domingo, 15 de março de 2009

Anyone Else But You (Michael Cera and Ellen Page)

http://www.youtube.com/watch?v=nBDbUVXXp-U
You're part time lover
And a full time friend
The monkey on the back
Is the latest trend
Don't see what anyone can see
In anyone else but you
Here is a church
And here is a steeple
We sure are cute
For two ugly people
Don't see what anyone can see
In anyone else but you
We both have shiny happy fits of rage
I want more fans
You want more stage
Don't see what anyone can see
In anyone else but you
I'm always tryin' to keep it real
Now I'm in love with how you feel
I don't see what anyone can see
In anyone else but you
I kiss you on the brain
In the shadow of the train
I kiss you all starry eyed
My body swings from side to side
I don't see what anyone can see
In anyone else but you
The pebbles forgive me
The trees forgive me
So why can't you forgive me?
I don't see what anyone can see
In anyone else but you...

Final de semana incrível!

Domingão! Malas prontas... muitas malas... arrumei uma carona especial com meu tio para São Paulo, e já aproveito para levar algumas várias coisas como o meu querido e velho edredom e minhas almofadas de flor, borboleta e folha. Não vejo a hora de meu quartinho na capital virar realmente meu...
Foi um final de semana delicioso, dedicado inteiramente à família: jantar com a família, baile com família, fotos com família, festas com a irmã, blitz com a irmã (jajá conto sobre esse fato inédito na minha vida... quando chegar em São Paulo... no escurinho da sala, eu relato o episódio surreal...), japonês com a família... churrasco com a família toda... Eu não poderia viver sem eles... às vezes dói pensar que a distância só tende a aumentar...


sábado, 14 de março de 2009

Hand in my Pocket (Alanis Morisette)

http://www.youtube.com/watch?v=_lscvguJ5Dw&feature=related
I'm broke but I'm happy
I'm poor but I'm kind
I'm short but I'm healthy
I'm high but I'm grounded I
'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful baby
What it all comes down to
Is that everything's gonna be fine, fine, fine
I've got one hand in my pocket
And the other one is giving a high five
I feel drunk but I'm sober
I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working
I care but I'm worthless
I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry, baby
What it all comes down to
Is that everything's gonna be quite alright
I've got one hand in my pocket
And the other one is flicking a cigarette
What it all comes down to
Is that I haven't got it all figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other one is giving the peace sign
I'm free but I'm focused
I'm green but I'm wise
I'm shy but I'm friendly, baby
I'm sad but I'm laughing
I'm brave but I'm chicken shit
I'm sick but I'm pretty baby
And what it all boils down to
Is that no one's really got it figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other one is playing the piano
What it all comes down to my friends
Is that everything's just fine, fine, fine
I've got one hand in my pocket
And the other one is hailing a taxicab...

Dai-me paciência!

Você leu uma das minhas primeiras postagens, quando conto sobre Meu Curioso Caso com Benjamin Button? Quando digo que não estava bem no dia, mas depois do filme eu era uma outra pessoa e minha boa auto-estima repentina se refletiu na compra de uma sandália no Shopping Higienópolis? Pois bem. Aí, sabe quando tá tudo bem... quando você tem uma linda notícia no início da noite... quando você vai a duas festas depois... chega em casa às 5 da manhã... cansada... com dor no pé... dorme... acorda... almoça um japa esperto... e quando chega em casa novamente, se depara com essa sandália preferida comprada no Shopping Higienópolis detonada por um filhote voraz? Pois é. Foi isso que aconteceu hoje. Que raiva.
Respiro fundo... digo que minha irmã vai me ajudar a pagar o conserto da sandália já que a cachorra é dela... ela se recusa e briga comigo, já que já sei que devo deixar os sapatos no alto... vou até a Sapataria do Futuro. Aí, respiro mais fundo ainda. 40 reais para o conserto! Desculpa, jamais pagarei. Prefiro comprar uma sandália nova...
Ontem vi que a Bolachinha mordeu meu celular... você pode notar pequenas depressões que correspondem aos furinhos de seus lindos dentinhos de leite! Que gracinha, né.
Mas... continuo respirando fundo... é pela harmonia familiar... é pela adaptação à nova fase... é pelo desapego material que deveríamos ter com as coisas que nos cercam, certo?
Respiro fundo mais uma vez, e resolvo escrever sobre este fato tão corriqueiro na vida daqueles que têm filhotes em casa para tentar amenizar a minha falta de paciência.
Mas como ficar brava com esse trequinho branquinho que tem apenas 4 meses e pesa menos que minha bolsa? Não dá.
Mesmo assim... dai-me paciência, Senhor!

sexta-feira, 13 de março de 2009

A song to remeber...

I woke up today with this feeling
That better things are coming my way
And if the sunshine has a meaning
Telling me not to let things get in my way
When the rainy days are dying
Gotta keep on, keep on trying
All the bees and birds are flying
Never let go, gotta hold on in
Non-stop 'til the break of dawnin'
Keep on movin' don't stop rockin'
Get on up when you're down
Baby, take a good look around
I know it's not much, but it's okay
Keep on moving anyway
Feels like I should be screaming
Trying to get it through to my friends
Sometimes it feels that life has no meaning
But I know things will be alright in the end...

quinta-feira, 12 de março de 2009

Sou do Signo de Áries

SIGNO DE ÁRIES

Palavras-chave: autoconfiança, independência, competição, entusiasmado, ação, coragem, pioneirismo, liderança, franqueza, auto-afirmação, força física, agressividade, teimosia, autoritarismo, egoísmo, rápido desinteresse.

Característica do Signo: cor vermelha, verbo "Eu disputo", é determinado e imediatista.

Previsão para hoje: O melhor que tem a fazer agora é meditar, refletir sobre sua vida e com a maior lucidez possível tomar as decisões que deve tomar para não ficar com a sensação que poderia ter feito mais. Vá até o fim, esgote todas as possibilidades. Vênus retrógrada pode atrasar alguns negócios, no entanto, para tudo voltar à normalidade é só uma questão de tempo.

Nossa! Benza, Deus, hein! Não é que tudo isso é verdade?

Mudança, cachorros e poodles

Sabe aquela expressão "O bom filho à casa torna"? Pois é, minha irmã mais velha voltou, acompanhada de suas duas poodles incansáveis, e com isso o apartamento aqui em Ribeirão ficou pequeno. Agora, mãos à obra para procurar um novo lar!
Já me falaram que poodle não é cachorro, poodle é poodle. E falando em cachorra incansável, a Bolachinha, a mais nova, de apenas 4 meses, é uma máquina de morder, destruir pé de mesa e de sofá, de fazer cocô, de fazer xixi, de latir... hoje por pouco ela não destruiu minha bolsa preferida, após comer um pacotinho de balas que estava no bolsinho lateral. Eu tinha me esquecido da vitalidade dos filhotes, já que o Porco - a primeira poodle da família - já passou dos 13 anos... Às vezes perco a paciência, às vezes nem tenho paciência, mas ela é uma gracinha. Dá vontade de esmagar...
Amo cachorro! Um dia quero ter um labrador... será que ainda vou ter paciência para criar um labrador? E se ele for igual ao Marley (sabe, de Marley e Eu?)?

Trabalhei!

