas as outras amenidades. Mas a semana caminha bem e tenho a quinta-feira já reservada para uma gravação em São José dos Campos para vehos amigos da Foot Company, naquele velho esquema de levantar às quatro da matina para estar lá às 8h... A gente não pode parar! Boa noite!
terça-feira, 8 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Geléia de Pérola
Se a música colore a vida, minha noite de ontem teve todas as cores da aquarela! Quando Pearl Jam esteve no Brasil pela última vez e eu assistia a transmissão pela televisão, enquanto Ribeirão Preto ainda era muito distante de São Paulo, prometi para mim mesma que na próxima vez, eu estaria lá! E ontem foi mais um daqueles days to remember... Não foi preciso um palco de 360 graus, nem firulas, fogos de artifício ou nenhuma parafernália. No estilo mais grunge, Eddie Vedder levou o Morumbi ao delírio, com sua banda, sua voz, seu olhar dramático, as melhores canções e algumas simpáticas frases em portugês. Décadas se passaram e os caras continuam "os caras"! Assim, completo os três shows que um dia disse que não morreria sem assistir: Aerosmith, U2 e agora... Pearl Jam. E que venham os próximos! "Stay with me... You're all I see... Did I say that I need you? Did I say that I want you? Oh, if I didn't I'm a fool, you see, no one knows this more than me..." E desta vez, eu posso dizer: eu estava lá!
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Porque a vida continua...
terça-feira, 25 de outubro de 2011
A Melhor Vó do Mundo
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
E eu?
Já achei que o mundo estivesse nas minhas mãos, mas tem hora que toda minha autoconfiança escoa pelo ralo junto com ele, que um dia achei que segurasse... É aquela hora que me sinto uma peça reserva de um atribulado tabuleiro querendo entrar para jogar, mas impedida ora pelo técnico, ora pelos adversários, ora pelos jogadores do meu próprio time, ou sei lá, de repente, eu me autoboicoto, vai saber... E a certeza de estar condicionada para as tramas futuras se vai, assim como uma brisa leve na beira da praia. Ficar na reserva não dá mais. Eu nasci com a eterna vontade de ser titular mas tem dias que parece que o jogo não é meu... que o sonho é impossível... que o desejo é pura perda de tempo. E assim durmo hoje com a vontade de comprar a bola e ditar as minhas próprias regras, mesmo se essa partida for uma solitária partida de "Paciência". Jogar é preciso. E o meu medo é que o tempo é curto. Boa noite!
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Mais um!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
1,2,3, vai!
Meu Nextel é sinônimo de trabalho e acordar com a notícia de estar mais uma vez editada é bem agradável. Melhor despertador, nesta altura do campeonato, impossível! Levantei, fiz meu café com leite, meu pão torrado com requeijão derretendo, minha querida banana... E o celular não parava de tocar. O meu mundo dos negócios despertou depois do feriado! Que felicidade! E para um dia que não prometia muita coisa, ganhei um teste para dois papéis (principal e coadjuvante), onde tive que correr e cair da esteira... Uma dose tripla de ânimo, um pouco mais de ansiedade, muita chuva e por isso um táxi, e um motivo para escrever este post: a carreira, sim, continua. Desta maneira, os planos de voltar a Ribeirão no final de semana permanecem em suspenso e a agenda... Agenda? O que é isso mesmo? E o friozinho na barriga tá ali, ó... E a vontade de continuar, idem. E que eles não se percam jamais! Boa sexta-feira!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Interrogação
Dizem que tudo o que vem em demasia não é bom. Beber demais, comer demais, pensar demais, sucesso demais, se exercitar demais, vaidade demais, desejo demais. Mas aí vieram os gregos e depois a igreja católica e nos puxaram a rédea para a temperança: nem muito nem pouco sal. E aí lá vem os médicos e indicam o máximo de 5g diárias deste querido elemento da nossa cozinha. Mas... Um bacalhau bem salgadinho é muito bom, não é? E um rodízio - seja de carne, seja de pizza ou comida japonesa? Me rendi a esse excesso hoje e ainda não me arrependi. Mas... e sentir demais? Isso é um problema? Ou o problema é falar o que se sente demais? Eu acho que descobri que falo muito. E que também sinto demais. Mas se em boca fechada não entra mosquito... E a dualidade é tão gritante, que a palavra "demais" toma imagens tanto pejorativa como positiva: por exemplo um namorado que diz para a namorada depois de um ataque de ciúme: "Chega! Isso já é demais!". Agora observe outro sentido da palavra em questão: "Ela é demais!", diz o namorado apaixonado para os amigos sobre sua querida donzela. Sendo assim, não chegamos a conclusão alguma sobre a personalidade dessa tal demasia. Só sobre a crueldade da temperança... Ser feliz demais é bom, só não é bom para os invejosos de plantão... Amar demais e ser correspondido é ótimo, disso ninguém duvida... Ou algum chato vai lá puxar a orelha do casal e dizer: "Pessoal, amem menos!"? Apesar de que tem chato pra tudo nesse mundo... E o pior é que falam. E muitas vezes a gente ouve. Outras vezes a gente teria que ouvir, mas entra por aqui e sai por ali... É... Enquanto isso, o anjinho e o diabinho duelam noite e dia e o placar segue empatado. Ufa! Empate é equilíbrio! Tá feliz, Platão? Basta ser esperto o bastante para saber qual ouvir e quando ouvir. Ó dúvida, ó céus! Ia escrever "boa semana", já que o feriado teve cara de domingo, mas me resta apenas te desejar uma boa quinta-feira! E cuidado com o sal, hein...