Afê!
Acabei de chegar em casa... hoje foi um dia corrido, mas muito produtivo.
Como disse, acordei às 6h, sendo que fui dormir às 2:30h, no intuito de correr para a Rodoviária do Tietê e pegar o ônibus das 7h. Doce engano... não havia o das 7. Peguei então o das 7:30h, ou seja, poderia ter dormido meia hora a mais... isso dá muita raiva.
Cheguei em Ribeirão, fui almoçar com minha irmã, tivemos um tempo para botar alguns papos em dia, voltei para casa (que estava uma zona com as duas cachorras da minha irmã), e fui até o Centro de Convenções para verificar qual e como seria meu trabalho de hoje.
Enfim, fui mestre de cerimônias da abertura da 18a Jornada de Ginecologia e Obstetrícia da Maternidade Sinhá Junqueira. Recebi meu "script" 15 minutos antes da apresentação... tive algumas batatas quentes para contornar ali na hora... normal... mas acabou que deu tudo certo. Foi legal, gostaram, e isso conta para meu currículo. A assessora da imprensa responsável disse que me indicaria para todos os eventos deste tipo. Concluo eu que ela gostou do meu trabalho. Para mim, não tem muito segredo, porque sério, eu nasci para fazer isso. Não tô brincando. Alguns anos atrás mandei uns textos de minha autoria para essa assesora, na esperança de ela me ajudar no mundo jornalístico. Ela gostou, mas achou que eu precisava de ajuda psicológica, já que escrevia coisas muito densas para quem tinha 20 anos...
Bom, aí, saímos de lá e fomos a um dos meus restaurantes preferidos de Ribeirão... comi uma gôndola de frutos do mar... bebi metade de uma garrafa de tinto... e voltei agora, com um quilo de maquilagem no rosto para tirar, já que quiseram que eu parecesse mais velha na abertura. "Você é muito menina, Stella." Aí lá fui eu botar uma maquilagem escura, cabelo preso com laquê e terninho de mulher grande. Engraçado.
Adoro vinho. Tô até ouvindo aquele "zunido" de quando você bebe relativamente pouco, mas o suficiente, sabe?
Recebi muitos votos de boa sorte e "você merece" hoje. Sempre quando me perguntam "E aí, o que você está fazendo?" eu dou uma risada e conto a minha louca trajetória. Todos acham legal, isso é incrível, mas com certeza pensam que sou uma louca.
Liguei para meu diretor do Sport & Ação e recebi a boa notícia de que estaremos no Jornal A Gazeta de Ribeirão Preto. Ainda não sei como, fazendo o quê, por quanto tempo, mas a notícia foi boa e isso significa que continuo na apresentação e reportagem do programa. Não sei quando será a próxima gravação, mas sei que ela ocorrerá.
Me falaram hoje também que eu devia ir pro Rio, que lá " a coisa é quente!". Hum.
Vou ver a reprise de Gossip Girl agora. Não tenho hora para acordar... que delícia. E ainda tenho bastante tempo para matar as saudades de casa.
Buenas noches!
A gente se fala amanhã!

quarta-feira, 11 de março de 2009

What a beautiful day...

Hoje foi um daqueles dias quando tudo dá certo, sabe?
Acordei mais cedo... liguei meu computador, como de costume... entrei nos sites de emprego, como de costume... me candidatei a 5 vagas que gostaria muito de trabalhar: assessoria de imprensa, repórter, assistente de comunicação e atriz, além de fazer um cadastro em um novo site indicado por um amigo para fazer promoção de eventos. Mesmo que não deem em nada, pelo menos esses sites me fazem ter uma esperança e esperar dias melhores.
Fiz meu almoço, que estava uma delícia. Como fico feliz que voltei a cozinhar coisas boas... nos últimos tempos (digo últimos me referindo ao último semestre) tudo que fazia ficava terrível. Até minha salada, dá pra acreditar? A minha cozinha é um reflexo do meu espírito, que anda muito bom, e isso é ótimo! Meu espírito precisa de alimento... e estou nessa busca por farturas... busca árdua...
Paguei o aluguel, fui ao cinema com minha amiga antes carioca agora paulistana, e assistimos Quem Quer Ser um Milionário? (Slumdog Millionaire). Amei. Não sei se o filme se encaixa no perfil de ganhadores de Oscar, apesar de que a Academia anda mais aberta e multicultural nos últimos anos, numa onda obamística por assim dizer.
O filme tem muito de Cidade de Deus, começa abusando do lado social-paupérrimo da Índia, mas vemos que se trata, sobretudo, de uma linda história inocente de amor. Só não entendi a dancinha no final, você assistiu? Meio bizarra, meio High School Musical, mas ok. A gente releva. Valeu super a pena!
Voltei para casa, me arrumei e fui à aula de teatro. Hoje foi simplesmente o melhor dia de aula até agora, com um mês de atividades. Tivemos as duas aulas de interpretação com um novo professor, Edson Aranha. Incrivelmente, todos os 15 alunos fizeram os 3 exercícios de improvisação, sozinhos e em grupos, sobrando tempo para comentários e análises. Nunca vi uma noite render tanto no Indac. Como sou apaixonada por isso... vai entender...
Agora, depois de um banho na calada na noite e uma ceia, escrevo.
Meu despertador tocará às 6h para que eu possa pegar o ônibus para Ribeirão às 7h. Quarta-feira de trabalho na Califórnia brasileira! Amanhã conto para vocês o que vou fazer (já que nem eu sei direito) e ficarei por lá até o fim do final de semana. Já saudades de mamãe...
Essa amiga ex-carioca me disse hoje que não sou sentimental, já que estava relatando a ela que eu nunca perco a fome por amor ou tristeza (sou uma eterna faminta...), nem tenho espinhas em véspera de grandes eventos, nem cólicas, nem problemas estomacais, nem ânsia de vômito, nem dor de cabeça, nem nada. Mas, como eu me intitulo uma pessoa prática e racional (o que também já me falaram que eu sou), não vejo nada de errado nisso, muito pelo contrário. Isso é ótimo! Ou não? Eu sofro... mas do meu jeito... como por exemplo... odiando o que cozinho... ou fico de mau humor... ou como demais. Na verdade como demais sempre. Sei lá.
Bom... indagações à parte... é hora de ir pra cama e sonhar. Tenho sonhado demais nesses dias... ai ai ai... nem conto sobre o quê ou com quem!
Um beijo e um queijo! (em homenagem a um tio meu...hahaha...)
Boa noite!


terça-feira, 10 de março de 2009

Say (John Mayer)

http://www.youtube.com/watch?v=YZ0z86LmXBM
Take all of your wasted honor
Every little past frustration
Take all of your so-called problems,
Better put 'em in quotations
Say what you need to say
Walking like a one man army
Fighting with the shadows in your head
Living out the same old moment
Knowing you'd be better off instead,
If you could only
Say what you need to say
Have no fear for giving in
Have no fear for giving over
You'd better know that in the end
It's better to say too much
Then never say what you need to say again
Even if your hands are shaking
And your faith is broken
Even as the eyes are closing
Do it with a heart wide open
Say what you need to say . . .

4 tópicos:

*O Fenômeno está de volta, como um furacão que derruba até alambrados... 30 minutos em campo já o fizeram dominar as manchetes de todo o país... um "ser iluminado" fora do peso que serve para reerguer o moral do corinthiano e fazer renascer um herói brasileiro...
*Até os Simpsons perderam a sua casa nos Estados Unidos...
*A Record comprou os direitos para exibir o blockbuster brasileiro "Tropa de Elite"...
*Não saí de casa hoje...

CQC

Como assim, mas que vergonha...
CQC voltou ao ar hoje, depois de dois meses de férias. E uma das matérias verificava o quão bem informados estão nossos parlamentares do Planalto Central.
Perguntas simples como: Em que país se localiza a base de Guantánamo? O que é protecionismo? O que é a Convenção de Genebra? ou não foram respondidas, ou foram respondidas baseadas na famosa embromation, já que político é político e são todos atores acostumados com o improviso e a enrolação, sendo seu grande público pagante o povo brasileiro.
Se são eles que tomam as rédeas de nossa política nacional e externa, não deveriam ter o mínimo de conhecimento geral e saberem o significado de palavras e expressões que dominam as principais manchetes dos jornais?
Mas, pensando bem, se na chamada democracia representativa brasileira a grande parcela da população brasileira é analfabeta, semi-analfabeta ou analfabeta funcional, e nossos políticos são os representantes do povo e porta-vozes da voz analfabeta do brasileiro, o reflexo é perfeito. Trata-se de um lindo espelho, apesar desses homens de caros ternos ganharem 10, 15, 20 vezes mais que o pobre cidadão...
Às vezes é difícil acreditar no Brasil...

segunda-feira, 9 de março de 2009

2 tópicos:

*Tudo bem, pode sofrer, mas que sofra com glamour...

*O maior problema ambiental desses últimos dias é o Aquecimento Local, que nem ar-condicionado consegue combater...

domingo, 8 de março de 2009

Formaturas e amigas...

Minhas amigas são uma rica fonte de alegria. Como dizem, amigos são a família que a gente escolhe, e eu tenho que confessar que escolhi muito bem!
Como foi bom conversar até ficar rouca... rir até chorar... atualizar os dados meus, delas e dos outros... recorrer a memórias quase esquecidas... buscar eternamente por tentar dormir mas não conseguir parar de falar... dançar até o chão sem o mínimo pudor... tirar fotos e mais fotos... ver o quão bem nos conhecemos e nos identificamos... verificar que cada uma seguiu o seu caminho mas a distância não mudou em nada a intimidade... constatar como crescemos e como estamos no caminho para nos tornarmos mulheres. Uma amiga disse: "Eu não ria assim há muito tempo... porque no meu dia-a-dia, eu sorrio, mas gargalhar até chorar, muito raramente." Uma pena que não nos divertimos assim no nosso cotidiano... caso isso fosse possível, a vida seria uma festa intermitente.
Algumas farão 24 anos esse ano (ainda não é meu caso). Isso é muito. É quase 25, a idade legítima daquele que está prestes a tornar-se um adulto. Fazer 18 foi difícil, era o fim da brincadeira e o início de deveres civis e democráticos como o voto obrigatório e a entrada na universidade. Já 21 foi um grande passo, quando deixamos de ser adolescentes, pelo menos teoricamente. Mas 25... isso significa ser gente grande. As palavras profissão e casamento são mais corriqueiras agora e substitutas das palavras vestibular e beijo na boca. Hoje todas pegam estrada com a maior facilidade, sendo que um dia tivemos o drama de quem nos levaria e buscaria nas festas e Chico Táxi no dial 1 do celular...
Formaturas são lindos eventos mas muitas vezes nostálgicas por serem o símbolo do fim da fase da experimentação e crescimento e do início da fase da prática e do envelhecimento. Mas a vida é uma sucessão de mudanças e a gente tem que se acostumar a elas.
Festa de 15 anos... Festa de 18 anos... Formatura... Noivado... Casamento... às vezes outro casamento... Partos... Aniversários dos filhos... Bodas... Velório. Que bom que a trajetória é longa e que apresenta as personagens mais queridas que um dia resolvi escolher.
Mas que medo de crescer.

Disco!

Eu já comentei várias vezes sobre a minha paixão por música...
E a sexta-feira foi fantástica, em grande parte graças às escolhas dos dj´s. Jamais pensei em escutar Girls just wanna have Fun (Cindy Lauper), "Don't want anybody else... When I think about you I touch myself..." (Blondie) e Mr. Jones (Counting Crows) na balada... Jump Around (House of Pain) , Get it Right (J. Lo), Monday (Carlos Delanesse), que escutei enquanto me arrumava em casa, também fizeram parte do repertório... parecia uma louca quando começavam a tocar as minhas preferidas...
Passamos a noite ao lado de Marcos Mion e Mionzinho, e me segurei para não elogiá-los pela peça Mãos ao alto, São Paulo!, que assisti ano passado, na qual eles foram a única razão das minhas risadas. Perdi a oportunidade?
Acabamos no Mc Donald´s, e uma boa soma de dinheiro se foi. Não tem explicação pagar 8 reais por uma garrafa de água... 29 por uma dose de vodka com suco... 12 reais uma Heinekken... São Paulo, né.
""You´re so vain... you probably think this song is about you, don´t you, don´t you..." tocou...
Adorei!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Hoje é sexta-feira!

Como é bom ser solteira e chegar o final de semana e você saber que tem planos bacanas para a sexta e o sábado...
Hoje tem baladinha V.I.P. aqui em São Paulo... e amanhã rumaremos a Bauru, com nossos super mega blaster vestidos de gala que farão um belo par com as taças de champagne! Amo formatura...
Bom final de semana!

Carteirinha de Estudante!

Ufa! Que alívio! Já estava desesperada com o vencimento da minha carteirinha de estudante, preocupada em falir com tanto teatro e cinema... Mas o INDAC fornece a carterinha, essa mesma internacional, e que ainda tenho desconto na Pizza Hut. Hum.
Menos mal. Afinal de contas, ainda sou estudante, certo?! Certo.

É preciso coragem para estar no palco

"There's only two types of people in the world
The ones that entertain
And the ones that observe
Well baby I'm a put-on-a-show kinda girl
Don´t like the backseat
Gotta be first.
(...)
There's only two types of guys out there
Ones that can hang with me
And ones that are scared
So baby, I hope that you came prepared
I run a tight ship, so beware."

quinta-feira, 5 de março de 2009

Eu tô tentando (Kid Abelha)

http://www.youtube.com/watch?v=HmxRuHYIc9o
Eu tô tentando largar o cigarro
Eu tô tentando remar meu barco
Eu tô tentando armar um barraco
Eu tô tentando não cair no buraco...
Eu tô tentando tirar o atraso
Eu tô tentando te dar um abraço
Eu tô penando prá driblar o fracasso
Eu tô brigando prá enfrentar o cagaço...
Eu tô tentando ser brasileiro
Eu tô tentando saber o que é isso
Eu tô tentando ficar com Deus
Eu tô tentando que Ele fique comigo...
Eu tô fincando meus pés no chão
Eu tô tentando ganhar um milhão
Eu tô tentando ter mais culhão
Eu tô treinando prá ser campeão...
Eu tô tentando ser feliz
Eu tô tentando
Te fazer feliz...
Eu tô tentando entrar em forma
Eu tô tentando enganar a morte
Eu tô tentando ser atuante
Eu tô tentando ser boa amante...
Eu tô tentando criar meu filho
Eu tô tentando fazer meu filme
Eu tô chutando prá marcar um gol
Eu tô vivendo de Rock'n Roll...

Eu tô tentando!

Assim que mudei para São Paulo, um amigo de infância me alertou: "Cuidado para não ser engolida pela cidade...". Na hora não entendi muito bem o que ele queria dizer, mas confesso que estou começando a entender. Quando se inicia o processo de fagocitose, eu recebo uns tapas que me ajudam a acordar e a me soltar das garras da selva de pedra.
Conversei com a pessoa que disse que poderia me ajudar em muitas coisas. De fato, nada aconteceu, mas ela já me ajudou, e muito. Eu sabia que ele se comoveria com minha situação, já que sua filha também optou pelo tortuoso caminho das artes, mas infelizmente, não vingou, além de entender o desespero de alunos e recém-formados, já que também é professor universitário. Ele me viu como uma menina muito nova ainda, determinada, de mente aberta e com culhões para renunciar à prática do meu diploma. E em uma hora de bate-papo, encerramos dizendo que no final tudo dá certo, basta querer. E tanto ele quanto eu sabemos que eu quero, quero muito. Ele disse para eu não perder meu tempo em algum escritório ou em um emprego qualquer, mesmo sabendo que todos nós temos nossas necessidades, e que jamais devemos nos arrepender do que fizemos, porque de tudo tiramos aprendizados que engordarão nossas bagagens de vida, mas devemos sim nos arrepender daquilo que deixamos de fazer. Eu disse que esse era meu objetivo: não me frustrar de não ter tentado. Mas o tempo vale muito aqui na capital e o relógio não pára. Tic-tac, tic-tac. Se propôs a me ajudar no que ele puder, mesmo estando nós dois em áreas nada compatíveis.
Tive vontade de chorar ali no escritório, com tantos livros de Direito me cercando, com o ar condicionado gostoso que acalmava meu calor, com a calma e a disposição que ele se prestou a me dar.
No caminho, conheci a estação Sumaré... vi onde é o Cemitério do Araçá... conheci a Avenida Dr. Arnaldo, e de lá tive uma vista linda da cidade, tanto na esquerda quanto na direita, e assumo que São Paulo continua a ter seu brilho.
No metrô, vim observando as pessoas... algumas, tão acostumadas a serem ninguém no meio da multidão, se sentem como que acolhidas com um simples olhar... algumas se incomodam e olham para o outro lado. Não posso deixar de enxergar as pessoas, não posso me deixar guiar pelo piloto automático. E admito que meu prazer é a minha trilha sonora que me acompanha para cada canto... é como se estivesse no seriado Alice da HBO (você assistiu?), mas esse seriado tem outro nome: Stella.
Na vida, nós somos os protagonistas. Para ser figurante, só como bico e para aumentar o networking, não como caminho a ser seguido. Não posso deixar que São Paulo perca seu brilho... Não posso deixar que São Paulo perca o brilho que eu sempre enxerguei...