domingo, 9 de outubro de 2011
Interpretação
A vida não é exata. Não se tem um gabarito com as respostas corretas. Não se respeita um roteiro com sequência de cenas. Não existe manual nem unidade. A verdade é que é tudo muito relativo e uma palavra, um insignificante gesto ou um pequeno ato podem ocasionar um terremoto do outro lado do mundo. Tudo depende da interpretação nesta nossa teoria do caos. Eu sou responsável pelo o que falo e faço, mas você é quem isso interpreta. E como a humanidade tem problema de interpretação...! Desta maneira, fofocas tomam face de realidade, amores são impossíveis, amizades termitentes, uniões desfeitas, guerras são travadas, famílias despedaçadas. Mas a gente não pode desistir. A gente tem que se fazer entender. A gente tem que procurar compreender. A gente tem que não só falar, como também sentir e fazer. E surpresas funcionam como o bater de asas de uma borboleta lá de longe, trazendo um vendaval para a parte de cá do planeta. Mas o vendaval vai embora e por aqui ficam as mudanças, que transformam nossa história e nossa geografia e ocasionam uma imediata reação química. E assim a gente evolui e percebe como muitas vezes a gente é bobo. Percebe como a gente perde tempo à toa e como mágoa não funciona pra nada. E digo isso simplesmente porque o relógio não pára. Não pára, não pára, não pára não... Mas assim a gente vai, pouco a pouco, batendo cabeça e chorando aqui para gargalhar ali, buscando calcular o incalculável e completando as linhas tão tortas e inteligíveis desta matéria obrigatória chamada "vida", onde os melhores alunos são aqueles capazes de sentir o vento e entender que tudo está sempre em movimento. Parar é para os fracos. E a caminhada é longa... Boa semana!
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Armas e Rosas
O motivo do meu sono prematuro de hoje foi o tardio show do Guns N' Roses de ontem. A expectativa era grande de rever um ídolo que não é originariamente meu, mas se tornou um dos por ser originariamente da minha irmã mais velha, afinal de contas, nasci apenas um ano antes do lançamento de seu primeiro álbum. Confesso que critiquei, taquei pedras e me decepcionei por ver o que os anos fizeram com Axl Rose. Roubaram a potência inconfundível de sua voz... a forma daquele corpo antes esbelto e todo tatuado, que cabia perfeitamente num shortinho branco, mas ontem coberto por uma capa que mais o fazia parecia o Inspetor Bugiganga... o fizeram perder o rebolado e dançar como tiozão - o que ele hoje, querendo a gente ou não, o é... curiosamente o fizeram perder a sobrancelha (por que Axl Rose está sem sobrancelha?)... levaram a viçosidade de suas inconfundíveis madeixas... e fizeram-nos sentir saudades de tempos que jamais voltarão. Mas o que os anos não fizeram foi apagar a áurea da banda que fora considerada os Rolling Stones de uma nova década e nem minhas lembranças dos pôsters grudados na parede do quarto, dos clips da MTV e das fitas cassetes - todas! - guardadas na gaveta. Me arrependi por não ter feito parte daquela ensopada multidão... Entra ano, sai ano, mas o arrepio continua ali, mesmo com um acorde desafinado, um rebolado enferrujado e um cabelo ressecado, acompanhando aquelas músicas que eu ainda tão criança já cantava: November Rain, Welcome To The Jungle, Paradise City, You Could Be Mine, Patience... Tenho ciúme das lembranças alheias, porque cresci querendo que Guns fosse só parte das minhas. Mas não tem como negar, os caras serão para sempre, muito "foda"!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Começar de novo!