Ai ai ai... primeira agência!


Acabei de abrir meu e-mail.
Uma agência gostou das minhas fotos e pediu que eu vá sábado, munida de meu book!
Ai ai ai... eu ainda não tenho meu book! Tô fazendo, calma!
Falei... uma hora iam me retornar!

"O amor hoje é menos esplendoroso"

Tive um sonho hoje que me fez pensar num artigo que li no New York Times segunda-feira, sobre o amor em tempos de crise.
"Sem emprego, sem dinheiro, sem casa. Mas pelo menos há o amor, certo?". Errado. Ao verem seus orçamentos encolheram e ao terem que reformar suas rotinas, conflitos antes inexistentes passam a frequentar os lares dos casais. Por exemplo, as mulheres dos grandes homens das finanças hoje precisam fazer cortes dolorosos em suas compras. Isso pode gerar conflito. Também chefes de família que perderam seus empregos, se tornando então a mulher a mais nova provedora da casa, gerando um desastre psicológico à ala masculina, que passou a procurar mais ajuda desde o começo do tsunami econômico.
Além disso, o divórcio também está mais complicado, já que com o valor das casas caindo abaixo da dívida com hipotecas, muitos desses casais recém-divorciados continuam a dividir o mesmo teto. É, a coisa tá braba.
Mas, "quando você não tem certeza do futuro próximo, o amor parece ainda mais importante", o que fez aumentar os serviços de aproximação de pessoas em busca de um relacionamento, como no site www.perfectmatch.com.
Bom. Eu estou na crise e em crise. Jajá até eu vou recorrer ao perfectmatch...
...
Não, não. Brincadeira. Ainda não.

Esqueci de comentar...

Ontem, o cara que tirou fotos com a gente, disse no final da sessão: "Ai, eu tenho medo dela. Ela é meio louca". Isso em referência a mim e pelo motivo de que eu estava muito séria e com vergonha no início das fotos, e depois já estava cheia de caras e bocas e dando dicas de poses para o resto da galera com altas risadas.
Eu devo ser esquisitinha mesmo, né.

Meu dia Gisele!

Hoje foi um dia produtivo!
Acordei mais cedo... 10 minutos antes do meu despertador tocar, com o telefonema de uma amiga combinando a viagem para a formatura da outra amiga no sábado. Ótimo. Consegui dormir as 8h que preciso dormir.
Liguei meu computador, "resolvi" o engodo que me atormentou ontem à noite... Fui conhecer a academia "mais em conta" da região. Carésima. 3 vezes o preço do que pagava em Ribeirão. Mas, animal! Horários de aula intermináveis, abre de sábado, vai começar a abrir de domingo, uma estrutura não 3 vezes mas 10 vezes melhor do que a da academia de Ribeirão. Será?
Aí fui ao supermercado, me segurei para não comprar uma barra de chocolate e comprei arroz integral.
Fiz meu almoço, fiz o arroz integral. Delicinha!
Aí começou todo o processo de preparação para o meu dia Gisele... fiz a unha, tirei sobrancelha, tomei banho, sequei o cabelo. Às 17h fui encontrar a fotógrafa num prédio na Av. Higienópolis para nossa primeira sessão. Fui andando, observando as ruas, tô começando a me localizar nos arredores... me senti mais paulistana...
Mas gente, foi fenomenal. Minha segunda experiência com fotos, sendo que da primeira fui paga para fazer, e desta fazer, estou pagando. Mas foi divertidíssimo... estávamos em três meninas e um cara, e fizemos uma sessão de tema pin-up girls. Quero ver o resultado, mas bom, pelo menos de 200 fotos tiradas, 5 ficarão boas, eu espero. Se não ficarem também, desisto dessa vida, né.
Voltei quase 22h, vim andando e confiando na segurança da região, feliz e contente. Poderia passar dias em frente a uma máquina fotográfica, com uma super maquilagem, super colares, roupas estranhas, dando sorrisos, fazendo cara de séria, bancando a sexy. Praticamente, fiz vários personagens hoje. Tem coisa melhor?! Segunda que vem já marcamos uma segunda sessão.
Acabei de conversar com minha roommate. Ai ai, homens, muleques... hoje quem tem um engodo é ela, mas beeem maior do que o meu de ontem.
Me falaram que ando inspirada. Isso é bom, né.
2:14am. It´s time to go to bed. Amanhã o dia promete!
"It´s like I checked into rehab... baby you´re my disease..."... ainda nessa música...

quarta-feira, 4 de março de 2009

Pesquisa: o tamanho dos dedos

O ciêntista inglês John Manning, da Universidade de Liverpool, pesquisou pouco tempo atrás sobre o tamanho dos dedos das mãos de homens e mulheres. Normalmente, os homens tem o dedo anular maior do que o indicador, enquanto mulheres apresentam o indicador maior do que o anular. É algo sutil, de que a maioria das pessoas nunca ouviu falar.
De acordo com a teoria do doutor Manning, o comprimento do dedo anular é diretamente proporcional à quantidade de testosterona a que o feto foi exposto no útero; já o comprimento do dedo indicador corresponderia à dose do hormônio feminino estrogênio. Ou seja, se o seu dedo anular é maior que o indicador, você foi exposto a altas doses de testosterona quando estava na barriga de mamãe. Se o dedo indicador é que é maior, você recebeu doses maiores de estrogênio.
Cheguei a conclusão de que tenho muita testosterona no meu organismo. Meu dedo anular é um pouquinho maior que o indicador. Agora, a questão é: no que isso me influencia, hein?!
E os seus dedos?!

Cansada!

Ai, tô muito cansada para escrever. Mas vou escrever, já que começo e não páro.
Fora que não tenho muitas novidades. Só que cheguei hoje em São Paulo, está extremamente calor (alôr!), passei a tarde conversando com uma amiga, relembrando os fatos recentes, dando risadas, nos preocupando com o futuro próximo... e o que vem depois... não fui ao supermercado... nem à academia... fui à aula de teatro agora à noite, tive problemas para entender o que o professor pedia na segunda aula, e nada muito empolgante. Fiquei sabendo por uma amiga agorinha de uma coisa que não me deixou muito feliz e que só constatei, mais uma vez, que tem muita gente muito besta nesse mundo, que já é homem formado e insiste em permanecer igual era na escola.
Nesse exato momento estou na missão de enviar as fotos do Rio para o Adrian. E são muitas.
Amanhã tiro fotos com minha fotógrafa... vai ser engraçado!
Preciso comprar um celular 011 já que ainda mantenho o meu 016... minha conta veio um absurdo esse mês, sendo que nem sou de ficar pendurada em celular. Quero nem lembrar!
Bom, por hoje é só. Tô meio irritada, eu acho.
Beijos!

terça-feira, 3 de março de 2009

Notas de De Bagdá, com muito amor (Tenente-coronel Jay Kopelman)

"Você já passou do tempo de sair do Iraque quando...

Começa a pensar que aqui não é tão ruim assim.

Não se sobressalta quando uma porta bate ou alguém deixa cair alguma coisa.

Uma pistola Glock ou uma 9mm no quadril de uma mulher é considerada sexy.

O barulho dos morteiros e mísseis nada representa comparado com os carros-bomba.

Consegue medir as distâncias com base no som das explosões.

Sabe a diferença entre "chegando" e "partindo".

Conversa com seus colegas sobre diferentes modos de morrer é considerado "conversa de botequim".

Os buracos de balas nos carros já não o assustam.

Dirigir nas calçadas é normal.

Dirigir na contramão numa avenida de quatro pistas em um canteiro no meio também é considerado algo normal.

Batidas de pouca importância nos carros, cujos culpados saem correndo, são tratadas como simples advertências.

Você guarda seu próprio rolo de papel higiênico no carro.

Você acha que os buracos de balas no teto de seu trailer servem para ventilação."

¡Congratulaciones!

Senhoras e senhores, é com grande prazer que vos digo: ultrapassamos os 100 acessos no blog! Acho isso fantástico. E bora lá rumo à casa do milhar!
Meia-noite e vinte de terça-feira. Cabei de comer japa, mas nem tava tão bom.
Minhas malas estão prontas para retornar à capital depois de um gordo final de semana. E eu também estou pronta dessa vez. Mais tarde tenho aula e preciso ensaiar a coreografia para a música Tô Tentando. Quarta devo fazer programas culturais na selva de pedra, programas de turista mesmo, sabe?! E tem reunião com a galera do teatro à noite (galera muito séria pro meu gosto. Existe a urgência de marcar um bar!) na tentativa de marcamos um encontro semanal extra. Quinta-feira encontro uma pessoa que pode me ajudar em muita coisa. Estou levando na bagagem uma calça social e uma camisa já que estou sentindo vibrações profissionais positivas para esse começo de ano. Sexta só Deus sabe. E sábado tenho formatura de uma querida amiga, and life still goes on. Isn´t it awesome?
Uma amiga da Suíça me disse uma vez que awesomeness combina comigo. Deve ser culpa do signo de áries, né.
Buenas noches!

Time to Pretend (MGMT)

http://www.youtube.com/watch?v=f9GH-yvPHSY
I'm feeling rough, I'm feeling raw, I'm in the prime of my life.
Let's make some music, make some money, find some models for wives.
I'll move to Paris, shoot some heroin, and fuck with the stars.
You man the island and the cocaine and the elegant cars.
This is our decision, to live fast and die young.
We've got the vision, now let's have some fun.
Yeah, it's overwhelming, but what else can we do.
Get jobs in offices, and wake up for the morning commute.
Forget about our mothers and our friends
We're fated to pretend
To pretend
We're fated to pretend
To pretend
I'll miss the playgrounds and the animals and digging up worms
I'll miss the comfort of my mother and the weight of the world
I'll miss my sister, miss my father, miss my dog and my home
Yeah, I'll miss the boredom and the freedom and the time spent alone.
There's really nothing, nothing we can do
Love must be forgotten, life can always start up anew.
The models will have children, we'll get a divorce
We'll find some more models, everything must run it's course.
We'll choke on our vomit and that will be the end
We were fated to pretend
To pretend
We're fated to pretend
To pretend

segunda-feira, 2 de março de 2009

Nada de Jason!

Jason is back, folks.
Quando vi o trailer, fiquei louca. Não sabia que teria um remake! Logo no começo, já matei a charada. Jason é inigualável. Já perturbou meu sono diversas vezes, era minha diversão de infância, o cara é implacável.
Então, às vezes eu fico pensando se é normal criança gostar de filmes de terror. É? Porque sempre fui fascinada por Sexta-Feira 13, A volta dos Mortos Vivos, Freddy, Amytiville, Poltergheist, e tudo o mais. Zumbis até hoje são meus preferidos. Mas eu digo criança mesmo, não adolescente, quando a moda foi Pânico 1,2,3,4,5,6..., I know what you did last summer, I still know what you did last summer, I´ll always know what you did last summer..., Lenda Urbana, essas coisas (que eu também amava e via todos no cinema).
Porque das minhas amigas, metade odeia, metade tem medo. Os meus priminhos não mais inhos, morriam de medo até os recém-completados 15 anos. Acho que só eu e meus irmãos que curtimos esse tipo de arte. Mas acho que foi bom, sabe, me tornei uma pessoa forte pra vida. Sério. Tenho muita coragem e cara de pau, talvez graças ao Jason e ao Freddy. E sempre adorei papo sobre espíritos, sempre agitei a brincadeira do copo (até o dia que o copo realmente andou, eu amarelei, e saí correndo para lavar os punhos!), contava histórias de terror no quarto escuro pros primos, e gostava de assustar as crianças chatas do prédio... É, não sei se isso é tão normal assim...
Whatever... ontem levei meus primos-inhos (17 e 16 anos, respectivamente) para assistir ao retorno de Jason. Frustração! Censura 18 anos. Meu! Como assim! Eles estavam acompanhados da prima mais responsável do mundo, de 22 anos, sendo que minha prima faz 18 em abril e meu primo, ah, já tá grandinho, né. Que raiva. Nem adiantou conversar com o gerente...
Acho bizarro essa coisa de censura, porque como disse, sempre assisti e sempre amei assistir a esse tipo de filme, nunca tive grandes problemas com isso, e acho que até me fortaleceu como pessoa. Uma menina de 17 anos não está preparada para ver Jason? Fala sério. Mesmo se tiver as sempre cenas de sexo no acampamento, ela não é mais criança. E as novelas e seriados da Globo mostram coisas bem piores... todo mundo sabe...
Acabamos assistindo E Se eu fosse Você 2. Não gostamos. Achei sem graça, forçado, atuações péssimas como da filha e da Dri Galisteu. Dri, eu amo você, mas esse papel... não sei não. Parece você mesma, só que exagerada. Um hiper-Galisteu. Todo mundo milionário no Rio de Janeiro, né, pior do que em novela... e deu mais saudade do Leblon... E a dancinha do final, então, Jesus Cristo, péssima. Assim como a música. Prefiro ficar com a boa lembrança do primeiro. Apesar de que o Tony Ramos manda bem demais quando se transforma em Helena... é a única coisa que faz valer a pena.
Enfim, estávamos preparados para assistir ao típico trash da cultura norte-americana e assistimos a uma comédia brasileira que tenta imitar os padrões americanos de comédias-românticas. E acabamos num rodízio de pizza. Eita beleza!
Mas calma, Jason, nos reencontraremos, mesmo depois dos últimos péssimos filmes que usaram sua imagem, como Jason X e Freddy X Jason. Você é muito mais do que isso. Você é implacável. Assim como sua trilha sonora.
Ah... Última coisa... quando eu tiver filhos, se eu tiver filhos, eles vão assistir a esses clássicos todos. Isso é um fato.

domingo, 1 de março de 2009

E meu 2o programa... nada!

Então, quanto à euforia do meu programa de esportes... acabou.
Não sei quando gravo o próximo, se gravo, o que acontece. Tudo parecia caminhar para o sucesso... todo mundo parecia tão animado...
Faz quase um mês que está reprisando aquele que gravamos.
Vai saber! Complicado. Como tudo nessa vida.

Alôr!