Novo mês! Nova semana. Banho de sal grosso. Nova cor de esmalte. Novas expectativas e muita coisa jogada no lixo. A gente acha que aprendeu, promete que não vai fazer mais, promete que vai fazer menos, falar menos, mas de repente, a quantidade transborda e a consciência pesa a ponto de até seu horóscopo te dar bronca e dizer, coincidentemente, que: "Preste atenção aos sinais de seu corpo indicando o que não está bem. Tente descansar mais e se alimentar melhor.". Não me interessa se o CQC começou sem o Rafinha Bastos, nem se Julia Petit está dando dicas preciosas de maquilagem. Eu escolhi me recolher no meu quarto, voltar ao meu blog que estava às moscas, colocar os tantos pensamentos que se esbarram, cruzam, brigam e se acasalam no papel, retomar à leitura abandonada do retrato de Dorian Gray e dormir cedo, do jeitinho que meus olhos pedem. Escolhi também hoje sentar no banco da igreja, mesmo que eu não tenha religião, e agradecer por tudo e pedir por um pouco mais. Mas a agenda da semana já começou diferente e faltam três meses para o final do ano. É hora de pensar mais, falar menos e fazer o necessário. E o que não presta, a gente deixa pra trás. Já o ouro, a gente não entrega jamais! Bom mês de outubro! A gente se vê por aqui!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Depois de um final de semana
Eu deveria estar com sono. A noite passada demorou a engatar e os pensamentos não me deixaram em paz tão cedo... Observei o relógio rodando e olhe ele agora lá de novo, com o compromisso de me acordar antes das sete da manhã para um teste para uma marca de cosméticos. Acabei ficando para o teste de sábado - que acredito ter sido uma sábia escolha - e consegui chegar em Ribeirão às 18:30h. Vinte e quatro horas depois, não consegui fazer metade do que pretendia, mas fiz o primordial. Dei três beijos longos em quem temo não mais ver e segurei o choro acreditando que outros beijos virão. Outros beijos sim, virão. E ao chegar novamente nessa selva que tanto amo, senti um frio na barriga que há algum tempo não sentia. E a mistura de medo, saudade, segurança, insegurança, esperança, ansiedade e excitação retorna, numa alternância inclassificável entre Cisne Negro e Cisne Branco. No entanto o importante é, mesmo com a cor indefinida, continuar nadando nessas águas que hoje gentilmente, eu chamo de "meu lago" mas que de calmo, tem absolutamente nada... Boa semana!
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Estou de volta!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Onde Judas perdeu as botas?
Finalmente hoje descobri, quando passei perto das botas que ele um dia perdeu. O despertador tocou e eu respirei fundo já prevendo toda a função para completar os meus dois testes da agenda. Não foi fácil! Uma hora e quinze para chegar na primeira produtora antes do almoço. Mais umas duas horas de espera, umas páginas lidas do meu livro, uma suspirada aqui, uma olhada no relógio ali, fome, muita fome. Depois, lá se foram mais três ônibus para chegar onde Judas resolveu ficar descalço. "Pensa na praia, amiga!", me encorajavam citando o final de semana delicioso que teremos... Faltando meia hora para o segundo teste terminar, lá estava eu preenchendo meu pré-contrato e segurando minha claquete. Outro ônibus para voltar, uma caminhada... Ufa. Home, sweet home! Amanhã tenho mais um, dois textos para ainda decorar e uma noite inteira para ser bem dormida. Mas sabe quando já começa a faltar um pouco de paciência? Teste aqui, teste acolá... Pouco trabalho, grana curta e gastos exorbitantes... Andei perdendo o sono por esses dias... Mas ainda bem que temos a sexta-feira! Bom final de semana!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
domingo, 11 de setembro de 2011
Ser ou não ser?
sábado, 10 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Semana morta
Depois de quebrar a semana ao meio, passou o feriado sobre o qual os livros de história ocultam a verdade, que D. Pedro I estava é montado em uma mula e não em seu majestoso cavalo branco... Fofocas à parte, resolvi aceitar o fato de meu telefone não tocar e minha agenda estar vazia por esses dias... Eu juro que não me importei, especialmente depois de sete dias dirigindo em alta velocidade sem parar para descanso na semana passada. Assim, hoje acordei sem despertador, escutei todas as músicas que me apeteciam após o almoço, deitada despretenciosamente na parte da minha cama que recebia um sol tímido vindo lá de fora, esticando a preguiça, organizando os pensamentos, revendo vontades e compreendendo que nem sempre a culpa é minha. Muitas coisas simplesmente são, outras não são pra ser e algumas dependem de nós. E é com essas que agora eu vou me preocupar. Não quis correr porque resolvi ir com calma. Andei no parque. Tive minutos longos para por o pé no chão e rever a poesia da vida e apagar os versos onde é prosa. Acaba nesse final de semana o workshop com Vinicius Coimbra e esperamos, nós atores, que setembro realmente comece. Me prometeram que duas coisas muito boas me acontecerão até o final do ano. Sem saber a origem e veracidade dessa bola de cristal, me despeço, desejando uma ótima sexta-feira e que os bons ventos tragam logo todo o frescor da primavera.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Posso respirar?