Em homenagem à garota prodígio Maísa, alôrrrrr nessa cidade! Jesus!
Começo de mês.
Esse final de semana estou em Ribeirão, depois de 3 semanas sem voltar pra casa. Isso pra mim é praticamente um recorde! Dedico então meus dias a ficar com a família, sair com as amigas, brincar com as cachorras, arrumar meu quarto que está uma zona (odeio zona!), pegar aquele cineminha esperto com a irmã e os priminhos (que não tem nada de inhos mais!) no domingo.
Desde que cheguei não paro de comer. Mau sinal. Hoje fomos ao GOA e fizemos uma tentativa frustrada de balada posteriormente. A cidade toda quis curar a ressaca do feriado no mesmo lugar. Resultado, sem ser VIP, não entrava. Assim, acabamos numa temakeria. Dois temakis depois, volto pra casa e como dois docinhos que minha mãe trouxe de um casamento. Que beleza.
Reluto em dormir, neste momento estou odiando este calor, não tenho nada de muito relevante para escrever, e você continua me lendo mesmo assim.
Hoje já devo ter escutado Rehab da Rihanna umas 30 vezes... e continuo ouvindo: "It´s like I checked into rehab, baby you´re my disease..." Mas, juro que nada pessoal. Simplesmente voltei do Rio apaixonada por essa música. Talvez precise de uma disease. Talvez.
Bom março pra você!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Camera One (Josh Joplin Group)

http://www.youtube.com/watch?v=Deh-bqu67iQ
The sandy haired son of Hollywood
Lost his faith in all that's good
Closed the curtain, unplugged the clock
Hung his clothes on the shower rod
But he never got undressed
And no, he never made a mess

It's funny how life turns out
The odds of faith in the face of doubt
Camera One closes in
The soundtrack starts
The scene begins
You're playing you now
Take a bow
The trophy wife from Palisades
Whose yearbook beauty never fades
Sits and watches the sea fold in
And wonders what might have been
If she could ever have the chance
Would she do it all again?
It's funny how life turns out
The odds of faith in the face of doubt
Camera One closes in
The soundtrack starts
The scene begins
You're playing you now
Take a bow
On the corner
By his streets
He sits in his lawnchair
In the heat Sightseers see
What they want
They're selling star-maps
To the sun
The sunny-haired son of Hollywood
Lost his faith in all that's good
Closed the curtain, unplugged the clock
Hung his clothes on the shower rod
But he didn't get undressed
And no, he didn't seem depressed
It's funny how life turns out
The odds of faith in the face of doubt
Camera One closes in
The soundtrack starts
The scene begins
You're playing you now
Take a bow

O olhar do outro

Já tive a experiência fora do Brasil de como os estrangeiros nos enxergam do lado de lá. Já constatei que os brasileiros realmente vendem a imagem imaculada do sexo, carnaval e futebol. Já tive vergonha de ser brasileira, já relutei em não fazer parte de toda a baderna. No final, me enchi de orgulho de constatar quão lindo nosso país é, e do quanto sentia saudades dele.
Mas, nesses últimos dias, tive a visão do estrangeiro aqui no Brasil.
Ao sair em Ribeirão Preto com duas alemãs, vi o espanto de ambas em relação à ousadia masculina, dos homens que chegam sem muitos rodeios na balada no intuito de beijar, e de repente algo mais. Abismadas, elas me contaram, quase em tom de conto de fadas, como era romântica e gradual a conquista da mulher na Alemanha. Primeiro saiam para se conhecer, o homem a cortejava, mandava flores, e só depois de encontros, rolava alguma coisa. Naquele momento elas sentiram saudade de casa. Até eu senti saudade da Alemanha que ainda não conheço.
Agora neste carnaval, ao passar dias e noites com um amigo britânico, enxergava em seus olhos o bom espanto e a redenção. "I love Brazil!", ele costumava dizer todo santo dia. Como estávamos no Leblon, e escolhemos os blocos pela sua localização, ele não enxergava os problemas sociais, econômicos e políticos dos quais eu tanto tentava fazê-lo compreender. Como tudo era festa, como a cidade estava cheia de pessoas felizes, como os ônibus recebiam foliões que não paravam de cantar, como ele se vestiu de mulher e andou pela cidade e todos acharam engraçado, como ele fazia xixi em qualquer árvore que fosse, como nadamos no mar em plena noite, ele achou que o Brasil fosse carnaval o ano inteiro. Mas eu não quis vender essa imagem frouxa e libertina do meu país.
Até que vinham alguns brasileiros embalados na euforia carnavalesca e diziam para ele: "É, aqui é o paraíso!". Ou então: "Aqui as mulheres são fáceis.". Houve até propostas ao britânico de lhe pagar uma prostituta brasileira, já que era o último dia de festa, e ele ainda não havia beijado nenhuma. Pronto. Imagem vendida, imagem comprada. Mas pelo menos ele disse: "No, thank you". "Good choice, Adrian!" eu disse. Por isso não muito me surpreendeu os califonianos que me perguntaram quanto deveriam pagar por uma mulher brasileira...
A culpa também é nossa.
Porém, aprendi a amar mais nossa quase identidade brasileira e constatei que nenhuma outra música no mundo encanta mais do que a nossa, e que sim, podemos ser o povo mais feliz, mesmo com tantos obstáculos a serem superados.
Tão aí os lados da moeda. Eis a complexidade da compra e venda de imagem nacional. Sinto como uma ofensa pessoal falar da facilidade da mulher brasileira. Mas ela não deixa de ser verdade... Nestes últimos dias tentei esquecer dos problemas, meus e do povo brasileiro, e tentei dar uma de gringa e enxergar somente a beleza carioca, do povo carioca, da folia do Brasil.
Mas continuo a defender minha bandeira, quando os fatos não depõem contra. E a amar o carnaval.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Ah, Ele continua lindo...

Chuva em São Paulo... enchente... friozinho... dor generalizada no corpo... aula até meia-noite. É, oficialmente, meu Carnaval acabou.
Preciso te dizer que o Rio continua lindo. Ou melhor, está mais lindo do que nunca!
Engraçado que até então eu não me sentia tão brasileira, já que não tinha grandes lembranças de um bom carnaval desde meus 15 anos, época de carnavais de salão da Recreativa de Ribeirão Preto... Me lembro que gradativamente, as noites de festa ficavam piores, até que chegou o fim da diversão. Desde então, nunca mais procurei fazer nada de especial. Mas esse ano, ah, foi especialíssimo!
Cheguei na cidade maravilhosa sem expectativas, sem grandes planos, apenas com o intuito de aproveitar. Mas aí, mais do que rapidamente, já fui englobada na melhor turma que se poderia ter em um feriado no Rio de Janeiro. Confesso que nossos dias não foram dos mais organizados, com direito até a D.R. de grupo. O apartamento de dois quartos e um banheiro no Leblon serviu de lar para 5,6,7,8,9 pessoas... que nem coração de mãe!
Ficamos em uma busca eterna pelos blocos, mas incrivelmente, não chegamos a tempo a nenhum. Nossa bebida oficial era o "suquinho", com direito até de invenção coqueteleira: shot de xarope de guaraná com vodka e uma pitada de água. Perfeito!
Para completar, tivemos a companhia de um gringo foférrimo, o britânico Adrian. Logo que o conheci, não me contive e cantei aquela velha música do The Calling: "Oh Adrianne... I thought I knew you... Once again, you used me, used me..." Pra quê! Foi a melô do Carnaval. E uma ótima oportunidade para praticar o inglês enferrujadíssimo durante fartos 5 dias.
Tirei foto com o Guga, conheci uma das filhas de Baby do Brasil (que pediu meu e-mail... mas fato que jamais mandará nenhum...), vi o Rei de sua sacada acenando para toda a multidão do Bloco do Roberto Carlos. Fui zoada pelo "r" de interior, comi pouco, ganhei um roxão na minha perna não sei como, perdi 3 brincos: 2 piercings no mar e meu brinco de folha preferido na areia. Comprei um outro brinco de folha por 4 reais, sendo que provavelmente pagaria 25 em São Paulo ou em Ribeirão Preto. Encontrei um amigo do meu curso de teatro na Lapa, nadei de roupa no mar gelado à noite, 3 vezes, e já risquei esse ponto da minha "to do list". Fui ao Arpoador duas vezes, consegui tirar fotos na segunda vez. Vi a fascinação nos olhos do britânico encantado pela nossa música, achando que aqui é o paraíso todo dia. Tentei convencê-lo de que aqui não é o paraíso. Fiquei presa no elevador com mais 4 pessoas num quase ataque de claustrofobia. Corri no calçadão, comi na Pizzaria Guanabara às 8 da manhã. Uma noite achei que o gringo tivesse morrido na nossa sala, já que ele dormia de olhos abertos, e tive um segundo de milhões de pensamentos do tipo "como retirar o corpo de um gringo que bebeu demais no carnaval carioca do nosso apartamento?". Ri como há muito não ria, tirei inúmeras e homéricas fotos. Briguei com 3 californianos idiotas que me perguntaram no último dia de festa quanto é que eles deveriam pagar para ter uma brasileira. Mandei que eles fossem procurar prostitutas douradas de sol na própria Califórnia. Cantei I Got you Babe na rua, música que até então eu achava que só eu aqui conhecia. Vi os eternos meninos dentro de homens, vi meninos buscando se tornarem homens. Tive friozinhos na barriga... conheci pessoas lindíssimas (nos dois sentidos), amo ainda mais minha amiga responsável pela viagem... Voltei da cor do pecado, com uma pilha de roupas sujas de areia, com mais saudade de casa, com raivinha da selva de pedra que não oferece o brilho da Cidade Maravilhosa. Trouxe para casa algumas reflexões sobre a relação estrangeiro X Brasil, que mais tarde compartilho com vocês. Voltei apaixonada pelo Rio de Janeiro e empolgada para o próximo Carnaval. E acordei um pouco mais triste, pois foi a concretização do fim da folia.
No final de tudo, voltei um pouco mais brasileira, com o coração aberto, percebendo mais uma vez que a alegria não precisa de muito, ela pode ser mais simples do que a gente imagina... Fora alguns arrependimentos de coisas que poderia ter feito a mais. Já retornei com saudades de tudo e todos de lá.
Agora é que o ano realmente começa. Brasil, mãos à obra!
Definitivamente, eu agora amo o Carnaval. Droga. Às vezes sinto que não queria ser tão nostálgica assim...



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Folga para o Carnaval

Queridos milhares de leitores,
Sinto lhes informar que entrarei em recesso até quarta-feira...
Sendo assim, vos livro do prazer-obrigação de ler minhas postagens diariamente.
Espero ter muitas novas até lá. E muitas fotos, lógico.
Hoje descobri que faço teatro com a filha do mais querido professor que tive na faculdade. Mundo pequeno, né?!
Tô com saudades de casa... E o sonho continua a ser alimentado... Devo tirar minhas fotos na semana após o Carnaval e tenho planos de fazer um composite digital. Outro dia pediram esse dito cujo para vagas de ator/atriz... e vi que realmente preciso de um. E vai ser aí então que o ano finalmente começará.
Bom Carnaval! E juízo, porque a gente tem muito para ver e viver ainda...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Resgate de um texto de 2004

Mais um ano se passou, o novo já começou, e nós continuamos caminhando, na realidade sem rumo, porque ninguém sabe o que é que realmente nos espera. A verdade é que continuaremos sempre a fazer pedidos por coisas medíocres que poderiam ser facilmente ignoradas ou alcançadas, dependendo do caso. Pense num exemplo para cada uma dessas duas situações... Ignoradas deveriam ser aquelas rezas onde pedimos para alguém lá de cima (se é que tem alguém que nos escuta, e além disso que nos atenda) o amor de uma pessoa que ainda não temos, ou muito dinheiro. Alcançados poderiam ser aqueles pedidos do tipo: "que meu ano seja maravilhoso!", "que eu passe no vestibular!", "que eu emagreça!".
Os fatos não dependem de nossa vontade, mas sim de nossos atos. Mas é aí então que a coisa complica. Muitas vezes deixamos para amanhã o que rapidamente poderia ter sido hoje resolvido. Ou então deixamos para o nunca, para apenas os sonhos, para a próxima vida.
É aí então, que erramos. Mas assim é o curso da vida, é assim que nos frustramos e nos orgulhamos, é assim que temos sempre, mesmo que lá no fundinho, uma boa esperança de que nossos planos e desejos virão a se realizar algum dia.
Apenas digo para não apenas rezar, amigo. Faça, mesmo que o resultado não seja tão breve como se espera ou que não saia do jeito que fora previsto. A vida tem muito a nos oferecer, somos jovens, e um futuro longo (espero que para todos) ainda por vir. 2004 já está rolando e nós estamos aqui para cometer os mesmos erros, desejar as mesmas coisas, chorar por bobagens, rir com as maravilhas do mundo, mas principalmente, estamos aqui para perceber a grandiosidade que é a capacidade de fazer acontecer. Faça acontecer. Não apenas espere porque nada baterá a sua porta além das visitas e do entregador de pizza. Viva! E dê vida a quem bem te quer. Quem sabe você podendo agir, os pedidos de alguém também possam se realizar... Tudo acontece para todos, cedo, tarde ou às vezes, tarde demais.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Revolutionary Road

Que delícia! A faxineira veio hoje e limpou todo o caos de 4 pessoas em um apartamento...
Ainda estou na procura por um emprego. Me candidatei a ser orientadora de público de museu, me candidatei a pelo menos 10 vagas de secretária bilíngue e trilíngue - com bons salários -, fora as vagas de repórter, redatora júnior, figurante, atriz de curta para trabalho de conclusão de curso não-remunerado, enfim. Alguém vai me dar retorno. Uma hora vai.
É estranho estar em São Paulo, sem muitos compromissos, além de aulas de teatro, almoços e aniversários de amigas. Sabe quando você sente que nada contra a maré? Enquanto a cidade se estressa, eu me estresso por ter pouco a fazer. Isso não está certo. Estou na idade de dar tudo de mim a alguma profissão, não é?! Acho que é. Pelo menos é o que falam. Mas parece que não querem me dar essa oportunidade. Dessa maneira, a cidade se torna opressora, porque me oferece coisas e lugares que quero consumir e viver, mas não me oferece os meios. Às vezes me sinto a um passo da loucura.
Nesta situação, fui ao cinema hoje às 15h, assistir o reencontro de Rose e Jack em Foi Apenas um Sonho (Revolutionary Road). Quem, em São Paulo, vai ao cinema em plena terça-feira, às 15h? (Bom, pelo menos a sala estava cheia! Não só eu...)
Talvez não devesse ter ido, já que saí da sala com a cabeça a mil, mil pensamentos, mil dúvidas, zilhões de medos. O filme trata de um casal, que acaba por representar toda a sociedade americana, na década de 50, tempos de glória do american way of life. Os utensílios domésticos, as casas nos subúrbios e os vários filhos saudáveis e sorridentes, os carrões... O marido pega o trem para trabalhar, juntamente com todo um rebanho com a mesma vestimenta e o mesmo propósito: ir para as empresas e escritórios. Mas nem eles mesmos sabem o que lá fazem. Mas têm de trabalhar para sustentar a família. Todo homem que se preza tem que trabalhar desta maneira. Até que sua mulher tem a brilhante idéia de resgatar os velhos sonhos e fazer algo de diferente de todo o resto: move to Paris. Os amigos e vizinhos se chocam. Perguntam: Paris? But why? Mas o marido desiste. Ela engravida do terceiro filho, ele é promovido. Não quer abandonar sua zona de segurança e tentar o desconhecido. Melhor ser ordinário mas com os pés no chão. Enquanto isso, ela, atriz fracassada e dona de casa infeliz, não quer ficar, e não pode ir. É a velha encruzilhada: o que fazer com a vida? O final, bom, vá assistir e saberás.
Ou seja, o filme figura todo o vazio da sociedade moderna, que acaba se rebelando nos anos 60 com a Contracultura, e todos os movimentos que com ela vieram: black power, feminismo, liberdade sexual... culminando nesta pós-modernidade atual que ainda carrega muito da modernidade...
Eu sinto que me arrisco tentando meus sonhos, sabe. Poderia muito bem seguir os caminhos mais práticos e comuns... Por que é que fui gostar dessa área midiática, hein?! Ser atriz é coisa pra louco. Não é?! Mas tenho medo de me frustrar nesta minha revolutionary road e não conseguir tudo o que quero. Às vezes acho que ela nem é tão revolucionária assim. Porque no final, todo mundo quer a mesma coisa.
Bom. Esse filme mexeu comigo. It´s too bad ´cause I think too much. Conclusão, não rendi muita coisa na aula de teatro mas tive uma pauta para minha postagem no blog.
Acho que preciso da maior válvula de escape brasileira. Ainda bem que embarco sexta-feira para o Rio de Janeiro, quando começa o Carnaval...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O Ensaio e a Vida