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Choque térmico
Quando descemos hoje do avião, fomos recebidos em São Paulo por um frio que os cearenses provavelmente não conhecem... Agora não é ainda nem uma hora da manhã, mas minhas piscadas já demoram um pouco mais do que o normal, já que desde segunda-feira a montanha-russa não pára. Mas agora estou já no aconchego do meu lar, com um bronzeado que - confesso! -não saiu comigo de São Paulo rumo à Fortaleza... Posso já começar a chorar e dizer que quero voltar? Acordar às três e meia da manhã na quarta-feira não foi nada agradável... Mas lá o amanhecer é prematuro e cinco e meia o céu já está azul. E cada minuto de luz é essencial numa gravação, que se seguiu até às 18h... Mas que dia maravilhoso! E que cordialidade do pessoal da produção! E que família linda formávamos! Que trabalho delicioso! Ainda deu tempo de descolar um mergulho no mar, uma descida no toboágua, alguns contatos, um camarãozinho - sem tempero, diga-se de passagem - na orla da praia, uma cervejinha a R$3,00 - que o garçom tentou inflacionar para R$4,00 na hora da conta -, baião-de-dois no almoço e uma tapioca no último minuto do café da manhã. Já as risadas, foram muitas... O vôo atrasou e me fez perder os dois testes que me aguardavam por aqui... Mas a semana já valeu a pena e fechei agosto e comecei setembro com chave de ouro! Assim, abafo o latido do cachorro louco e tomo fôlego para a reta final de 2011. O fim de semana promete com o workshop do diretor da Globo Vinicius Coimbra e ainda tenho um monólogo cabeludo para estudar. Não serei hoje poetisa e nem vou rimar. Minhas palavras querem mais é dormir. E vamos dormir sorrindo. Bom final de semana!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Piscina com ondas
terça-feira, 23 de agosto de 2011
E daí?
A gente fala que vai parar. A gente faz planos pra mudar. Aí a gente bate no peito e assume que é assim e que vai ser sempre assim. A gente fala que é o que não é, a gente quer e diz que não, diz "não" e faz sim. A gente é uma mistura de incongruências num quadrilátero equilátero. A gente roda a roda e acaba encurralado num ângulo agudo e de repente se lembra de que círculo não tem ângulo! O que a gente é? A gente muda a trilha sonora e vê o mundo de outra forma, nem quadrado, nem redondo. A gente se diz casca grossa mas derrete mais rápido que manteiga. A gente vende a alma ao diabo, ele compra barato mas sai caro, porque a gente é uma mistura de céu e inferno que nem o Beuzebu pode entender! E daí se eu cometer os mesmos erros que jurei há pouco tempo que jamais cometeria novamente? Mas tá tudo bem, mesmo porque depois a gente se arrepende... E daí se a gente gargalha querendo chorar e se chora depois de rir? Aí a gente canta um sertanejo, aumentando meu desejo e se descobre romântica e acha que o mundo é romântico e que uma hora vai parar de girar... Mas e se não der certo? Aí tem sempre o plano B. Ou o C... E uma infinidade de outras letras e outros alfabetos. E também tem aquela música: "E daí? Se eu quiser farrear, tomar todas num bar, sair pra namorar, o que é que tem?"... Eles falam que o que vai volta, mas às vezes o que fica não vai, ou o que foi não voltou e a verdade é que eu não sou de ninguém. Sabe o que que é? É que a gente é tudo e não sabe de nada. Que tem louco pra tudo e que só os loucos sabem. Enfim... Não existe conclusão nem final feliz. Mas enquanto tentamos achá-los, inventamos. Afinal, viver é isso. E a gente pode ser tanta coisa...
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Histórias...
Ai se não fossem as histórias... A vida seria sem graça, a imaginação seria rasa, a infância uma mera lembrança... Somos o que somos porque vivemos as histórias que lembramos, porque temos culpa na história que contamos, porque história é adição de fato mais sensação. E se as pessoas que recheiam nossas páginas desse livro chamado vida são personagens especiais, um simples passeio no parque vira uma lendária aventura na selva, um dia nublado de aula dá margens a um conto de terror no castelo do Drácula e um diálogo o início de um amor ou da amizade, sabendo-se lá em qual ponto eles podem se cruzar... Uma palavra mal dita pode ser hoje um trauma engraçado, uma piada inocente uma facada bem dada, um beijo ardente um romance mal contado... Reuni neste final de semana a turma da 8a série. E onze anos se passaram desde que abandonei o colégio católico para me embrenhar num glamouroso ensino médio - que a gente chamava naquela época de colegial... Que delícia! Poesia nem foto nenhuma traduz o reencontro. Todo mundo igual e todo mundo tão diferente... Um churrasco para além da carne, dos pães, das muitas garrafas, do vinagrete. Aqui ainda bate um coração Marista!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Quem matou Norma?
De vítima já chega a Norma...