"História de minha vida, ai minha história, tão rica, tão curta. Vittorio Gassman tinha razão, numa entrevista que eu vi na tevê: a vida devia ser duas; uma para ensaiar, outra para viver a sério. Quando se aprende alguma coisa, está na hora de ir." (João Ubaldo Ribeiro, A Casa dos Budas Ditosos)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Carro X Metrô

São Paulo é outra quando andamos de carro, no final de semana... especialmente nos Jardins e em Higienópolis, né...
Dura realidade da depêndencia do transporte público...

Internet na crise

Estava assistindo ao Manhattan Connection, e me identifiquei com uma discussão a respeito da crise. Perguntaram se o cinema continuava a ter o mesmo papel que teve na Crise de 29. Já escrevi meu insight sobre isso, lembra?
Mas aí eles falaram que a internet é o novo refúgio, além de ser mais barato. E que os sites que oferecem informações sobre vagas de emprego estão mais populares do que nunca, especialmente nos EUA. Com tempo de sobra, os desempregados passam suas horas na frente do computador, muitas vezes na esperança de achar um novo trabalho.
Diogo Mainardi disse que se ele estivesse desempregado, se enfiaria no sofá e se embebedaria...
Bom, eu não fui despedida, mas de resto, me encaixo perfeitamente nesta discussão. Não na posição do Diogo, pois eu me afundo é na cadeira do computador e bebo menos do que socialmente ultimamente. Catho.com.br e Tela Brasileira.com.br são minhas luzes no fim do túnel. Ai que luzes mais deprimentes... Mas elas estão acesas. Isso já é um passo, não acha?!

Final de semana na chuva...

Meu! Mas não pára de chover na terra da garoa. Minha melhor aquisição até agora, mesmo com todas as compras compulsivas que o Shopping Higienópolis me ofereceu com suas sedutoras liquidações, foi meu guarda-chuva vermelho comprado a 7 reais no camelô na porta do metrô.
Final de semana gastronômico e cultural.
Sexta-feira comecei a me desesperar com o frio que ainda virá em São Paulo. Como sou da Califórnia brasileira, reluto em comprar roupa de frio há 3 anos, já que o destino certo para uma blusa de manga comprida em Ribeirão Preto é a gaveta. Mais uma vez, então, fui ao shopping, já que estava sozinha em casa, em plena sexta-feira, após mais um dia dedicado ao ócio. Aproveitei para pegar a sessão de O Leitor (The Reader). Confesso que não combinou exatamente com meu humor – que não andou essas maravilhas nessa semana –, e eu sabia que esse casamento não aconteceria. Estava mais para Foi Apenas um Sonho (Revolutionary Road), mas inexplicavelmente, só havia sessão às 15h.
Filmão, porém pesado. Tentei tirar algumas conclusões do filme, e cheguei a duas. Primeiramente, é interessante notar como as coisas do passado influenciam nosso presente e futuro. Michael Berg é atormentado pelo fantasma de sua experiência com sua primeira mulher, a ríspida Hanna Schmitz, quando ele tinha apenas 15 anos, e ela na faixa de seus 30 e alguma coisa. O romance durou apenas um verão, mas as cicatrizes foram mais profundas do que uma estação. Não exige delongas... Segundo, ao longo do filme, passamos a sentir compaixão por Hanna, chegamos quase a compreender sua história e seus feitos, e ver que preferiu entregar-se à prisão perpétua a assumir-se iletrada. How far would you go to keep a secret? A discussão do anti-semitismo e do Holocausto chega a ficar em segundo plano, quando pensamos na pobre Hanna, que apenas cumpriu seus deveres sem pensar na injustiça e nas conseqüências de seus atos. Assunto que até hoje arde na consciência alemã... Enfim, merece as indicações que teve. Mas não sei se as estatuetas. De melhor atriz, ah, sim, até que merece.
Sábado, aceitei o convite de uma amiga e me deliciei em um dos rodízios de japonês mais caros da cidade, Mori da Consolação. Que delícia. Quando se passaram as horas... comecei a me arrepender em casa dos sushis e sashimis que poderia ter comido a mais... normal. Isso sempre acontece. Como disse hoje à tarde, eu poderia ser viciada em coxinhas e não em japa. Meu bolso agradeceria.
Hoje, domingo, almocei na trattoria Di Napoli, com o melhor polpettone da cidade. Hum. Yummy. À noite, assisti no Teatro Folha à peça Confissões das Mulheres de 30. Legal. Só isso. Só serviu para aumentar minha saudade dos palcos... de ouvir os 3 sinais... de ver as poltronas lotadas. Não valeu o que paguei. E eu sabia, porque não sou muito fã de Mothern e são as mesmas atrizes...
Well. Agora, meia-noite e meia, fim do fim de semana. Uma nova semana já começou. O que será que ela vai me guardar de surpresas? Por favor, preciso de surpresas.
Um amigo acabou de me perguntar: “Como andam os passos na calçada da fama?”. Lentos. Pequenos. Mas de grão em grão...
Boa semana! Xoxo, Gossip Girl.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

The Fear (Lily Allen)

http://www.youtube.com/watch?v=q-wGMlSuX_c
I want to be rich and I want lots of money
I don’t care about clever
I don’t care about funny
I want loads of clothes and fuckingloads of diamonds
I heard people die while they are trying to find them

I’ll take my clothes off and it will be shameless
‘Cuz everyone knows that’s how you get famous
I’ll look at the sun and I’ll look in the mirror
I’m on the right track yeah I’m on to a winner

I don’t know what’s right and what’s real anymore
I don’t know how I’m meant to feel anymore
When we think it will all become clear
‘Cuz I’m being taken over by The Fear

Life’s about film stars and less about mothers
It’s all about fast cars and passing each other
But it doesn’t matter cause I’m packing plastic
and that’s what makes my life so fucking fantastic

And I am a weapon of massive consumption
and its not my fault it’s how I’m program to function
I’ll look at the sun and I’ll look in the mirror
I’m on the right track yeah I’m on to a winner

I don’t know what’s right and what’s real anymore
I don’t know how I’m meant to feel anymore
When we think it will all become clear
‘Cuz I’m being taken over by The Fear

Forget about guns and forget ammunition
Cause I’m killing them all on my own little mission
Now I’m not a saint but I’m not a sinner
Now everything is cool as long as I’m getting thinner