Como ontem os astros ainda não tinham aliviado minha barra, resolvi dormir antes de meia-noite e meia. Eu estava com sono devido à noite de domingo pouco dormida e despertada com mais uma boa notícia de "estar editada" em plena segundona e o dia de hoje prometia... Luz apagada. Roupa de cama cheirosa. Meus travesseiros. Mas... Meus pensamentos! Rola daqui, rola dali. Levantei para ir ao banheiro. Uma. Duas. Três vezes. Carneiros, elefantes, girafas... Contei toda a Arca de Noé e depois... Fome. Mandei um e-mail urgente para a produtora do teste da manhã e pedi que me aliviasse uma hora. Consegui embalar quando já passavam das três... Terça-feira. Dois ônibus e uma hora e quarenta depois, cheguei ao SENAC para um teste de um curta que muito me interessa: mortos-vivos. Certa espera, uma improvisação de uma carta de suicídio, muitas lágrimas e já passava das 13:30h. Um outro teste me esperava lá no Alto da Lapa. Uma trufa. Um ônibus. Uma caminhada. Outro ônibus. Calor. Muito calor. Restaurante. Outro ônibus. Alguns clicks e cinco e meia chegava no meu lar doce lar. Como podem imaginar, meu humor não estava dos melhores e troquei a corrida pelo sofá. Fiz guacamole - minha nova especialidade -, recebi via correio o catálogo lindo da Hipermoda, neguei um atraente convite de churrasco, assisti ao premiado Inverno da Alma e resolvi escrever, para esclarecer que não, não pulei da janela, nem fugi de barco, não matei ninguém e enquanto eu podia tá roubando, continuo fazendo meu trabalho honesto. Já tenho na agenda de amanhã um daqueles testes que já fazem valer o dia e estou numa DR séria com os astros. Três semanas na pele de vítima não dá. Boa quarta-feira! Eu confesso que gostaria muito, muito mesmo de gritar gol amanhã. Será?
domingo, 14 de agosto de 2011
A vítima
Detesto as vítimas quando elas respeitam os seus carrascos. Neste caso, estou aqui para gritar meu ódio ao mundo e aos homens - mas fiquem tranquilos, que ele é passageiro. Já completo duas semanas no mais completo inferno astral e odeio também os astros por isso. Fazer papel de vítima não é comigo, mas nesta noite, estou sem saída. Tudo parece errado... Meu pensar, meu agir, meu sonhar. Mas é quando me lembro de que o inferno são os outros e tiro o peso das costas. Mas se eles ou eu, o negócio é que a coisa anda braba. Que coisa? Ah... tudo. Ou nada. Sinto muito, mas não tem como manter o pensamento positivo 24h por dia, senão seríamos todos monges tibetanos. E então bate aquela solidão, mesmo podendo você estar cercada de pessoas e risadas e convites vip. A lembrança do alguém passando a mão na sua cabeça e te dando um beijo provando que tudo vai ficar bem bate à porta e aumenta o significado de "estar sozinha". Querer não é poder, senão eu poderia tanta coisa... Amanhã completo dezessete anos sem motivo para comemorar o Dia dos Pais e penso no que isso me afetou. As raízes são profundas e gostaria de uma análise gratuita, por favor. Estou à procura de feedbacks. Não de sugestões, nem de críticas, obrigada! Mas preciso de respostas e conclusões do que anda por aí inconclusivo. Não gosto de lacunas e quero preenchê-las com o conteúdo mais verdadeiro que tiver. Banho de sal grosso não adiantou. Eu sei do que preciso. E não preciso falar. Obrigada por lerem e de algum modo compartilhar. Hoje sou a vítima. E este não é meu papel preferido. Por gentileza, mudemos a página deste roteiro! Bom domingo!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Um post obscuro
E a partida continua... Ora esquenta, ora esfria. A torcida se levanta depois volta a sentar. Bocejos são percebidos aqui e acolá. Mas uma corrente de fé faz a movimentação aumentar. Chute daqui, chute de lá. Na trave! De novo, na trave. Chute na trave não conta pontuação no campeonato. Dá emoção, mas até que ponto emoção enche barriga? Me lembrei que não, emoção não enche barriga. E não paga aluguel. Nem fatura de cartão. Sabe o que ela enche? Enche o saco. E os pensamentos positivos que minha irmã tanto me falou para carregar parecem não ter adiantado muita coisa. Hoje desejei ter a turma do escritório e trabalhar de saia lápis e blazer. Eu quero gol. Mas golaço, sabe? Eu não duvido da garra do jogador. Eu temo é o apito do juiz. E as regras desse esporte. Alguém, por favor, me dite as regras. No meu manual hoje, além de paciência, não tem nada mais. Aliás, acho que hoje, nem precisa de mais. Ela me é suficiente. Não sei amanhã... Amanhã é outra história. Outro chute. Outra esperança de gol. Ele tá entalado na garganta, querendo gritar! Ninguém disse que seria fácil jogar... Boa quarta-feira!
sábado, 6 de agosto de 2011
Sétimo dia
E na luta contra o luto, não falar oculta verdades, porque a verdade dói. A cada vez que escutava o nome da boca do bom padre a realidade dava suas caras e desnudava aquilo que por um instante parecia distante, como uma ausência efêmera que terminaria como um alegre retorno de viagem. Mas de efêmero, só a vida. O resto é saudade.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Sal à agosto
O mês começou gelado. Mas caí da cama conforme o relógio despertou e tinha pela frente um dia quente com dois testes além dos afazeres diários e aqueles domésticos. Quando cheguei ao primeiro, exatamente às 9:37h com book na mão, tive a notícia de que sentiam muito, mas as meninas já haviam sido escolhidas. O teste acabara às 9:30h. Mas... "Têm que chegar na hora, meninas!", disseram para mim e a outras na mesma situação. Retruquei, delicadamente, mas retruquei: "É que o horário é sempre das 9 às 9:30h, mas o casting todas as vezes começou depois das 10h. Achei que poderia esperar menos dessa vez...". Respirei. Rabinho entre as pernas, book de volta na bolsa. Clamei por vingança. A minha salvação é que eu tinha um segundo teste, senão... A partir daquele momento até entrar no estúdio do próximo, tudo me irritava. O vento, os fios de cabelo que com o vento pinicavam meu rosto, a tela touch screen do meu Ipod que não obedecia aos meus comandos, os homens na rua, os assobios idiotas dos homens idiotas na rua, andar, os meus próprios passsos me irritavam! E jurei que esta marca "x" ainda vai implorar para que eu seja sua garota-propaganda quando estiver em um papel relevante na tv brasileira... Mas fiz um bom segundo teste. Quando pediram para falar tal "textinho" para a câmera, fui indagada: "Você é apresentadora também?". Sim, nesta vida fazemos de quase tudo... "Só do jeito que olham para a câmera a gente já sabe.". Ponto pra mim? Fui embora com o bom e velho "boa sorte!" e no caminho para o terceiro ônibus do dia antes das onze da manhã, uma chamada no rádio. Problemas com depósito de cachê. É cachê atrasado, é desconto no cachê atrasado, explicações mal dadas, um pré-stress que quase levou a um rompimento de contrato, uma conversa, muita calma nessa hora, tudo certo! Vim pelo caminho desejando mais do que isso. Desejando tanto que nem sei o quê... Assisti agora à noite, pela terceira, quarta, sei lá, quinta vez, ao À Procura da Felicidade e desejei, mais uma vez, ter uma história de sucesso depois de tanto camelar, assim como teve Chris Gardner. Será que é pedir muito? Tentando fugir no inferno astral, quis inovar para combinar com os dias de um dígito do mês de agosto e comprei arroz vermelho e abacate para fazer guacamole, que somados ao meu frango ao curry, dão um up na já cansada mão da cozinheira, aliados ainda a um novo clássico de cabeceira e maçã com canela ao forno depois do jantar. Amanhã não tenho teste. O mês além de gelado, começou também salgado...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Nos finalmentes de Madame Bovary...
"[...] e, realçando com isso o orgulho, nunca sentiu tanta estima por si mesma e tanto desprezo pelos outros. Qualquer coisa de belicoso a dominava. Queria bater nos homens, cuspir-lhes na cara, triturá-los a todos; e continuava a caminhar rapidamente, pálida, trêmula, enraivecida, perscrutando com olhos rasos de água o horizonte vazio, e como que se deleitando no ódio que a sufocava."
domingo, 31 de julho de 2011
Prazer a R$5,40
Levantei da cama às 14h. Foi quando me lembrei de que a vida continua... O tempo nublado me trouxe uma maior sensação de nostalgia e despertou a vontade de nada e a preguiça de tudo. Saí do sofá quando já passavam das 16h para fazer meu almoço - uma nova e prática receita de frango ao curry. Voltei ao lugar de origem. Zapeia daqui, zapeia dali. A internet hoje era a conexão com o mundo, mas chats preguiçosos não se desenvolviam e planos foram desfeitos. Quando escureceu, um desejo incontrolável me fez tirar o pijama, vestir a roupa mais fácil do armário e ir adquirir secretamente, como se fosse comprar alguns gramas de algo ilícito, um sundae de doce-de-leite. Durante sete minutos degustei do prazer mais sublime por apenas R$5,40. Mas como tudo na vida, durou pouco e a consciência pesou. Cada ato traz consequências, certo? Tomei um banho como que para tirar a culpa e lavar as dúvidas para as quais nunca teremos respostas. Ainda carrego nas unhas os resquícios de tinta da gravação de ontem e a incredulidade das coisas. Um domingo com cara de domingo. Mas amanhã é outro dia, de um outro mês. Boa semana!
Vida...
Escuto há duas horas e meia a mesma música. Escorrem lágrimas enquanto ela toca, over and over again... Parece uma espécie de brincadeira, um aquecimento para a cena de catarse da vida real. Em meio a boas notícias de trabalho, a vida mostra sua cara metade. A morte bate à porta e me faz pensar como somos ínfimos, o quanto os dias são curtos, me faz dar mais valor a quem realmente importa, me faz querer pegar o primeiro trem com medo de não ver as próximas estações, me faz sentir saudades de tempos que não voltam mais, me dá medo de tempos que virão e remorso do que não fiz e do que não falei... Gostaria de hoje ser a mais bela poeta mas não existem palavras que confortem uma perda senão "tempo". Quinta-feira, depois de corridos dois testes, peguei a estrada rumo a Ribeirão Preto para a gravação de um vídeo institucional para uma faculdade a distância na sexta-feira. Às 23h de quinta chegava, às 14h de sexta gravava, um pit stop para um vinho e matar algumas saudades e às 23h de sexta embarcava de volta à capital, para hoje, sábado, às 10h, gravar um novo comercial para o SP Market. Neste meio tempo, olhava o celular de dez em dez minutos, esperando notícias de um professor tão pai, tão amigo, tão querido que estava deitado na cama de um hospital esperando resposta de Deus. Hoje pela manhã, antes de gravar, veio o veredito final. Segurei o choro o dia inteiro. Take nenhum registrou minha agonia, minha tristeza nem minha ansiedade. "Corta!". E eu estava livre para tirar o sorriso do rosto. E me senti culpada por mais uma vez estar longe da amiga tão amada, que hoje precisava de um abraço apertado que pelo menos tentasse afagar este princípio de ausência de seu pai... Saudades ficam e lembranças voltam de um pai tão presente, um professor tão dedicado, um treinador tão empolgado, um marido tão carinhoso, um homem memorável! Vá em paz, tio. Um dia, todos nós nos encontraremos.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Aê, timê! Vamô!
Era assim que vibrávamos quando um ponto era feito na quadra de vôlei. E numa alegria imensa, as seis jogadoras se reuniam no meio da quadra, colocavam suas mãos umas sobre as outras remetendo ao famoso "uma por todas e todas por uma", só que de maneira mais rápida e desordenada, já que uma nova disputa por um outro ponto se seguiria após o apito do juiz. E assim como no esporte, continuo a vibrar, seja na rua, seja na sala, seja de pijama na cozinha lavando as louças numa quarta-feira preguiçosa, onde e quando quer que receba uma nova notícia - uma nova boa notícia. Só que no meu time só tem eu. Eu saco, eu levanto, eu ataco. Mas dependo, claro, do adversário, se ele vai defender ou não. Da qualidade da bola. Das condições da quadra. Dependo também daquela que não pode faltar em nenhum grande jogo: a torcida. Barulhenta ou silenciosa, ela se faz presente em cada jogada, te dá ânimo e fôlego quando o corpo e a mente parecem não mais aguentar e as regras parecem não existir. A verdade é que torcemos juntos, torcida e adversário, eles e eu, sempre por um bom espetáculo.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
...cri cri cri...
E quebrando a sinfonia dos grilos, volto. Volto para a última semana de julho, volto da penúltima semana atípica, com visitas inusitadas que desfizeram minha até então julhina solidão, com gastos inéditos, alimentação desregrada, rotina sem hora nem lugar, um mísero trabalho, zero teste. Foi uma boa semana! Mas acabou. Enxergo ali na frente as garras do cachorro louco e penso que queria que muito acontecesse nestes últimos cinco dias de julho... Confesso que tem sido difícil lutar contra minha natureza todo esse tempo. "Esperar" nunca fez parte do meu vocabulário e "fazer acontecer" é minha expressão favorita. Costumo gostar do cheiro das cores e da textura das músicas. Mas hoje estou com aquele sentimento de que não tem nada acontecendo, de que escolhi o caminho errado e de que pensar num plano B de repente não é má ideia. Eu quero e quero agora, mas meu agora parece pobre, eu acho. Meu tempo cronológico é falho, ainda estou recebendo cachês de trabalhos de dois meses atrás, ainda vivo de uma "fama" e de uma saudade de uma gravação que rodou já quase um ano e conta os dias para ter seu contrato validado, ainda espero aquilo e aqueles que já deviam estar enterrados mas que como fantasmas, continuam atrapalhando meu sono. São tantas coisas mas elas são quase nada... Enfrentar um ônibus, um metrô e uma caminhada para chegar num casting e ser avaliada, dentre tantas meninas lindas que buscam o mesmo que eu, pela consistência do meu cabelo, é demais da conta! Ou melhor, de menos... Quando penso no que poderia estar fazendo, no que sou capaz de fazer - onde meu cabelo seria um mero detalhe -, isso me entristece e me faz perguntar: Em quais outras portas bater? Abri as erradas? E pra que insistir nelas? Hoje estou sem paciência para o "quase". Hoje eu odeio o "talvez". A verdade é que estou morrendo de medo do "nunca". Mas de repente escuto de um amigo que minha cena gravada no workshop "ficou animal" e que ele havia mostrado para todo mundo "lá em casa". Vai entender... Enquanto esperava minha irmã se esbaldar nas liquidações na capital, me preocupei ao ler numa revista uma matéria sobre a novata da novela das oito Bruna Linzmeyer. Bruna veio a São Paulo para ser modelo, mas seus 1,61m a impediram da carreira. Li as aspas de seu booker da agência, dizendo que já tinham os planos muito bem traçados para ela e que sabiam que a emissora era seu destino e por isso a impediram de fazer publicidade. Uma tensão pairou em meu rosto. Explicações são dispensáveis. Mas evitei falar. Aliás, ando evitando falar algumas coisas para que espectros não virem gente. Preciso sacudir a poeira mas não sei como. Não sei por onde começar. Como renovar. Acho que me perdi no meio do caminho. E não gosto de me cercar daqueles que não tem o mesmo entusiasmo que às vezes eu acho que só eu tenho. E não gosto de desejar que eles o tenham. Eu estou irritada. Eu estou com medo. E que venha a terça-feira!
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Por onde começar?
Estou há uma hora nos preparativos para dormir enquanto pensava no post de hoje. O que escrever? "Quais as novidades?", costumam me perguntar. Hoje nenhuma bombástica. Testes vocês sabem, já faz parte da rotina. Não vi nenhum acidente, não fui assaltada, não tomei chuva, não errei caminho... Namorado não encontrei, trabalho novo nenhum peguei... Então como fazer meus pensamentos se tornarem interessantes e válidos de serem lidos? Hoje tá difícil! Como passei a evitar contar os ovos dentro da galinha, possibilidades não mais serão compartilhadas. Desculpa, pessoal, mas essas ficam só para os íntimos. Mas claro, elas são muitas, fiquem tranquilos. Ah! Já sei! Vou contar do meu sonho dessa noite. Eu, Stella Menegucci, beijava apaixonadamente Marlon Brando, este em sua figura velha e gorda, mas que ainda preservava aquele sorriso, aquela malícia e aquele talento que o cinema nunca mais viu. E ele me perguntava: "Mas meu físico não te incomoda?". Não, não incomodava. Marlon Brando era demais! Isso foi interessante? Mas, enfim, do dia de hoje, três pontos relevantes: 1- Agenciados, dêem sempre uma passada por sua agência. Networking é a alma do negócio! 2- Michelle Williams não é mais a mesma de Dawson's Creek há muito tempo... Assistam Blue Valentine (Namorados Para Sempre). Lindo! Triste, porém lindo, digno de lágrimas que remetem a um passado recente... 3- Odeio pessoas sem palavras. Nessa altura do campeonato, essas para mim escoam pelo ralo. E em quarto lugar, não previsto nas relevâncias do dia, digo apenas que meu final de semana será recheado de bons amigos. E esses a gente conta nos dedos! Boa sexta-feira!
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Tanta coisa...
Ah, tive um lindo final de semana em Campos do Jordão com velhos e novos amigos, dias quando a preocupação era o despertador das 10:15h que não tocou, qual bar escolher e qual porção pedir, qual vinho abrir, qual história contar ou quais chocolates comer, se fundue ou chocolate quente, quantas fotos tirar... Aí, quando os termômetros marcavam abaixo de cinco graus e a gente já começava a pensar em abrir um negócio e viver nas montanhas, voltamos para a realidade da capital que não está tão fria assim. Hoje foi um belo dia! Estava ansiosa para o começo da semana, ansiosa pelas respostas que receberia, por trabalho que me apareceria, pelo job que logo na segunda-feira faria. E já entramos na primeira hora da quarta-feira... A madrugada passada passei gravando dentro da Renner do Shopping Morumbi, já preocupada com o relógio que tocaria hoje às 8h para um casting marcado às 9:30h. Mas deu tudo certo! Às 3h já estava na cama e lá se foram cinco abençoadas horas de sono. Sobre o que foi a gravação? A história deixarei para vocês assistirem quando ficar pronto, mas se tratava de um vídeo a ser apresentado em um evento específico da empresa. Não, eu não passarei na sua tv dessa vez... Mas eu era Nicole, meu marido Wagner e tivemos nosso sonho de casamento realizado pela vendedora Márcia. "Obrigada, Márcia!" e jogava o buquê... Era assim o desfecho. Infelizmente não foi dessa vez, assim disse a agência sobre aquele teste que eu estava editada e que achei que tivesse ido mal mas há algumas horas a esperança que já havia se reacendido duas vezes e apagado três soma mais uma ressureição. Ainda estou no páreo para um grande banco. É deixar os dedos cruzados, mesmo que nem sempre funcionem, é pensar positivo, é deixar a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Amanhã tenho mais um teste na agenda e um final de semana já programado com uma querida amiga que vai deixar o país. De novo. Acabei de contemplar mais uma vez os céus de baunilha em Vanilla Sky e preciso de uma boa noite! E bons sonhos! Para mim e para você...
terça-feira, 12 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Oops! Me enganei!
Ontem após meu teste conversava com uma amiga sofredora de profissão no caminho de casa. Compartilhávamos nossas agruras, as expectativas, as histórias e os amigos em comum. E claro que a pauta "teste" não pôde faltar! Quando eu contava dos dois testes que achava que não tinha ido bem na quarta-feira, ela me disse: "Menina, mas são esses trabalhos que a gente pega! Quando a gente acha que foi mal, eles ligam! É uma loucura, vai entender!". Mas aí, eu toda filosófica e "vivida", disse que não, que eu tenho um feeling de quando a coisa vai bem. Pois bem. Mas coisa foi bem, porque para um deles estou editada, assim me disse a mensagem de voz enquanto saia do estúdio hoje na hora do almoço! Moral da história: a verdade é que a gente não sabe de nada. Simples assim. E amanhã tem mais! E a semana foi incrível! E o final de semana será ainda mais! Um beijo, um queijo...
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